Tecnologia Brasileira brilha em Londres.

A Fundação CERTI participou do lançamento de um produto da Philips que promete revolucionar o mercado de iluminação: o Philips LivingSculpture 3D module system.  O produto desenvolvido em parceria Philips-CERTI foi lançado em evento em Londres, capital britânica, para 170 convidados seletos, incluindo projetistas de luz e arquitetos. É um sistema de luminária altamente modular, que utiliza lâminas de OLED (Organic Light-Emitting Diode, na sigla em inglês). “Isso o torna bastante flexível e cria a possibilidade de fazer esculturas de luz surpreendentes e com efeitos fantásticos”, diz Dietrich Bertram, diretor geral de OLED da Philips.

No evento de lançamento, foi apresentada uma estrutura composta por 40 módulos de 25 lâminas de luz, totalizando uma composição com 1000 lâmpadas, coordenadas por computador. Estas lâminas possuem hastes metálicas com diversos comprimentos dispostos na instalação, que possibilitam a criação de planos iluminados tridimensionais. O movimento da luz é controlado e sincronizado, apresentando imagens em 3D, como se fossem esculturas luminosas. A novidade é que essas esculturas podem ser criadas por qualquer usuário, que combina diversos componentes e monta a sua própria luminária.

O sistema composto por lâmpadas de OLED foi desenvolvido com tecnologia brasileira, por meio de um projeto de cooperação entre a Philips e a Fundação CERTI (Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras) para desenvolvimento de soluções de iluminação para os mercados emergentes. O projeto chamado EMO (Emerging Marketing OLED) tem contrapartida tecnológica e financeira da Philips e recebeu aporte da ordem de R$ 15 milhões do BNDES-FUNTEC, por se tratar de tecnologia estratégica para o Brasil. Representando o BNDES no evento esteve presente Jaime Gornsztejn, Chefe do Escritório do BNDES em Londres, que ficou bastante satisfeito com os resultados alcançados pelo projeto da CERTI.

A inspiração para criar o sistema ocorreu a partir das diversas formas que a fonte de luz pode tomar. “Tivemos uma ideia há cerca de três anos e fomos tentando descobrir como traduzi-la em um produto novo”, explica Bertram. A Philips contratou o projetista Christopher Bauder, do estúdio de design e arte interativa WHITEvoid, de Berlim, para criar uma peça real e tangível a partir do conceito. Em novembro de 2010, foi firmado o projeto de cooperação com a Fundação CERTI, prevendo o desenvolvimento de três produtos de iluminação com tecnologia OLED.

O Philips LivingSculpture 3D module system é o primeiro fruto dessa parceria e levou um ano para ser desenvolvido e produzido no Brasil.  Enquanto a Philips forneceu o know-how básico da tecnologia OLED, a Fundação CERTI foi responsável pelo desenvolvimento, pelos componentes eletrônicos, além do  driver e hardware do sistema. “O pessoal da CERTI tinha todos os ingredientes para fazer o protótipo e para traduzir os desenhos e ideias em uma inovação que a gente podia tocar, usar e desenvolver”, avalia o executivo da Philips.

Além do trabalho conjunto no desenvolvimento de tecnologia de OLED, CERTI e Philips cooperam em outros projetos. “Já temos parceria com a multinacional em outras áreas há mais de 10 anos. Juntos, temos motivação, competência e tecnologia para realizar este projeto desafiador”, afirma o Superintendente de Negócios da CERTI, Laercio Silva. Segundo ele, atualmente 19% de toda a energia consumida no mundo é com iluminação, e a expectativa é reduzir consideravelmente este percentual com o uso de OLED.

Saiba mais:

Sobre o OLED

O OLED é a tendência em iluminação no mercado global para os próximos anos e revolucionará os conceitos de iluminação conhecidos atualmente. Com o sistema, as lâmpadas formadas por pontos de luz darão lugar a um emissor na forma de lâmina capaz de produzir uma luz difusa, potente, muito semelhante à natural, mais confortável, de longa vida útil. A tecnologia tem potencial de chegar a eficiências cinco vezes maiores do que uma lâmpada incandescente comum e pode durar até 20 anos de uso.  O produto deverá entrar primeiro no chamado mercado B2B, como empresas, hotéis e bares devido à relação custo/benefício. Em médio e longo prazo, a tecnologia deverá ser incorporada de forma ainda mais ampla à arquitetura e decoração, proporcionando diversas aplicações, como em janelas, portas e mobiliário.

Sobre a CERTI

A Fundação CERTI (Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras) é uma organização de pesquisa, desenvolvimento e serviços tecnológicos especializados, sediada em Santa Catarina, que proporciona soluções inovadoras para a iniciativa privada, governo e terceiro setor. Fundada em 1984, presta serviços e desenvolve produtos, sistemas e processos, aliando suas competências em áreas estruturadas por meio de Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, que trabalham em sinergia e cooperação com entidades parceiras do país e do exterior.  Atualmente, são oito centros de referência nas áreas de: Convergência Digital, Mecatrônica, Metrologia e Instrumentação, Farmacologia, Produção Cooperada, Empreendedorismo Inovador e na gestão de incubadora de empresas de base tecnológica, como o CELTA (Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas), iniciativa pioneira no país.

Fonte: Assessoria de Imprensa Philips


Nova fita de LED oferece maior desempenho da luz com menor espaço entre os LEDs

A multinacional OSRAM, especializada em iluminação, traz para o mercado a LINEAR light Flex ShortPitch um novo modulo de LED que oferece várias formas de iluminar locais como passarelas, criar caminhos além de ser altamente eficiente para publicidade luminosa.

Múltiplas possibilidades de design com mais facilidade e tecnologia para deixar espaços coloridos e iluminados. É o que proporciona a LINEARlight Flex ShortPitch, nova geração da LINEAlight Flex. Indicada para o contorno, acentuação e iluminação decorativa de ambientes, o modulo de LED oferece flexibilidade nas aplicações, opção de corte a cada 5cm, baixo gasto energético além de alta eficiência luminosa e longa vida útil. Possui uma fita protetora de segurança e sistema de instalação simples que dispensa o auxílio de profissionais.  Seu diferencial é o curto espaço entre os LEDS que proporciona mais uniformidade da luz dando um toque especial à decoração e um aspecto visual privilegiado.

Fonte: Osram


A importância de um local público bem iluminado

* Ronald Leptich

Andar pelas ruas é um ato simples do cotidiano de todos nós, mas você já se perguntou se a iluminação utilizada nos locais públicos que frequenta fornece algum tipo de segurança? Na verdade, este é o objetivo dela: além de zelar pelo tráfego de pessoas a qualquer hora, permitindo também o lazer noturno, mantêm ruas e locais de intenso movimento seguros. Para tanto, é necessário que a luz nas avenidas, alamedas e caminhos seja eficiente, já que, desta forma, fornece ao pedestre visão privilegiada do que está presente a sua volta.

Até então, para conseguirmos isso sempre foi necessário um gasto energético muito grande. Segundo dados da Eletrobrás, a iluminação pública no Brasil ainda hoje corresponde a aproximadamente 4,5% da demanda nacional e a 3% do consumo total de energia elétrica do país. O equivalente a 2,2 GW e a um consumo de 9,7 bilhões de kWh/ano. Entretanto, com tecnologias mais modernas e um melhor aproveitamento do espaço para instalação dos equipamentos luminotécnicos, é possível diminuir este consumo e ter uma eficiência melhor.

Uma iluminação segura começa com o bom posicionamento dos postes pelas ruas. Eles devem ser alocados estrategicamente nas vias, levando em consideração o raio de claridade que a lâmpada faz. Neste caso, o potencial luminoso define qual a distância entre um poste e outro.

Também é ideal que as luzes das lâmpadas tenham um amplo alcance, atingindo locais mais escondidos e afastados. Além disso, vale ressaltar que elas devem ser devidamente instaladas e posicionadas a fim de oferecer luz de qualidade sem o risco de ofuscações.

Outro fator importante para a segurança pública é o tipo de lâmpada e tecnologia utilizada. As mais comuns são as de vapor de sódio de alta pressão. Empregadas desde 1930, seu uso é trivial por ser adequada para diversos tipos de situação, principalmente onde se exige uma maior resistência a choques e vibrações. Possui uma vida útil considerável e até 20% mais brilho que as tecnologias convencionais.

Sua principal característica é oferecer luz clara, auxiliando na lucidez de caminhos, fácil identificação de pessoas, animais ou objetos e conforto visual. Além disso, as lâmpadas de sódio possuem um fluxo luminoso mais constante ao longo de sua vida, chegando a uma eficiência de até 150 lm/W.

Tecnologia inovadora

Considerando que a energia no Brasil corresponde ao segundo maior gasto público, conforme apresentam os dados da Eletrobrás, o governo já vem investindo em iluminação de baixo custo, que ofereça segurança, economia energética e potente fluxo luminoso. Por isso uma escolha que está se mostrando viável recentemente no nosso país é a tecnologia LED.

O diodo emissor de luz possui potência luminosa com alcance ainda maior que as tradicionais fontes de luz e brilho intenso, que provoca sensação de comodidade. Também eficiente em termos decorativos de ruas e avenidas, sua principal característica positiva é a luz fria e intensa que auxilia na visualização. Além disso, a vida útil destes produtos chega a 50.000 mil horas, diminuindo consideravelmente o descarte de lâmpadas e os gastos públicos com manutenção.

Seja por meio do LED ou da iluminação convencional, o fato é que a iluminação pública é algo que não deve ser deixado em segundo plano quando pensamos nos investimentos públicos. Isso porque, além de oferecer mais beleza às cidades durante a noite, ela permite que um local se torne até mais seguro e, desta forma, dê mais tranquilidade para as pessoas aproveitarem a beleza do ambiente urbano.

Ronald Leptich é gerente de Produto da OSRAM, empresa que atua há 17 anos. É formado em Engenharia Elétrica e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Hoje, atua no segmento de Iluminação Profissional.

Fonte: Osram


Redução de IPI para lustres e luminárias contribuiu para o crescimento da produção e manutenção do emprego

No dia 26 de março de 2012, o Governo anunciou redução no IPI de 15% para 5% para luminárias e lustres por um período de três meses. Às vésperas do encerramento do benefício (30 de junho de 2102), a Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação) fez junto às suas associadas um balanço preliminar sobre os resultados que a medida trouxe para o setor.

De acordo com Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Abilux, o benefício contribuiu para que a grande maioria das indústrias mantivesse ou aumentasse os níveis de produção em um momento delicado da nossa economia que vem sofrendo os reflexos da crise internacional com tendência de queda nas atividades. “Algumas chegaram a registrar aumento de até 5 % nas vendas de produtos voltados para o varejo”, informa Uchôa Fagundes.

Outro ponto identificado entre os fabricantes é que o menor preço permitiu a comercialização de sistemas de iluminação completos (luminárias, lâmpadas e reatores) bem mais eficientes. O nível de emprego foi mantido no período (são cerca de 37.500 postos de trabalho incluindo a cadeia produtiva: luminárias, reatores e lâmpadas).

Embora otimista, o presidente da Abilux lembra que o prazo de redução do IPI de apenas três meses é insuficiente para a manutenção do crescimento das vendas ao longo do ano e pouco eficaz quando se trata da retomada da produção e da criação de novos postos de trabalho.

Para Uchôa Fagundes, se mantida a redução do IPI para luminárias e lustres em 5%, a medida, que nestes três meses se provou positiva para o setor, além de reduzir os preços beneficiando o consumidor final, irá gerar maior volume de produção e vendas; combaterá a produção informal e importação ilegal de luminárias; ampliará a arrecadação Tributaria; aumentará a competitividade estimulando à exportação; gerará novos empregos; melhorará a segurança dos imóveis (segurança patrimonial e qualidade de vida), pelo uso de produtos com qualidade assegurada por firmas especializadas; garantirá eficiência energética com redução de consumo de energia e reduzirá os problemas de conforto visual da população.

Estudos realizados pela Abilux apontam que a redução do IPI para o segmento não apenas viabiliza a rápida recuperação do mercado, hoje ocupado por montadoras informais, como também estimula a aquisição das luminárias pela construção civil, tornando acessível, a um número maior de consumidores a compra de produtos ou, a troca dos antigos por novos equipamentos de iluminação com eficiência que são comprovadas através de estudos, medições e certificação da qualidade assegurada por empresas especializadas.

Fonte: Abilux


Novidade da Avant: Lâmpada de LED Tubular T8

Em substituição às tradicionais fluorescentes tubulares, o modelo de LED garante economia e eficiência luminosa para ambientes como escritórios, escolas, hospitais e áreas de trabalho de residências

Economia, qualidade e sustentabilidade formam o tripé do mais recente lançamento da Avant: a Lâmpada de LED Tubular T8. O modelo é perfeito para quem deseja tecnologia de LED (sigla em inglês para Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz) e alta eficiência energética, acima de 90 lúmens/watt (Lm/W). A economia é garantida pelo consumo de no máximo 18W para o modelo com 98 LEDs e 12W para o modelo com 49 LEDs.

A Lâmpada de LED Tubular T8 substitui com vantagem as tradicionais fluorescentes tubulares T8 em instalações que requerem iluminação geral e eficiente, como escritórios, hotéis, escolas, hospitais, áreas de trabalho de residências, balcões de lojas e gôndolas de supermercado. Está disponível nas cores branca (6.500 K) e neutra (4.000 K), e possui alto Índice de Reprodução de Cor (IRC), acima de 80. O modelo de 49 LEDs mede 60cm de comprimento e o de 98 LEDs tem 12cm.

Característica comum aos produtos de LED, a durabilidade é outro ponto a ser destacado na nova lâmpada, podendo chegar a até 30 mil horas, enquanto os modelos fluorescentes duram em média 15 mil horas. Somada à sua resistência a vibrações e impactos, esta característica se traduz também em ganhos decorrentes da redução no número de intervenções para manutenção.

A instalação da Lâmpada de LED Tubular T8 deve ser feita com transformador eletrônico externo, de acordo com o modelo. Em substituição às fluorescentes tubulares é necessário fazer modificações na fiação da luminária existente e providenciar a troca do reator pelo transformador eletrônico.

As novas lâmpadas já estão disponíveis para comercialização em todo o país, em lojas de material elétrico, revendas de material de construção e home centers e supermercados.

Fonte: Assessoria de Imprensa Avant


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