FLC é premiada como líder em vendas

A FLC, fabricante de lâmpadas de LED, eletrônicas e Halógenas e com 23 anos no mercado, recebe mais uma vez o selo de Líder em Venda 2015 na categoria alimentar. A pesquisa é desenvolvida pelo instituto Nielsen e promovida pela Revista SuperHiper, veículo oficial da Associação Brasileira de Super mercados.

De acordo com João Geraldo, presidente da FLC, essa premiação reflete a tradição da marca e a confiança dos clientes e consumidores. Reforça também, os principais pilares da companhia, de qualidade, inovação e eficiência na entrega, garantindo que nossos produtos cheguem ao consumidor com rapidez e no momento certo.


Tramontina Eletrik lança luminárias à prova de explosão na FIEE 2015

Considerando as feiras setoriais uma das vias mais importantes para estreitar relacionamento com clientes e divulgar produtos, a Tramontina Eletrik, por meio de sua divisão Ex, participará da FIEE 2015 – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação. Os visitantes do evento, que será realizado entre os dias 23 e 27 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP), poderão conhecer os lançamentos da empresa, que espera superar os resultados verificados na última edição.

Entre as novidades expostas na FIEE, destacam-se as luminárias para ambientes onde há a presença de atmosferas explosivas. A luminária LED, por exemplo, é fabricada em liga de alumínio copper-free e tem acabamento em pintura eletrostática a pó na cor cinza Munsell N6.5, com proteção à prova de explosão (Ex d) para zona 1, grupo de gases IIC e classe de temperatura T6. Em formato redondo e design moderno, compõe-se de cinco conjuntos de LED alimentados independentemente, com 130W de potência (aproximadamente 20.000 lumens).

Destaque também para as Luminárias Fluorescentes e as Luminárias Fluorescentes de Emergência para atmosferas explosivas, fabricadas em poliéster reforçado com fibra de vidro na cor cinza claro e difusor em policarbonato transparente, para lâmpadas de 18W, 36W e 58W.

O LED está presente ainda em outra novidade: na luminária para iluminação pública, produzida em alumínio e com design moderno. Seu alto rendimento supera 20.000 lumens com 150W de potência.

Com foco no mercado industrial, especialmente refinarias, plataformas, silos e indústrias alimentícia e farmacêutica, a Tramontina Eletrik apresentará, ainda, as linhas CEEx de caixas de ligação de segurança aumentada e segurança intrínseca e a Linha PCEx de prensa-cabos à prova de explosão e segurança aumentada para cabos não armados e armados, além de todas as conexões e acessórios à prova de explosão.

Serviço

28ª FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação

Data: 23 a 27 de março

Horário: 2ª a 5ª feira, das 13h às 21h; 6ª feira, das 13h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Endereço:Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Localizaão do estande: Rua H, nº 599


Golden lança lâmpada com estética retrô

A Lâmpadas Golden lança a ULTRALED Vela com filamento interno e bulbo transparente, o que a aproxima do design da incandescente. Sua aparência retrô, decorrente do filamento que remete ao tungstênio, é uma tendência em termos de decoração, contribuindo para criar um ambiente intimista e aconchegante graças a sua luz branca morna (2700K).

Esta lâmpada Vela com 4 W de potência e tecnologia LED vem para substituir a incandescente de 40W em iluminação decorativa de arandelas e abajures ou em iluminação geral com lustres de cristal, dando requinte ao ambiente. Ela é uma alternativa à lâmpada de Edson, que está em processo de retirada do mercado devido seu elevado consumo. A ULTRALED Vela possui uma tecnologia 90% mais econômica e que dura até 8 anos. Neste mesmo período seriam necessárias 24 trocas da incandescente.

O novo modelo da Lâmpadas Golden da pode ser encontrado a partir de março em lojas de materiais elétricos  e home centers. Para maiores informações contatar  vendas@lampadasgolden.com.br ou ligar no (11)2122-6666.

Dados técnicos

Potência: 4 W

IRC: 80

Fluxo luminoso: 400 lm

Temperatura de cor: 2.700 K (luz branca morna)

Duração: 15 mil horas

Tensão: bivolt

Preço sugerido pelo fabricante: R$ 43,00


LED é alternativa para compensar o aumento do custo de energia

A conta de luz está mais cara. O reajuste de 40% anunciado pelo governo não encerra o ciclo de aumento em decorrência principalmente da crise hídrica e dos empréstimos feitos pelo governo às distribuidoras, segundo documento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Para o consumidor, uma alternativa é reduzir o consumo de energia como forma de minimizar o impacto. Substituir equipamentos por tecnologia mais moderna e eficiente é uma saída. No quesito iluminação, que corresponde por 20% do consumo doméstico de energia, só perdendo para chuveiros (33%) e geladeiras (30%) segundo a Coelce – Companhia Energética do Ceará, uma sugestão da indústria é trocar a lâmpada incandescente por LED antes que o aumento venha.

“A incandescente usa 95% da energia consumida para emitir calor, somente 5% para iluminar. Já o LED tem uma proporção muito mais eficiente no consumo de energia e no que é aproveitado, sendo até 90% mais econômico, conforme o modelo”, afirma o consultor em iluminação da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros. O especialista aconselha o consumidor a investir nesta tecnologia, para compensar o novo reajuste de energia. O custo com aquisição de uma lâmpada modelo A60 de 10W, que tem a mesma intensidade luminosa de uma incandescente de 60W, se pagará em 5 meses.

Antes do aumento, o consumo anual com uma incandescente de 60W era de R$ 48,38 (8h de uso/dia). Com o reajuste da tarifa, o consumo por ponto na tecnologia tradicional passou para R$ 69,12 (8h de uso/dia). Com a mesma intensidade luminosa é possível usar o LED de 10W com uma economia de 84%. Com um consumo de R$ 11,52 (8h de uso/dia) por ponto, o LED é uma alternativa para reduzir o impacto da elevação do custo de energia no quesito iluminação.

A substituição beneficia no longo prazo, já que a tecnologia LED tem uma duração 33 vezes maior que a incandescente. A troca também é simples, já que o modelo não requer substituição de soquete e o driver já vem embutido.


Indústria do LED diz que país pode reduzir 10% do consumo de energia

Estudo da Abilux aponta medidas de curto, médio e longo prazos.
Indústria defende troca de 5 milhões de pontos de iluminação pública.

Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo

Avenida 23 de Maio foi o primeiro ponto na cidade a ter iluminação de LED (Foto: Taiane Ferreira/Secretaria de Serviços)
Avenida 23 de Maio foi o primeiro ponto na cidade de São Paulo a ter iluminação de LED (Foto: Taiane Ferreira/Secretaria de Serviços)

A Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação) apresentou nesta quinta-feira (12) um conjunto de medidas para a redução do consumo de energia no Brasil focado na maior utilização e disseminação de lâmpadas LED.

A indústria de iluminação afirma que o conjunto de 10 medidas permitirá a médio e longo prazo uma economia de até 10% do consumo atual de energia no país.

“Em 4 anos, num cenário otimista, acreditamos que seja possível reduzir pelo menos 6%”, afirma o diretor técnico da Abilux, Isac Roizenblatt.

Dentre as propostas, está a substituição de ao menos 5 milhões de pontos de iluminação pública. Segundo a Abilux, dos cerca de 17 milhões de pontos existentes nas ruas do país, ao menos um terço ainda é de lâmpadas de mercúrio (que emite uma luz de aparência branca-azulada), cuja eficiência é bem inferior às de sódio e às de LED.

Só com esse medida, segundo a Abilux, a redução do consumo de energia no país chegaria a quase 1%.

“Tem que começar pelo maior atraso. As lâmpadas de mercúrio estão na iluminação pública desde 1930. As lâmpadas de sódio já tem o dobro da eficiência, mas com o LED a economia passaria a ser de 70% da energia consumida”, diz Roizenblatt, coordenador do estudo da Abilux.

As lâmpadas LED além de gastarem menos, garantem melhor aproveitamento da luz, não esquenta, e duram bem mais. Elas chegam a consumir 1 décimo da energia gasta por uma incandescente (Veja video ao lado).

O maior obstáculo é que o investimento inicial é muito alto. Uma lâmpada dessas custa até 5 vezes vezes mais do que uma comum.

Os fabricantes argumentam que os ganhos de longo prazo com a economia no gasto de energia e maior vida útil das lâmpadas de LED compensam o investimento.

“A iluminação pública consome cerca de 3,5% da energia elétrica no país. Só a mudança destes 5 milhões de pontos representa uma economia de 3,7 TWh (Terawatt-hora) ao ano, algo como uma economia anual de R$ 1 bilhão”, estima Roizenblatt.

Entre as outras medidas defendidas pela Abilux estão redução da carga tributária para os produtos que utilizem LEDs, criação de linhas de financiamento a projetos de iluminação eficiente e até mesmo incorporação da nova tecologia nas casas do programa Minha Casa Minha Vida.

A partir deste conjunto de medidas, a associação acredita que aumentará também o estímulo para a adoção do LED dentro das residências.

“O Brasil já está trocando as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes compactas. Mas a eficiência do LED já é quase o dobro”, diz o diretor.

Lista de 10 propostas da Abilux
1. Troca dos 5 milhões de pontos de iluminação pública existentes com lâmpadas a vapor de mercúrio (50 lumens por Watt) por luminárias modernas com LEDs (>100 lumens por Watt) com controles inteligentes.

2. Mudança no programa de subsídios ou gratuidade na substituição de lâmpadas incandescentes (14 lumens por Watt) com a entrega de lâmpadas fluorescentes compactas (50/60 lumens por Watt) por lâmpadas LED (80/100 lumens por Watt).

3. Entrega de casas do programa Minha Casa Minha Vida e programas similares já com o ponto de luz com luminárias e lâmpadas eficientes e de longa vida instalado.

4. Tornar o Programa Brasileiro de Etiquetagem de Edificações compulsório para edifícios a serem construídos e em reforma.

5. Tornar obrigatória para governos a compra de produtos com os selos PROCEL/INMETRO que garantem um mínimo de eficiência, desempenho e segurança.

6.  Estabelecer prazo de 4 anos para que todos os edifícios federais estaduais e municipais façam uma auditoria energética e modernizem seus equipamentos de iluminação.

7. Tornar obsoletas em até 2020 as lâmpadas a vapor de mercúrio, de luz mista e de indução magnética e, desde já, aumentar a alíquota de impostos destes modelos.

8. Tornar obsoletos os reatores magnéticos para lâmpadas fluorescentes, pois os eletrônicos economizam cerca de 70% de energia.

9. Criação de linhas de financiamento a produtos e projetos de iluminação eficiente para as cidades para Iluminação pública, prédios públicos e edificações em geral.

10. Reduzir a carga tributária em todos os níveis de produtos que utilizem LEDs como lâmpada, módulos e luminárias assim como drivers e controles para LEDs.


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