Fachada de vidro com iluminação LED

O projeto arquitetônico criado pelo Estudio OAB para o showroom da Roca, em Barcelona, Espanha, foi elaborado para refletir a imagem e os valores da empresa.  O projeto, que teve como peça-chave a iluminação, foi realizado pelos lighting designers do Artec3.

O bloco retangular de três pavimentos de vidro usa uma transparência nada convencional. Com a luz do dia, a ‘pele’ de LEDs funciona como uma espécie de véu. Já ao entardecer, tudo fica iluminado em tom verde-água quando são acesos os 4.200 LEDs, fixados em perfis de vidro de oito centímetros de largura, presos à fachada. O mecanismo conta com um controle de intensidade da luz, que se altera suavemente, gerando a sensação de água em movimento.

Para um efeito semelhante, você pode combinar uma cortina de água com a Fita RGB 7,2 W/m, instalada de forma paralela.

Postado por Brilia

Fonte: http://www.artec3.com/Roca-Barcelona-Gallery-Facade


Você sabe o que o LED pode fazer?

Sinônimo de economia de energia, longa vida útil e principal alternativa para a substituição das atuais lâmpadas incandescentes. Essas são as principais características do LED, cuja sigla significa Diodo Emissor de Luz. Mas você sabe até onde a eficiência deste tipo de iluminação pode chegar? Sabe o que este dispositivo é capaz de fazer?

No final do século XX, surgiram os primeiros produtos na área de iluminação, onde o componente era utilizado como um pequeno ponto de luz para uso em celulares, display de LCD, painéis de carro e controles de TV. Sua presença nestes equipamentos se limitava a um modesto ponto brilhante.  Com o avanço tecnológico, sua eficiência foi ampliada, permitindo que sua luminosidade fosse levada a lugares antes nunca imaginados, não se restringindo a apenas uma tecnologia em lâmpada, mas sim a possibilidade de criar diferentes tipos de objetos iluminados.

Aplicações

Pense no projeto de uma casa. Luzes que despertam a imaginação com efeitos criativos podem ser instalados no hall de entrada. Isso porque com o LED é possível obter uma luminária realmente mínima que possa indicar caminhos externos, iluminar contornos e cantos de paredes com lâmpadas embutidas que oferecem luz de destaque e orientação. Além disso, já existem LEDS a prova d’água, capazes de manter a piscina brilhante e decorada, e pontinhos luminosos que enfeitam de forma discreta prateleiras e escadas.

Em um local de trabalho, sendo grandes empresas ou pequenos escritórios, as lâmpadas de LED também têm seu papel. Ambientes como estes necessitam de uma iluminação que atuem no sistema psicológico das pessoas, estimulando a produtividade e a atenção. Para tanto, existem luzes com cores mais esbranquiçadas, amareladas ou azuladas, com dimerizadores que regulam o aquecimento luminotécnico do local, proporcionando uma atmosfera mais tranquila e agradável.

Pondere que, além destes dois exemplos, existem ilimitadas formas de utilizar o LED como tecnologia luminosa. Um exemplo disso são as fitas de LED. Com poucos metros é possível transformar diversos produtos em peças atraentes, deixando ainda mais interessante o destaque de detalhes. Isso porque seu tamanho reduzido, aliado à flexibilidade nas aplicações, luz brilhante, possibilidade de economia de energia e longa vida útil, pode dar vida a objetos que não poderiam ser iluminados com fontes luminotécnicas convencionais.

Tantas possibilidades mexem com a criatividade e imaginação de arquitetos e designers, que transformam pequenos projetos em grandes elementos arquitetônicos. Isso faz com que o futuro faça parte do presente para os efeitos realizados com esse tipo de luz.

Marcos de Oliveira Santos é engenheiro eletricista, graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e atua na OSRAM há 23 anos. Ao longo de sua carreira na empresa já trabalhou nas áreas de Vendas, Exportação, Processos e Marketing no Brasil, Alemanha, Equador e Colômbia. Hoje, é gerente de Produtos da OSRAM do Brasil para a linha Profissional.

Fonte: Assessoria de Imprensa Osram


Luz solar transportada por fibra óptica

Fonte: Parans

É possível iluminar ambientes mais escuros com luz natural por meio de fibras ópticas que têm a capacidade de transportar a luz.

Esse sistema consiste em bulbos transparentes instalados na parte externa do edifício.Os bulbos protegem os captadores de luz solar. São acopladas nos captadores fibras óticas que são fios com pequenos refletores internos que direcionam a luz. Na outra ponta das fibras ópticas são acoplados novos bulbos com difusores que iluminarão o ambiente como qualquer lâmpada.

fonte: http://blog.domoticadavinci.com

As fibras ópticas são direcionadas para os ambientes internos por meio de canaletas ou por eletrodutos – flexíveis como a fibra óptica, eles facilitam e barateiam a instalação.

O sistema de iluminação solar por meio de fibras ópticas ainda não é popular no Brasil, mas vale conhecer mais essa alternativa que usa fontes limpas. Sugiro procurar o sistema pela internet pelo termo “sistema claro solar de fibra óptica” caso você queira instalá-lo.

Aliás, podemos substituir durante o dia o sistema convencional de iluminação elétrica pelo sistema de iluminação por fibra óptica em escolas, escritórios, indústrias e comércios. Ou seja, em lugares que normalmente utilizam a iluminação artificial para as suas atividades durante o dia.

Fonte:  http://edecasa.wordpress.com


Ceará terá primeira fábrica de painéis solares

O grupo alemão Arinna/Asunim, de energia solar fotovoltaica, chegou ao Ceará para construir a primeira fábrica de painéis solares do Brasil com excelência internacional. A fábrica, que será instalada em Sobral, num terreno de seis hectares às margens da BR-222, também será a primeira do grupo alemão nas Américas. Com início das obras previsto para junho deste ano, a Arinna do Brasil pretende iniciar sua produção em janeiro de 2013.

O diretor técnico da Arinna do Brasil, o português Miguel Ornelas, esteve ontem no Rio de Janeiro, participando do evento Rio+12, que o grupo alemão patrocina, e falou ao O POVO sobre o novo empreendimento. Segundo ele, a fábrica irá produzir placas solares para a produção de energia com usos na indústria, em residências e em pequenos negócios. Com isso, o Brasil não precisará mais importar este material.

Hoje, no Brasil, existe apenas uma fábrica – a Tecnometal, de Campinas (SP) – que iniciou a produção de painéis solares de forma experimental e, agora, está iniciando sua comercialização. “Mas com investimento específico para produção comercial, com planta de produção e plano de negócios, é a primeira do Brasil”, afirma Adão Linhares, presidente da Câmara Setorial de Energias Renováveis, instalada na Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece).

A nova empresa Brasileira, Arinna do Brasil, terá investimento estimado de R$ 20 milhões, com início de operação previsto para daqui a 10 meses. A fábrica terá uma capacidade de produção de 60 MWpico /ano. Miguel Ornelas acredita que, no início, a produção poderá começar com até 10 MW, podendo chegar a 20 MWpico/ano. “Leva sempre um certo tempo até atingir a velocidade de cruzeiro. O crescimento da produção irá depender muito da procura e das necessidades do mercado”, diz.

A produção terá como destino o mercado interno. A Arinna Brasil poderá abastecer usinas comerciais como a MPX Tauá, que produz 1 MW e prepara a expansão de sua produção para 2 MW até o fim deste ano. No caso de exportação, a América do Sul é o primeiro mercado potencial dos produtos da fábrica cearense. “Países vizinhos estão desenvolvendo muitos projetos na área de energia solar e por questão de custo e logística eles serão nosso foco inicial”, afirmou Ornelas.


“SI ES LED, ES BUENO” por Pascal Chautard

El reconocido y destacado diseñador de iluminación Pascal Chautard, presidente de DIA –Diseñadores Iluminación Asociados– y fundador de Limari Lighting Design, nos habla de la iluminación LED, desde un punto de vista crítico.

El Light-Emitting Diode, conocido comúnmente como LED, es una fuente de iluminación eficiente, la cual actualmente se encuentra muy cotizada por el mercado global. Sin embargo, ¿es realmente eficiente y buena la tecnología LED?, ¿sabemos cuáles son las verdaderas desventajas de este tipo de iluminación?

Más información, después del Salto.

Texto por Pascal Chautard

Se encuentran cantidades de publicaciones sobre temas de iluminación en las cuales se explica que: “tal, o tal nuevo proyecto” es mucho mejor porque está hecho generalmente con LEDs, con muy pocos o hasta sin ningún argumento técnico o económico serio que permita demostrar que efectivamente: Es mejor porque es con LEDs.

El caso de los LEDs es muy interesante, porque es la innovación tecnológica en iluminación en la cual se ha invertido más dinero de todos los tiempos. Sólo en un poco más de diez años, son centenas de empresas de Asia, Europa y Estados Unidos que han invertido miles de millones de dólares en investigación y desarrollo alrededor de los LEDs. Hoy necesitan vender todos los productos que están fabricando a como de lugar, y están haciendo un lobbying tan fuerte que cualquier ciudadano ya está convencida que: SI ES LED ES BUENO, SI ES LED ES EFICIENTE, SI ES LED ES ECOLOGICO,….

Vía Flickr © Domiriel

Los LEDs son sin duda, una tecnología muy interesante, la cual tendrá aún un importante desarrollo técnico, y ganará espacio en el mundo de la iluminación eléctrica, pero que esta debe ser considerada como una herramienta mas, una fuente lumínica mas que tenemos a nuestra disposición y no como la única solución frente a todos los temas de iluminación, aún mas en lugares como Chile o Latinoamérica.

A continuación revisaremos algunos temas relacionados con la tecnología LED y sus supuestas ventajas.

Vía Flickr © indal lighting

LOS LEDS ILUMINAN MÁS QUE LAS OTRAS TECNOLOGÍAS
Una de las promesas de los vendedores, es que los LEDs producen mucho más luz que las fuentes lumínicas tradicionales.  Esto es en gran parte falso, si bien en laboratorios efectivamente se han hecho pruebas en las cuales los valores alcanzados son muy prometedoras, en la realidad los LEDs de la mejor calidad, no sobrepasan ni los tubos fluorescentes en la relación: flujo lumínico v/s consumo eléctrico, ni las lámparas de descarga como las de sodio que están llegando hoy a niveles parecidos a los de las lámparas de haluro metálico.

Por lo tanto los LEDs emiten luz, sí, pero no en cantidad suficiente como para justificar el cambio de una instalación con tubos fluorescentes existente como se propone por ahí.

Vía Flickr © indal lighting

LOS LEDS NO CALIENTAN
Absolutamente falso, los LEDs efectivamente generan una  gran cantidad de calor, razón por la cual se deben diseñar sistemas muy complejos y costosos de enfriamiento (heat sink), para así mantener el LED en buenas condiciones, de no ser así, estos se degradan y su vida útil se acorta drásticamente. Basta observar  cualquier luminaria de LEDs profesional para ver las dimensiones y la cantidad de aluminio utilizada en estos radiadores.

Hoy, existen varias luminarias hasta con ventiladores incorporados para enfriar los LEDS. Obviamente, esta situación tiene también un impacto sobre el dimensionamiento de los sistemas de climatización de los edificios. ¿De esto no nos hablan los vendedores de LEDs?

disipadores pasivos para lámparas baja potencia de LED

LA VIDA ÚTIL DE LOS LEDS ES MUCHO MAS LARGA
A principio de los años 2000, todos los fabricantes prometían 100.000 horas de vida útil, o sea mas de 11 años en continuo, lo que parecía fantástico,  pocos años después muchos fabricantes ya prometían solo 50.000 horas de vida útil, hoy la mayoría de los fabricantes profesionales serios hablan de entre 15.000 y 30.000 horas lo que es mucho mas cercano a otras fuentes tradicionales. ¿Por qué se acorto tanto la vida de los LEDs en apenas 10 años?

¿Cómo se mide esta duración de vida útil?
Por “consenso”, la vida útil de los LEDs se mide sobre un universo de 100 LEDs, cuando un 50% aún producen 70% de su flujo inicial.
La duración de la vida útil depende de la forma en que cada fabricante evalúa, en su laboratorio, la vida útil esperada de sus equipos LEDs, y es en realidad función del manejo térmico/control de la temperatura de unión en el LED y de su correcta alimentación eléctrica, lo que depende de la calidad de los componentes electrónicos de alimentación, lo que es bastante variable entre un fabricante y otro. Por ejemplo, un LED del fabricante “A” puede tener una vida útil de 50.000 horas dentro de la luminaria “B”, pero solamente 30.000 horas dentro de la ”C”, esto es en función al manejo de flujo de corriente y dispersión de calor.

Vía Flickr © dytrade

EL AVANCE TECNOLÓGICO Y LA POSIBILIDAD DE MANTENCIÓN
La tecnología de los LEDs  está en permanente evolución y cada día aparecen equipos nuevos, sistemas diferentes,  esto transforma los equipos LEDs en equipos desechables. Los fabricantes cambian constantemente sus equipos para seguir la evolución tecnológica y los productos del año pasado quedan obsoletos. Adicionalmente, no existe ningún tipo de estandarización y cada fabricante produce equipos en los cuales no existe compatibilidad con otro.

Si tomamos el ejemplo de una luminaria tradicional de alumbrado público que hoy tiene diez o quince años, esta puede aún ser fácilmente mantenida: se le puede intercambiar la ampolleta por otra (en general de varias marcas), se le puede cambiar los componentes eléctricos accesorios y la luminaria puede seguir funcionando. Con los LEDs esto es imposible, en general uno o dos años después de su comercialización los modelos han sido remplazados por otros diferentes y ya no se puede reparar, no existen repuestos, quedan obsoletos. ¿Qué harán las municipalidades frente a un caso de defectos o de vandalismo de algunas luminarias? ¿Cómo se puede ampliar un proyecto existente después de un par de años?

Vía Flickr © Michael Spencer

LA CALIDAD DE LA LUZ BLANCA EMITIDA POR LOS LEDS
Los LEDs no emiten luz blanca, pero si luz de color: rojo, azul, verde, o ámbar, por lo tanto para que emitan luz “blanca” se le agregan capas de fósforos, y así una luz azul llega a una luz “blanca”. Sin embargo en la realidad, tiene muchas veces un color amarillento, verdoso o violeta, entonces hay un serio problema con la calidad de la luz que entregan los LEDs. En general todos los LEDs de bajo costo producen una “luz blanca” de muy mala calidad que dificulta una buena visión del entorno y atenta al confort visual de los usuarios del lugar.

Existen LEDs que emiten una luz blanca de calidad aceptable, pero sólo son integrados en equipos de muy alto costo y emiten menos luz que las fuentes tradicionales, como es el fluorescente, ya que la cantidad de capas necesarias para filtrar desde el azul hacía el blanco es mayor, lo que disminuye mucho su rendimiento. Otros fabricantes agregan algunos LEDs rojos entre medio de los blancos para mejorar la apariencia del color.

Vía Flickr © ESI_design

LA ILUMINACIÓN ES UN TEMA DE PROFESIONALES, LOS LEDS UN TEMA DE AMATEURS
Los equipos profesionales de iluminación son fabricados y vendidos por empresas profesionales de iluminación, las cuales deben tener sólidos conocimientos técnicos y deben certificar la mayoría de los equipos que importan, por ejemplo cuando OSRAM quiere importar un tubo fluorescente a Chile, debe mandar a certificar por un laboratorio autorizado la calidad de su producto para tener la autorización de venderlo en el mercado.

Es muy diferente con muchos de los LEDs, la mayoría de las empresas que se han dedicado los últimos años al “negocio de los LEDs”, antes comercializaban café, calcetines o fósforos y no tienen ningún conocimiento técnico en iluminación. Son comerciantes que  ingresaron al “negocio de los LEDs” trayendo desde Asia, algunos contenedores de equipos y prometiendo la luna a los clientes, obviamente sin ningún conocimiento previo en iluminación y ellos no necesitan ninguna certificación.  Pueden vender los productos que quieren en el mercado, sin cumplir ninguna norma ni certificación, y muchas veces aprovechando el poco conocimiento de los clientes finales para prometerles maravillas que no serán cumplidas.

Vía Flickr © metaefficient

EL PRECIO DE LOS LEDS
Los equipos profesionales de iluminación equipados con LEDs cuestan hoy de 2 a 4 veces más que los equipos de iluminación equivalente con fuentes tradicionales, por lo tanto estamos frente a un problema, ya que los costos de inversión de las construcciones en Chile y en la región, son aún muy inferior al los de Europa o Estados Unidos y que el estado no subvenciona la instalación de este tipo de equipos como ocurre a veces en otros países. A nivel profesional, aún no se puede trabajar en iluminación general de edificios con tecnología LED, porque no hay presupuesto que lo resista.

Vía Flickr © mark hogan

¿PARA QUE SON LOS LEDS UNA BUENA SOLUCIÓN?

  • Entre otras se pueden citar algunas aplicaciones, para las cuales los LEDs son una solución:
  • Son sin duda una excelente solución cuando se necesita usar luz de color, ya que emiten mucho mas luz que cualquier otra fuente que se tiene que filtrar y permiten producir una gran cantidad de colores por adición de Rojo, verde, Azul, …
  • También son una excelente solución para varias aplicaciones  específicas en arquitectura, como los sistemas lineales de LEDs que ocupan un espacio muy reducido y permiten realizar efectos decorativos muy atractivos.
  • Son muy interesantes también cuando se requiere muy pequeñas cantidades de luz, en zonas acotadas, existen equipos de 1W, 2W, 3W, 5W,…  que permiten efectos muy precisos en superficies muy definidas o en espacios muy pequeños
  • Son una muy buena solución en todo lo que es iluminación de señalización, como son por ejemplo los semáforos,…
  • Son una excelente fuente lumínica para vehículos y algunas aplicaciones industriales por ser insensibles a las vibraciones.
Vía Flickr © indal lighting

Fonte: http://www.plataformaarquitectura.cl


« Previous Entries

Powered by Wordpress | Designed by Elegant Themes