Avant doa urnas coletoras para reciclagem de lâmpadas

Divulgação/Avant

Com foco na correta destinação dos resíduos sólidos, a Avant, empresa que atua no mercado de iluminação, participou da Semana do Meio Ambiente, promovida pela Secretaria de Meio Ambiente do município de São Francisco do Conde (BA), cidade onde mantém uma unidade fabril. A empresa cedeu cerca de 100 urnas coletoras de lâmpadas queimadas para serem, posteriormente, destinadas a reciclagem.

A iniciativa vem ao encontro do Programa Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que prevê a responsabilidade compartilhada dos resíduos urbanos entre governo, empresas e população. Com o mote “De bem com a natureza”, as urnas da Avant estão disponíveis nos pontos comerciais da cidade e trata-se do primeiro passo para a destinação correta dos produtos.

Para Gilberto Grosso, CEO da Avant, o programa e a parceria com a prefeitura de São Francisco do Conde antecipam o atendimento a PNRS, que prevê a logística reversa de produtos que podem ser tóxicos caso sejam descartados incorretamente. “A expectativa é que a prefeitura colete em torno de cinco mil lâmpadas ao ano, independente da marca, e que serão encaminhadas para a correta descontaminação e descarte, dando continuidade ao seu ciclo de vida como matéria-prima na fabricação de novos produtos”, comenta.

Urnas coletoras são fundamentais

Com o aumento do consumo das lâmpadas conhecidas como econômicas ou compactas que gradativamente substituem as incandescentes, cresce a necessidade de cuidar desses produtos depois de utilizados. Isto porque, se quebradas, as lâmpadas fluorescentes emitem pequenas quantidades de mercúrio, um metal pesado tóxico e contaminante, que pode gerar problemas à saúde.

Diante disso, os cuidados começam no recolhimento, armazenamento, transporte até a própria reciclagem do produto. As urnas têm um papel fundamental no processo, pois evitam que as lâmpadas sejam danificadas. Consumidores, revendedores e fabricantes são responsáveis pelo fechamento deste ciclo.

Componentes ganham nova utilidade

Na empresa responsável pela reciclagem, as lâmpadas fluorescentes são desembaladas, contadas e armazenadas em pallets especiais. No processo, elas são quebradas e através de sistema de exaustão forçada é feita a captura do mercúrio. Também há a separação dos componentes metálicos.

Depois de totalmente descontaminado, o vidro pode ser utilizado na fabricação de novas lâmpadas ou na produção de esmalte para vitrificação de lajotas cerâmicas. O alumínio é refundido como metal secundário e o mercúrio recuperado é reutilizado por fabricantes de lâmpadas e outras indústrias.

Fonte: Jornal da Instalação


Rio de Janeiro recebe curso de etiquetagem de eficiência energética

Estão abertas as inscrições para o curso presencial “Etiquetagem PBE Edifica de Eficiência Energética em Edificações – Diretrizes para o Gestor Público”. O curso ocorre no Rio de Janeiro de 31 de julho a 02 de agosto.

O objetivo do curso é apresentar as diretrizes básicas para etiquetagem do nível de eficiência energética de edificações, estabelecida pelo Ministério de Minas e Energia, por meio da Eletrobras Procel, e publicada pelo Inmetro, com vistas a subsidiar as municipalidades no atendimento das necessidades atuais de sustentabilidade e eficiência energética e na sua incorporação em prédios públicos e instrumentos reguladores dos espaços edificados.

Inscrições e demais informações no site http://www.ibam.org.br/

Fonte: Jornal da Instalação


GE Power Conversion inaugura unidade no Brasil

Fábrica produzirá painéis elétricos e inversores de frequência de baixa e média tensão

Divulgação/GE

Em 2012, a GE Power Conversion foi responsável por uma parte do crescimento dos negócios da empresa na América Latina. Ampliar as atividades da divisão é o principal objetivo por trás do investimento de US$20 milhões na nova unidade de produção, localizada em Betim (MG). A operação estará completa até o final do ano. A unidade será responsável pela fabricação de painéis elétricos, inversores de frequência de baixa e média tensão, além de conversores para energia eólica.

Todos os componentes podem ser direcionados para diferentes setores, como petróleo e gás, indústria, energia, entre outros. A nova fábrica terá área de seis mil metros quadrados. A unidade antiga não seria suficiente para atender a demanda prevista pela empresa para sistemas de conversão de energia no Brasil e na América Latina.

“A inauguração da unidade é um dos sinais mais significativos do crescimento da GE no Brasil e no continente”, comenta Wendell Oliveira, presidente e CEO da GE Power Conversion para América Latina. “A nova fábrica e mais talentos são o que precisamos para apoiar a demanda forte e crescente para as nossas soluções na região, além de garantir a localização dos componentes, busca constante da GE nesta parceria histórica com o País”, detalha.

A fábrica iniciou suas operações no começo de abril deste ano, com três linhas de montagem para a produção de painéis de média e baixa tensão. As novas linhas de montagem para inversores eólicos e drives de média e baixa tensão serão contempladas durante a segunda etapa, prevista para o segundo semestre de 2013.

Referência Global

Com a nova unidade, a GE Power Conversion cria um modelo para os demais polos de conversão de energia da GE. “A empresa pretende usar a fábrica como referência para futuras salas de aula e para a montagem de equipamentos e processos. Isto se deve ao fato de toda a montagem manual e a movimentação de materiais serem executadas por um processo ergonomicamente melhor”, revela Thiago Tognetti, líder de Supply Chain da GE Power Conversion na América Latina.

Ainda de acordo com o executivo, os processos de produção e montagem foram estruturados com base no conceito de Just in Time, que garante melhor aproveitamento do tempo e 100% de sincronia com as demais atividades da unidade.

Fonte: Jornal da Instalação


Acaba prazo para comerciantes venderem lâmpadas da antiga Ence

Produtos de lotes antigos devem sair das prateleiras

A partir de 1º de julho, o mercado não poderá mais comercializar lâmpadas fluorescentes compactas que não estejam em conformidade com a Nova Ence, norma do Inmetro. A medida é obrigatória e válida para todos os estabelecimentos, como supermercados, home centers, e lojas de iluminação, de materiais de construção e de materiais elétricos.

Desde 1º de janeiro, os fabricantes e importadores não podem distribuir ao comércio produtos que não atendam à nova regra, que renova os padrões das lâmpadas, para que o consumidor tenha maior qualidade no tempo de vida, na eficiência luminosa e na segurança elétrica.

Para certificar-se de que o produto adquirido atende à nova regra, o consumidor deve verificar a data de fabricação do produto, que não pode ser anterior a 1 de julho de 2012 e a embalagem deve conter a etiqueta ENCE afixada. “As novas normas de eficiência do Inmetro atestam a melhoria do desempenho do produto, e toda atenção é pouca para não comprar gato por lebre”, alerta a analista de Marketing da Golden, Renata Pilão.

Embora o Inmetro proíba a comercialização dos produtos antigos a partir de 1º de julho, somente a atenção do consumidor impedirá que estabelecimentos desatentos à norma continuem a disponibilizá-los em suas prateleiras, segundo Pilão. “Doravante, se a venda do produto fora do padrão continuar, a responsabilidade é única e exclusiva do estabelecimento comercial e a indústria não pode ser penalizada, visto que desde janeiro os produtos fabricados se encaixam no novo padrão”, afirma.

Mudanças

A iniciativa assegura o aumento da eficiência energética das lâmpadas compactas em  8%. Para modelos de 15W, por exemplo, a eficiência mínima passa de 50 lm/W para 56 lm/W. A tabela abaixo mostra a comparação de potências comuns no mercado, antes e depois da mudança:

Potência Eficiência mín. Ence Antiga Eficiência mín. Nova Ence Aumento na eficiência
15W 50 lm/W 56 lm/W 10,7%
20W 55 lm/W 59 lm/W 6,7%
25W 55 lm/W 59 lm/W 6,7%

Os novos produtos devem atender outros critérios estabelecidos, que incluem maior durabilidade e menor perda de eficiência energética. No caso da lâmpada fluorescente compacta com reator integrado, o tempo de vida mediana não pode ser menor que 6.000h e a lâmpada não pode perder mais do que 20% da sua eficiência energética quando completar 2.000h de vida. Além disso, uma lâmpada com mais de 25W de potência deverá ter seu fator de potência (fp) maior ou igual a 0,92. O valor indica se o produto está consumindo a energia adequadamente.


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