AR 111 da linha Extreme LED Retrofit com sistema Plug-in

A Lâmpadas Golden traz mais um produto com tecnologia LED para atender o mercado de profissionais. Trata-se do modelo AR 111 da Linha Extreme LED, que se apresenta como uma alternativa mais eficiente e duradoura em relação à lâmpada halógena.

Disponível com 10W de potência, a lâmpada pode ser usada no lugar da halógena de 50W, com economia de energia de até 75% e sem perda de conforto visual. Além disso, tem a vantagem de durar 15 vezes mais que esta última, com uma vida útil que pode chegar a 30 mil horas, o que reduz os custos com manutenção.

Tem ainda a vantagem de não levar mercúrio em sua composição, por isso é considerada uma alternativa mais sustentável em termos de iluminação.

A Extreme LED AR 111 foi desenvolvida com desenho inovador para oferecer foco de luz bem definido, o que permite sua utilização em locais foto sensíveis, sem alterar as cores dos objetos e com baixa geração de calor. Devido seu design moderno e exclusivo e seu sistema “plug-in” de encaixe, dispensa o uso de equipamento auxiliar específico e pode ser aplicada tanto em áreas externas como internas sem a necessidade de adaptadores.

O produto com baixo consumo de energia funciona em baixa tensão (12V) e necessita da utilização de um transformador eletrônico Golden. Possui temperatura de cor amarela (2700K), o que o torna ideal para iluminação decorativa a grandes distâncias em setores onde a luz é usada de forma intensa, como hotéis, restaurantes, hospitais, lojas, shoppings e residências, entre outros.

O produto estará disponível no mercado a partir de outubro. A Extreme LED AR 111 pode ser adquirida mediante encomenda diretamente com o fabricante. Para maiores informações contatar _extremeled@lampadasgolden.com.br ou ligar para (11) 2122-6666 e falar com Elaine.

Dados técnicos

Potência: 10W

Temperatura de cor : 2700K

Tensão: 12V

IRC: 80

Ângulo de abertura: 35º

Vida útil: 30 mil horas


Avant orienta sobre segurança na iluminação natalina

Luzes coloridas tornam mais bonita a decoração de Natal, mas produtos de qualidade e alguns cuidados na instalação garantem tranquilidade na hora da festa

Chegam o Natal, as festas de final de ano e a hora de enfeitar as casas, jardins, lojas… Criar uma iluminação especial faz toda a diferença na hora de tornar o ambiente mais bonito e festivo. Mas o sucesso da decoração exige algo ainda mais importante: segurança. Para isso, a Avant – empresa especializada no desenvolvimento de soluções para iluminação – dá algumas dicas essenciais para evitar choques, curto-circuitos ou mesmo incêndio.

O mercado oferece diversas opções de produtos para iluminação decorativa, mas, antes de tudo, é preciso escolher uma marca de qualidade. O diretor comercial da Avant, Gilberto Grosso, chama a atenção para a compra de enfeites e demais produtos aprovados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), uma garantia de bom funcionamento desses itens.

“Cordões luminosos natalinos são um exemplo típico de ameaça invisível: populares e disponíveis em todo tipo de mercado a preços irrisórios, a grande maioria não possui certificação ou uma marca de qualidade que garantam que a fiação é composta de cobre, condutor natural da eletricidade. O mesmo é substituído por fio de alumínio, elemento mais barato, pobre condutor de energia elétrica e que superaquece com facilidade, gerando o derretimento da capa do fio e ocasionando curto-circuito”, afirma Gilberto Grosso.

Por este e outros motivos, projetos decorativos maiores e mais complexos exigem auxílio de um profissional habilitado, que poderá dimensionar corretamente os condutores e as cargas necessárias para a iluminação. Os mais simples podem ser executados pelo consumidor, desde que se atente para alguns detalhes:

  • não coloque enfeites de papel, papelão ou plástico em contato ou muito próximo às lâmpadas;
  • árvores ou enfeites energizados devem ficar afastados de cortinas, tapetes ou sofás, e as lâmpadas dos enfeites não devem ser instaladas sobre estruturas metálicas, que conduzem energia e podem causar acidentes;
  • isole corretamente as emendas dos condutores com fita isolante certificada, nunca com fita crepe ou fita adesiva de uso geral, e evite que os produtos ou isolações elétricas tenham contato com umidade e água;
  • evite o uso de adaptadores tipo benjamim, que podem sobrecarregar as tomadas e causar danos elétricos;
  • alterações ou manutenções devem ser realizadas quando as fitas e mangueiras estiverem desconectadas da eletricidade;
  • crianças e animais devem ficar longe do alcance das fiações; e antes de dormir ou sempre que sair de casa, desligue as decorações de Natal.

Produtos adequados

Grosso ressalta, entretanto, que nem todos os produtos para iluminação são recomendados para decoração natalina, seja pela pouca versatilidade, pelo alto consumo energético e pelo risco de causar acidentes, especialmente em crianças que se encantam com a decoração.

Seja para ambientes externos e internos, a Avant dispõe de uma extensa linha de produtos, entre os quais alguns são especialmente indicados para decorações natalinas: a Fita Flex LED Interna e a Fita Flex LED Externa e as Mangueiras Luminosas, que são fáceis de instalar, versáteis, seguras e permitem a composição de diversos ambientes, com baixo consumo de energia.

As Fitas Flex LED estão disponíveis em 31 modelos de cor, três opções de tensão e com ou sem RGB – sistema de alternância das cores. Contam com alta luminosidade graças à emissão de luz uniforme e constante e alimentação de energia elétrica sem variação e ausência de irradiação direta de calor. De fácil fixação, por meio da fita dupla face fixada na parte inferior, o produto valoriza a iluminação decorativa e tem durabilidade estimada em 30 mil horas.

A Mangueira Luminosa LED possui cobertura de PVC e pode ornamentar postes e árvores.  O cabo de força especial para mangueira LED funciona diretamente nas tensões de 127V ou 220V. É comercializada em rolos de 50 metros, com diâmetro de 13mm e possui 36 LEDs por metro. Está disponível nas cores branca, vermelha, azul, verde e âmbar. Não sofre a irradiação direta de calor e sua durabilidade é de até 100 mil horas.


GE Iluminação adquire Albeo Technologies

A GE Iluminação ampliou seu portfólio dedicado à tecnologia LED com a assinatura de um contrato para compra da Albeo Technologies, fabricante de luminárias fundada em 2004 e sediada na cidade de Boulder, no estado norte-americano do Colorado. Com a aquisição, a GE Iluminação poderá oferecer ao mercado uma solução LED ainda mais completa e integrada.

Os sistemas de LED da Albeo Technologies – que podem ser high-bay, low-bay, lineares, para montagem de superfície ou embutidas em móveis – atualmente iluminam instalações comerciais, depósitos, indústrias, câmaras frigoríficas, escritórios, centros de dados e processamento de alimentos, estacionamentos, escolas e instalações esportivas. Suas soluções têm ajudado na iluminação de instalações completas em LED. “Essa aquisição acelera nossa capacidade de desenvolvimento de tecnologias de ponta que proporcionam aos nossos clientes as soluções energeticamente eficientes que eles necessitam”, diz Maryrose Sylvester, presidente e CEO da GE Iluminação.

Os produtos da Albeo Technologies foram reconhecidos por 16 premiações independentes, seis delas do Departamento de Energia dos EUA. As soluções desenvolvidas pela empresa estão disponíveis nos canais de distribuição já existentes e agora, também, na rede de distribuição global da GE Iluminação. Há planos para que o portfólio agregado seja distribuído internacionalmente num futuro próximo.


Kit Cabinet LED autoadesiva Brilia – Simples e Fácil

O kit Cabinet, da Brilia, é a solução para quem quer iluminar ou dar um charme a prateleiras, nichos e armários. É composto por quatro barras interconectáveis e flexíveis com pontos de LED, com excelente luminosidade. A aplicação é muito prática, pois sua superfície é autoadesiva, podendo ser instalada na hora, sem um profissional. Um toque simples e rápido que muda a cara de seus móveis!

Fonte: Assessoria de Imprensa Brilia


IRC – Como a luz reproduz as cores do nosso dia a dia

Por Gilberto Grosso*

Muitas pessoas já passaram pela decepção de vestir uma blusa de cor amena no provador de uma loja e quando chegaram em casa, para espanto, a blusa tinha uma nova cor: berrante ou anêmica, mas muito diferente daquela aprovada. Ou então, ao se maquiar em sua residência e acertar nos detalhes de um blush suave, levar um susto ao ver no espelho do carro, já na rua, os excessos da maquiagem aplicada, sem entender onde errou. Ou, mais ainda, escolher uma cor de tinta na loja e, ao pintar a parede de casa, se deparar com uma cor diferente, suspeitando que, ao embalar, o lojista trocou sua tinta previamente aprovada.

Todas essas ocorrências têm uma explicação: estão relacionadas ao IRC – Índice de Reprodução de Cores, que é a qualidade de uma fonte de luz – natural (como o Sol) ou artificial (como as lâmpadas) – de reproduzir com maior ou menor fidelidade a cor original de um objeto ou ser vivo. E esse IRC varia de lâmpada para lâmpada, já que sua eficiência na reprodução do espectro visível de cores está ligada à tecnologia e às características técnicas de cada lâmpada.

Assim, numa casa ou loja, a lâmpada instalada pode ter baixa qualidade de reprodução de cores, alterando a cor natural do objeto para tons menos ou mais acentuados. Essa diferença de cor será percebida somente quando o objeto estiver iluminado por uma luz adequada para reproduzir as cores como elas são de fato.

Nessa escala chamada IRC, quanto mais próximo de 100 (índice de referência baseado no Sol), mais fielmente as cores serão percebidas. Portanto, existem lâmpadas com IRC 100 e muitas abaixo disso, o que explica as ocorrências citadas no início deste artigo.

É importante observar que o IRC não está associado à temperatura de cor – Kelvin – das lâmpadas, o que comumente identificamos como luz branca, neutra ou amarela, ou ainda luz fria e quente. Todas essas lâmpadas com temperaturas de cor diferentes podem ter a mesma qualidade de IRC.

Para o olho humano, todas as lâmpadas com IRC superior a 80 reproduzem bem o espectro de cores, e abaixo disso, já podemos notar diferenças na tonalidade. Um exemplo clássico de lâmpada com péssimo IRC está na iluminação de algumas ruas das nossas cidades: aquela que deixa tudo amarelado forte e que se trata de uma lâmpada de descarga de vapor de sódio.

Normalmente usada para uma “iluminação de passagem” em ruas e túneis, onde a reprodução de cor não é importante, essa lâmpada tem IRC 25, embora seu uso tenha proliferado por ter alta eficiência energética. No outro extremo da eficiência da reprodução de cor está a primogênita lâmpada incandescente – e grande consumidora de energia elétrica – com IRC 100, e as halógenas, mais conhecidas como dicroica, palito e PAR.

Assim, na hora de se maquiar, comprar uma roupa nova ou aprovar uma tinta, confirme se a lâmpada do ambiente tem IRC adequado para reproduzir fielmente as cores. Em caso de dúvida, faça como os mais experientes pintores de parede e examine a cor à luz do Sol: com certeza acertará 100% na escolha.

* Gilberto Grosso é Lighting Professional, possui ampla experiência na área de iluminação e é atualmente Diretor Comercial da Avant, referência nacional em soluções para iluminação


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