Iluminação como aliada da segurança e redução dos custos de energia para postos de abastecimento

Tecnologia LED é apresentada na ExpoPostos como aliada da gestão

O posto de combustível é um lugar comum para todas as pessoas, seja para abastecer, fazer pequenos serviços de manutenção em automóveis ou para utilização da loja de conveniência ou lanchonete. Nele a boa visibilidade é essencial, tanto para conforto e segurança dos usuários, para o desempenho das funções dos funcionários como para garantir uma boa comunicação visual dos produtos e serviços oferecidos, entre eles avaliar a cor da gasolina ou etanol. Neste aspecto, o lighting designer da Lâmpadas Golden, Felipe Marcili, afirma que “a  iluminação é um quesito fundamental para o usuário poder identificar produtos, acompanhar os medidores das bombas, avaliar as condições de seu veículo na breve parada, entre outros”.

O especialista em desenvolvimento de projetos eficientes da Golden explica que a iluminação com lâmpadas de descarga de alta pressão é a mais utilizada em postos de combustível, geralmente nos modelos vapor metálico de 400W ou 250W de potência, as quais estão inseridas num conjunto de luminária e equipamento.  “De uso específico, a luminária necessita de um determinado grau de proteção dos seus componentes (lâmpada e reator), que por estarem semiexpostos, demandam uma prevenção dos mesmos contra a poeira e a projeções de água, pois seus componentes são extremamente sensíveis”.

Em sua avaliação, estas lâmpadas extremamente fortes, além de ofuscar a visão, consomem muita energia.  Mas, as desvantagens não param por aí. Além do consumo de 400W da lâmpada, é preciso acrescer o consumo do reator, que pode chegar a 15%. A perda de fluxo luminoso após certo tempo de uso é outro aspecto limitador da lâmpada de vapor metálico. Segundo Marcili, “esta perda não se dá de modo uniforme e o resultado é uma iluminação por vezes heterogênea com o passar do tempo, visto que algumas lâmpadas ficam muito fracas enquanto outras queimam”. Como é composta de multivapores metálicos, qualquer irregularidade pode destoar na cor da luz emitida e como resultado alguns lugares podem ser mais iluminados que outros, deixando de ter a uniformidade luminosa que se espera.

Com o advento do LED (Diodo Emissor de Luz), grande parte dos problemas acima citados deixa de ocorrer. Enquanto a metálica tende a queimar após 12 mil horas de funcionamento, as luminárias LED têm uma duração média de 50 mil horas. Com maior durabilidade, também impacta positivamente na redução dos custos com manutenção. Um dos aspectos mais positivos desse sistema é o baixo consumo de energia, com alto fator de aproveitamento de fluxo luminoso se comparada com o sistema tradicional. Além disso, diferentemente da lâmpada de descarga de alta pressão, possui baixa emissão de calor, sem contar que os sistemas de iluminação LED são compostos por elementos livres de substâncias que são prejudiciais para o meio ambiente e ao ser humano, como o mercúrio existente nas lâmpadas fluorescente e descarga de alta pressão. A própria luz emitida pelo diodo não infringe a faixa de radiação infravermelha e ultravioleta.

Estudo de caso

Reforma na área de abastecimento de um posto Shell em São Paulo, onde o sistema de iluminação composto por 14 luminárias com lâmpada tubular de vapor metálico de 400W deu lugar a luminárias LED de 135W de potência, o que permitiu aumentar o nível de luminância em 28% e reduzir 71% do consumo de energia. O consumo mensal caiu de 6.440W para 1.890W.

Foi utilizado o modelo Gas Station da Linha extreme LED da Golden, produto específico para este segmento que utiliza um sistema completo que agrega corpo (luminária), lâmpada (LED) e o equipamento  (fonte de alimentação), tudo em uma única peça, com aproveitamento de 100% do fluxo.  Foram utilizadas lentes que distribuem a luz emitida de maneira uniforme e evitam penumbras em locais que estão mais distantes do ponto de luz.

Em 36 meses será possível recuperar o valor do investimento. Como o produto tem uma estimativa de vida de 11 anos, o gestor contará com cerca de 8 anos usufruindo da economia propiciada pela redução do consumo de energia e não terá custos com compra de lâmpadas e também não irá investir em mão de obra especializada para fazer essa manutenção.

Veja comparativo de consumo na tabela abaixo:

Isto tudo faz do LED uma tecnologia adequada em iluminação para postos de abastecimento que vai além do efeito visual para atrair cliente, pois engloba uma ferramenta de gestão para auxiliar na redução dos custos. Este é um aspecto relevante para estabelecimentos que funcionam no período noturno, quando a demanda por iluminação artificial é maior.


GE busca talentos em meio ambiente, saúde e segurança do trabalho

A experiência mundial da GE na formação de novas lideranças foi estendida no Brasil para desenvolver jovens talentos com foco específico na área de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho. Até 31 de agosto, a companhia recebe inscrições para o EHSLP (Environment, Health and Safety Leadership Program), uma das mais novas áreas do Programa de Trainee da GE no País. Outros cinco segmentos do programa também estão com vagas abertas nesse prazo, com foco nos setores de TI (ITLP), Finanças (FMP), Operações e Manufatura (OMLP), Marketing/Comercial (CLP) e Engenharia (EEDP). As inscrições podem ser feitas pela internet, acessando o endereço ge.com/br/careers.

O EHSLP é um programa intensivo com 24 meses de duração, preenchidos com rotações de seis meses em diferentes negócios da GE. O objetivo é formar futuros líderes capazes de conduzir o atendimento a metas de sustentabilidade, saúde e segurança do trabalho nas áreas de manufatura, em diversos negócios da GE no Brasil. Para isto, o trainee também conta com cursos, treinamentos e seminários interativos visando desenvolver habilidades técnicas, financeiras, de negócios e de liderança. O trabalho, em parceria com equipes de EHS, ainda inclui atividades de tutoria e coaching.

“Com o programa EHSLP, olhamos para o futuro e aceleramos o desenvolvimento de novas lideranças que nos agregam grande valor ao mitigar riscos e ajudar a conduzir trabalhos com reduzido impacto socioambiental”, afirma Antonio Pinho, diretor de EHS da GE para a América Latina. “Cada líder de EHS deve carregar consigo esses valores e garantir o atendimento às normas de compliance nos diversos negócios da GE. Ao fabricar motores a gás, turbinas aéreas ou equipamentos de saúde de alta tecnologia, eliminamos impactos ao meio ambiente, ao bem estar dos colaboradores e à comunidade”, explica.

Os sistemas de gerenciamento de EHS da GE devem atender a 21 elementos de saúde e segurança e seis elementos de meio ambiente – ar, água, resíduos, transporte de resíduos e materiais perigosos, controle de químicos e meio ambiente em geral. As atribuições do profissional da área incluem, entre outras, certificar fornecedores cuja atuação atende a normas de licenciamento ambiental e tratamento e armazenamento de resíduos, além de garantir que todos os funcionários trabalhem de acordo com os indicadores de saúde e segurança exigidos pelo mercado.

Os critérios para a seleção de profissionais no programa EHSLP incluem formação acadêmica voltada para a área (preferencialmente Engenharia Ambiental), dois anos de experiência e fortes habilidades de liderança, analíticas, interpessoais e de comunicação.

Clique aqui para visualizar detalhes sobre os requisitos exigidos, o processo de seleção e as inscrições, para todas as áreas do Programa de Trainee 2014 da GE.


Aumenta busca por produtos sustentáveis em iluminação

Aos poucos, a barreira do preço começa a ser superada pelas vantagens tecnológicas e ambientais e por programas de incentivo.

Consumidor tem mudança de comportamento após banimento das incandescentes acima de 60W, que acontece desde julho de 2013. A sustentabilidade e a busca por tecnologia de ponta estimulam as vendas de produtos eficientes, forçando a indústria de iluminação a diversificar seu portfólio de produtos e modelos para ganhar mercado frente também ao acirramento da concorrência.

A retirada gradual das incandescentes de baixo rendimento do mercado, que iniciou em 30 de junho de 2012 e terá seu processo concluído em 2017, já influencia na mudança do padrão de consumo de lâmpadas do brasileiro. Na opinião do diretor de Marketing da Lâmpadas Golden, Flavio Takeda, um fluxo maior de pessoas migrará para a fluorescente compacta, conhecida como lâmpada econômica por sua durabilidade 8 vezes maior e com menor consumo de energia frente à incandescente. Já a migração direta para o LED, outra alternativa de iluminação ainda mais eficiente, tem sido feita por uma menor parcela da população. “As camadas de baixa renda, forçadas a fazer a migração de tecnologia com a retirada das incandescentes do mercado, buscam a alternativa mais barata disponível, no caso a lâmpada fria. Já uma parcela menor tem migrado diretamente para o LED porque gosta”, afirma Takeda.

Entre os que optam pelo LED, o quesito custo tem sido posto em segundo plano, prevalecendo aspectos relacionados a vantagens tecnológicas, tais como possibilidade de dimerização e controle de cor, temperatura de cor mais agradável frente à lâmpada fluorescente compacta e diversidade de formatos que imitam as incandescentes.  Segundo Takeda, “neste grupo, a busca pela eficiência não é fator desencadeador de compra, mas uma decorrência”.

A grande dificuldade que a indústria de lâmpadas enfrenta é garantir um retorno de investimento rápido frente ao preço ainda elevado da tecnologia LED. O executivo avalia que não existe dúvida quanto à vantagem do investimento, mas ressalta que  “o consumidor doméstico ainda não consegue achar uma vantagem financeira imediata”.  Ao longo se sua vida útil, que pode chegar a 14 anos, o LED se paga após 16 meses. Este tempo de retorno do investimento, contudo, tende a diminuir com o aumento da demanda.

O executivo alerta o consumidor para estar atento à grande oferta de produtos com tecnologia LED no mercado com preços mais atrativos, porém com componentes de segunda linha que comprometem a qualidade e o desempenho. Em sua opinião, “esta enxurrada de produtos de baixa qualidade no mercado só será superada quando o governo incentivar um programa de normatização”.

Embora o consumo de LED no país venha crescendo cerca de 30% ao ano, segundo dados da Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação) ele representa somente 10% do consumo nacional. As indústrias de iluminação apostam no crescimento doméstico do LED. Segundo projeções da Golden, até 2017 cerca de 50% dos lares brasileiros usarão LED.

Já na área empresarial, apesar da inquestionável vantagem do LED sobre as outras tecnologias em termos de eficiência energética, sua adesão não corre no mesmo ritmo em todos os setores da economia. A demanda por luz acesa durante longos períodos do dia e a necessidade de economia colocam hotéis, estabelecimentos comerciais, postos de gasolina e hospitais como os maiores nichos de mercado no momento. No setor público, lugares de difícil acesso para manutenção têm encontrado no LED uma alternativa mais duradoura para geração de luz.

Devido ao elevado investimento, a indústria deverá ser um dos últimos setores a aderir ao LED, alerta Takeda. Apesar de sua vantagem na redução do consumo de energia e de não prejudicar o solo no descarte porque não possui metais pesados em sua composição, a indústria enfrenta dificuldade de abrir mão de recursos para investimento em equipamentos de iluminação de elevada eficiência. Para isso, a Golden criou um programa de incentivo que prevê o financiamento da linha LED para estabelecimentos empresariais. É uma alternativa que encontrou para estimular o desenvolvimento econômico sustentável através da aplicabilidade de produtos de iluminação com baixo consumo e maior durabilidade, sem descapitalizar as empresas. Com esta estratégia “é possível financiar o projeto, adquirir e instalar a tecnologia LED sem um desembolso inicial, visto que o valor que o cliente irá deixar de pagar na sua conta de luz, por conta da redução no consumo de energia e na manutenção, será transformado na parcela do financiamento. Após o término do mesmo, o cliente irá se beneficiar do valor economizado”, finaliza Takeda.

(*) A Golden estará presente no Greenbuilding Brasil 2013, que acontece de 27 a 29 de agosto, em São Paulo.


São Paulo terá primeiro apartamento sustentável

São Paulo, agosto de 2013 – Esta semana começa a 4ª edição da Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo, que será realizada de 27 a 29 de agosto no Expo Center Norte, em São Paulo. Lá, iluminação, revestimentos, telhados verdes, tintas, estruturas para fachadas, produtos para banheiros e incontáveis soluções sustentáveis para construção e reforma de casas, edifícios comerciais, hospitais e escolas “verdes” estarão em destaque.

Uma série de cases de residências sustentáveis serão apresentados na Conferência internacional do evento. Em São Paulo, o Projeto Residência Sustentável é um dos cases que transformou um apartamento-cobertura, com 470m localizado na Alameda Franca, Jardim Paulista, em um projeto sustentável, e estará aberto para visitação. O apartamento-modelo sustentável – esforço conjunto de diversas empresas – alia conforto, beleza e tecnologias que já podem ser realidade em lares brasileiros.

Os produtos apresentados pelos expositores na 4ª Conferência & Expo Greenbuilding Brasil são de baixo impacto ambiental e traduzem diversos aspectos positivos para o meio ambiente, como economia de água e energia e  mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

Um estudo divulgado recentemente pelo GBC Brasil (Greenbuilding Council Brasil) e a Ernst&Young, destaca a participação do segmento de Edificações sustentáveis no PIB nacional – que vem aumentando consideravelmente ao longo dos últimos três anos – e chegou a marca de R$ 22 bilhões em 2012. O estudo aponta um aumento das construções na composição do PIB brasileiro de Edificações: em 2010, os “prédios verdes” não ultrapassavam 3% dessa rubrica, um percentual que dobrou no ano seguinte e chegou a 9% em 2012. As perspectivas apontadas no estudo sinalizam expectativas positivas para o maior evento do setor na América Latina.

Além de ter sido o primeiro país latino-americano a requerer um certificado LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) ainda em 2004, o Brasil ocupa o 4º lugar no ranking mundial de construções sustentáveis, e logo deverá alcançar a terceira posição – desbancando os Emirados Árabes – e ficando atrás somente dos EUA e China. O GBC Brasil já registra 769 empreendimentos em busca de certificação e 109 já certificados em todo o País.

Confira o Pautão com as principais novidades da Greenbuilding Brasil

Programação completa em www.expogbcbrasil.org.br

AGENDA

Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo
Data: De 27 a 29 de agosto de 2013 | 30 de Agosto – Visitas Técnicas
Local: Expo Center Norte, São Paulo
Horário: Exposição: das 10 às 19 h
Conferência: das 9 às 18 h
Visitas: das 8 às 13 h


LUMICENTER | Iluminação básica e introdução sobre uso dos LEDS, aplicações de iluminação arquitetônica e paisagismo


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