ULTRALED Refletor FIT tem metade da espessura dos tradicionais

Em iluminação de destaque a grande novidade da Lâmpadas Golden é o Refletor FIT da linha ULTRALED, que está 50% mais fino.

É indicado tanto para iluminação interna como externa, pois devido à proteção IP 65 pode ficar exposto ao tempo. Para dar mais recursos de aplicabilidade, está disponível em três potências (10, 30 e 50W) e três temperaturas de cor verde, 6000 k (luz branca fria) e 2700 K (luz branca morna).

Graças a seu acabamento em pintura eletrostática e seu ângulo de abertura de 135º, permite uma uniformidade na distribuição da luz. O vidro temperado garante mais segurança em caso de possíveis quebras.

Com baixo consumo de energia (até 85% de economia) e durabilidade de 30 mil horas, tem a vantagem de não requer equipamento auxiliar para funcionamento  o que permite sua instalação direta na rede elétrica, visto que já tem um driver incorporado.

O produto lançado na Expolux 2014 chega ao mercado em julho e poderá ser encontrado em lojas de materiais elétricos e home centers. Para maiores informações contatar  vendas@lampadasgolden.com.br ou ligar no (11)2122-6666.

Dados técnicos

Potência: 10W, 30W e 50W

Tensão: bivolt

Cor: verde, 2.700K e 6.000K

Vida mediana: 30 mil horas

IRC: ≥ 70

Preço: sob consulta


Como descartar fluorescentes?

Fonte: Planeta Sustentável / Afonso Capelas Jr.

FLORESCENTES_OK_3

Dias atrás uma leitora enviou mensagem perguntando o que fazer com as lâmpadas fluorescentes queimadas: jogar no cesto de recicláveis normalmente? Levar para um ecoponto? Encaminhar para o fabricante?

Aliás, abro parênteses para dizer que muitos leitores deste blog publicam aqui suas dúvidas sobre questões práticas de sustentabilidade. Você também tem alguma interrogação na cabeça? Pois seus problemas acabaram. A partir de hoje, o Sustentável na Prática também vai esclarecer as incertezas de seus leitores. Envie suas perguntas para o email pergunteaoafonso@gmail.com. Em breve elas serão respondidas e você será um feliz cidadão sustentavelmente bem informado.

Quanto às fluorescentes, vamos por partes. Em primeiro lugar, embora seja uma alternativa mais sustentável e econômica às lâmpadas incandescentes (que, inclusive, deixarão de ser produzidas e importadas no próximo mês, como informa o post Incandescentes se apagam de vez) as fluorescentes contém substâncias químicas altamente tóxicas – a mais nociva é o mercúrio – e não podem ser simplesmente jogadas no lixo comum.

Estima-se que no Brasil perto de 250 milhões dessas lâmpadas sejam descartadas todos os anos. Apenas 20% delas são devidamente recolhidas para a separação dos itens tóxicos e reciclagem das demais partes que as compõem. O resto delas, bem, o resto vai parar nos aterros sanitários e lixões a céu aberto, deixando um perigoso rastro de riscos iminentes à saúde pública e ao meio ambiente.

A nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) que já está em vigor, embora ainda não totalmente implantada, prevê que os fabricantes e importadores serão responsáveis pelo recolhimento das lâmpadas fluorescentes e o devido encaminhamento à reciclagem. A PNRS também diz que os consumidores terão a responsabilidade de separar as lâmpadas queimadas e enviá-las para seus fabricantes/importadores.

Por enquanto, contudo, esse sistema ainda não foi colocado em prática no Brasil. Há ainda uma discussão entre empresas e o Ministério do Meio Ambiente para acertar como ficará o sistema de logística reversa que, apesar do nome complicado nada mais é que o recolhimento e reciclagem dos produtos – por parte de fabricantes e importadores – depois de consumidos e descartados pelos cidadãos.

Qual é a saída, então? Bem, no momento o mais certo mesmo é evitar jogá-las no lixo. Os ecopontos – postos de coleta de entulho disponibilizados por diversas prefeituras brasileiras – não recebem esse tipo de material.

O melhor a fazer, por enquanto: separe e armazene as lâmpadas imprestáveis em lugares seguros, bem longe das crianças, em sua casa. Evite que elas se quebrem para que não liberem as substâncias contaminantes. E fique de olho em redes de lojas de material de construção e supermercados que fazem a tarefa que,em breve, será dos fabricantes e importadores: elas mantêm, na maioria das suas unidades, pontos de descarte de fluorescentes que depois serão levadas para a reciclagem.

Aqui vão algumas dessas empresas: rede Walmart (Central de Relacionamento 0800-705-5050); Leroy Merlin (SAC 4020-5376, para ligações a partir das capitais e 0800-020-5376, para ligações a partir de outras regiões do país) e os supermercados do Grupo Zaffari, com lojas em várias cidades do Sul do país (consulte a relação de lojas no site). O portal da fabricante Osram mantém uma página com uma relação de empresas recicladoras de lâmpadas fluorescentes.

Vá à luta. Adotar uma postura sustentável requer um pouco de esforço e muita boa vontade.


Treinamentos em iluminação


X-LED do Brasil e Orion do Brasil finalizam fusão

A X-LED do Brasil e a Orion do Brasil anunciam a fusão das empresas a partir de junho de 2014, e a criação de uma sociedade com solidez no mercado de iluminação. O resultado dessa associação é uma empresa de capital brasileiro consolidada na fabricação de componentes para iluminação eficiente e na comercialização de produtos com tecnologia Light Emitting Diode (LED).

Amadurecida ao longo dos últimos seis meses, a fusão surge no momento de grandes oportunidades no mercado nacional e internacional. A associação nasce a partir de uma visão convergente de futuro, particularmente relacionadas ao meio ambiente e às políticas de sustentabilidade desenvolvidas para órgãos públicos e empresas privadas.

O capital humano também representa um dos principais fatores de competitividade com a fusão da X-LED do Brasil e a Orion do Brasil. Com experiências complementares, a junção promove a atuação de ambas às equipes em todos os processos: fabricação, comercialização e assessoria em projetos.

Como resultado da associação, o time de colaboradores será ampliado para cumprir o plano de expansão da produção e da linha de produtos, correspondendo às expectativas da rede de representantes e clientes. “Nosso objetivo é ampliar o quadro de funcionários em breve, com a criação do segundo turno no setor de produção”, afirma Mari Pacheco, diretora geral da Orion do Brasil. “A fusão entre as empresas amplia nossas expectativas frente ao mercado”, completa a diretora.

Para Davi Teixeira, diretor geral da X-LED do Brasil, um dos aspectos mais significativos da fusão diz respeito à capacidade empreendedora de ambas as associadas. “Trata-se de duas empresas sadias economicamente e que a partir deste momento passam a unir experiência como fabricante e distribuição dos produtos”, finaliza Teixeira.

Jornal da Instalação


Incandescentes de 60W serão extintas do mercado brasileiro

As lâmpadas incandescentes de 60W deixarão de ser vendidas a partir de 1º de julho deste ano. Conforme a assessoria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a Portaria Interministerial nº 1.007 determinou o fim da comercialização.

Segundo a assessoria, essas lâmpadas não atendem as regras fixadas pela portaria como os índices mínimos de eficiência luminosa e a potência elétrica consumida. “Elas deixarão de ser comercializadas como também produzidas. Aquelas incandescentes que atendem às características obrigatórias serão vendidas até junho de 2015. Mesmo assim, a substituição por outros modelos, como as lâmpadas de LED, deve ocorrer até 2016”, explica.

A Associação Brasileira da Indústria da Iluminação (Abilumi) explica que, as incandescentes de 40W e 25W também sairão do mercado consumidor em 2016. Só no ano passado, foram compradas 250 milhões de lâmpadas incandescentes. “Qualquer lâmpada que substitua as incandescentes podem representar economia de até R$ 25 por ano. As mesmas podem ser compactas, incandescentes halógenas ou LED. Essas últimas, por exemplo, podem reduzir em até 80% no consumo de energia.

No entanto, a economia não é só financeira, o Meio Ambiente também lucra com a troca. “Os novos modelos têm menor produção de calor e de gás carbônico – que agrava o efeito estufa”, acrescentou.

Os órgãos afiliados ao Inmetro fiscalizarão se os comerciantes obedecem ou não a proibição.


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