Lâmpadas Golden completa 25 anos

Neste mês de agosto, a Lâmpadas Golden completa 25 anos de atuação no mercado brasileiro de iluminação. Quando iniciou suas atividades, em 1990, o propósito era ser uma empresa que trouxesse produtos que o mercado nacional não conhecia. Com atuação em vários segmentos, decidiu focar em iluminação e três anos depois, ao criar a marca própria Golden Plus, se voltou para o setor luminotécnico. A empresa iniciou as atividades com o comércio de starters, fluorescentes tubulares e transformadores e a partir de 1994 começou a ampliar o portfólio de produtos.

O grande marco na história da empresa foi quando em 1998, interrompeu a comercialização de lâmpadas incandescentes. O advento da crise energética de 2001 e o investimento em qualidade colocaram a empresa ao lado dos principais players de mercado. Nessa época a lâmpada eletrônica Golden tornou-se uma presença consolidada no varejo de iluminação.

As rápidas mudanças tecnológicas fizeram com que a iluminação galgasse mais um degrau no quesito “eficiência energética com o LED”. A empresa vem trabalhando para que a luz digital seja acessível a todos. A Lâmpadas Golden triplicou de tamanho em 10 anos e chega aos seus 25 anos, projetando um salto de crescimento estratégico. Segundo a Golden, sua meta é chegar a 2017 como a marca número um em LED do País.


Sylvania renova identidade visual

Depois de celebrar o seu 90º aniversário no ano passado, a Havells Sylvania, empresa que atua no segmento de iluminação, renova sua identidade visual com o objetivo de apresentar a sua imagem corporativa em todos os canais de comunicação de um modo claro e coerente. A partir de agora, o logotipo de cada uma das marcas – Sylvania, Lumiance e Concord -, será acompanhado do subtítulo Havells para destacar a importante junção ao grupo.

“A nova imagem corporativa foi desenhada de forma a relembrar os padrões de qualidade e eficiência dos nossos produtos. Sustentados por uma marca já reconhecida no mercado mundial, transmitimos conceitos fundamentais aos nossos consumidores, como design, tecnologia, confiança e segurança”, destaca Tiago Pereira de Queiroz, CEO da Havells Sylvania para a América Latina.

A Havells Sylvania atua em países da Europa, como Alemanha, França, Bélgica, Reino Unido e Espanha. No Brasil, mantém um escritório na capital paulista. Acompanhando o novo logotipo foi lançado também um portal da marca para as Américas. No espaço, é possível conferir a gama de produtos divididos por setores ou aplicações, além de projetos como o Sylvania School, uma plataforma disponibilizada a clientes, parceiros e distribuidores da América Latina com materiais didáticos sobre questões relacionadas à iluminação e tecnologia de luminárias.

Mais informações: http://www.sylvania-americas.com/pt


Grupo Lumicenter completa 35 anos de mercado

Naomi K. La Rocca

O Grupo Lumicenter, companhia que desenvolve, fabrica e comercializa luminárias, comemora 35 anos de atuação no mercado brasileiro de iluminação. Além de um amplo portfólio de luminárias para uso industrial, comercial e residencial, o Grupo também desenvolve soluções originais e completas, desde o corpo da luminária até seus componentes eletrônicos, tais como módulos de LED, drivers e reatores.

“Essa data é um marco que representa uma nova fase, com uma Lumicenter muito mais sólida e preparada para o futuro”, comenta Thiago de Salles, diretor de marketing e P&D do Grupo. Ainda de acordo com o porta-voz, apesar do País está passando por uma crise econômica, a empresa sempre vê oportunidades de trabalho e crescimento. Normas e certificações de produtos LED e drivers devem ajudar a separar aqueles que estão no mercado para somar e construir algo de valor daqueles que estão apenas aproveitando uma nova onda.

O Grupo Lumicenter Lighting possui dois prédios em um mesmo endereço, somando uma área aproximada de 11.000m², onde estão locados os setores administrativos, laboratório, fábrica de luminárias, fábrica de eletrônicos e centro de distribuição, além de um time de 400 colaboradores. O Grupo expandiu sua atuação para mercados fora do Brasil, a empresa já realizou diversas exportações diretas e indiretas para os Estados Unidos e alguns países da América do Sul e África.


Lâmpada LED pode ajudar a conter aquecimento global

O mundo presencia cada vez mais acontecimentos causados pelo tão falado aquecimento global. Ondas de calor, derretimento de geleiras, aumento do nível dos oceanos e poluição são consequências da emissão de gases do efeito estufa. O baixo consumo da lâmpada LED pode poupar quantidades preciosas de dióxido de carbono (CO2), o principal desses gases.

A iluminação possui uma parcela importante no dano causado pelo humano na atmosfera. De acordo com a IEA (Agência Internacional de Energia), a luz elétrica consome 19% de toda a produção global de eletricidade. A energia despendida pela iluminação é igualmente pesada na emissão de gases: todo ano lança 1900 Mt de CO2 na atmosfera, o equivalente a 70% do que é expelido pelos carros de passeio de todo o mundo.

O cientista ganhador do Nobel, Shuji Nakamura, defende a propagação da iluminação LED como alternativa. “Para evitarmos o aquecimento global, temos de reduzir o consumo de energia drasticamente, mas, no campo da eletricidade, hoje, a única opção são os LEDs”, afirmou durante uma palestra em abril realizada em Macau.

Nakamura faz parte do trio de ganhadores do prêmio Nobel de física de 2014 pela concepção do LED azul, o que viabilizou o uso da tecnologia na iluminação arquitetônica. A tecnologia LED diminui o consumo de energia em até 90%, com uma utilização eficiente da potência consumida, focada no ponto a ser iluminado e com uma mínima emissão de calor. Enquanto as lâmpadas incandescentes perdem 95% da energia consumida em calor, o LED perde somente 5%.

Só uma unidade de lâmpada incandescente solta 2,7kg de CO2 na atmosfera. O LED emite 450g por unidade, 84% a menos do que a tradicional. Mesmo no processo de fabricação do LED, considerando seus componentes eletrônicos, o impacto ambiental é menor, pois a alta duração do LED diminui a quantidade de produção.

O uso do LED nos diversos setores da sociedade otimiza a iluminação como conhecemos. Para o diretor da empresa de projetos em iluminação Celena, Ricardo Cricci, “o LED economiza na conta de energia e é eficaz para qualquer utilização, ao mesmo tempo que é sustentável”, avalia.

O sistema tem 98% dos componentes recicláveis e uma longa duração, o que diminui o lixo do descarte. A tecnologia também não emite calor ao ambiente. Cricci explica que “o LED possui um dissipador de calor, que joga toda temperatura produzida para trás, poupando o ambiente. Além disso, a baixa potência faz com que esse calor seja pequeno”, conclui.

Recorde após recorde

Estudos recentes descartam um possível hiato no aquecimento global e estimam que 2015 seja o ano mais quente da história. Só no período de janeiro a junho deste ano, a temperatura superou a média do século 20 em 0.85°C, superando o registro de 2010 em 0.09°C, que foi o último ano sob os efeitos do fenômeno El Niño, que mudou o clima mundial. Os dados são da NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration), organização americana que monitora o clima.

Os dados da NOAA confirmam as ondas de calor incomuns que aconteceram em junho na Espanha, Áustria, partes da Ásia, Austrália e América do Sul. Só no Paquistão, uma onda de calor matou mais de 1,2 mil pessoas, sendo a oitava mais mortal desde 1990. Em maio, 2 mil pessoas morreram pelo mesmo motivo na Índia e no fim do mês de julho já teve 25 mortes no Japão. No último verão brasileiro, a cidade de Sobral (CE) registrou 43,9°C em 14 de janeiro, a quinta maior temperatura já registrada no país. A sensação térmica superou os 50°C, agravado pela escassez de chuva na região Sudeste.

A temperatura dos oceanos quebrou recordes e chegou à maior já registrada pela NOAA em 136 anos, desde quando a organização começou a colher dados e junho foi o quarto mês a marcar recorde de temperatura.


Praça de Londrina ganha iluminação de LED

A praça Sete de Setembro, na esquina entre as ruas Piauí e João Cândido, no centro de Londrina, acaba de receber novas luminárias, mais modernas e mais eficientes. É a primeira praça de Londrina a contar com tecnologia de iluminação LED. Trata-se de uma experiência da Sercomtel Iluminação que prevê futuramente a troca de luminárias em vários pontos da cidade.

De acordo com o braço de telecomunicações da Sercomtel, a praça também poderá terá, futuramente, conexão gratuita à internet, via wi-fi, pelo projeto “Sercomtel Ao Ar Livre”. O planejamento também prevê a instalação de sensores de presença nas novas luminárias.

Aleksa Marques/Portal Bonde
Aleksa Marques/Portal Bonde

Para implantar o sistema de LED, a Sercomtel Iluminação refez toda a planta de iluminação da praça, uma das mais antigas e tradicionais da cidade. Os 22 postes que estavam no local foram retirados para a troca de dutos e cabeamento. Foi colocado novo quadro de comando de energia, além da instalação das novas luminárias com as lâmpadas LED.

A praça conta agora com nove postes, mas a capacidade de luminosidade é maior que a dos equipamentos anteriores devido às novas lâmpadas. Elas foram emprestadas pelo fabricante, em caráter de demonstração e de teste.

A operação de acionamento de energia da Praça Sete de Setembro passa a obedecer um novo sistema, que também está sendo testado – o de telegestão, ou seja, as lâmpadas estão configuradas para serem controladas através de comando da própria Sercomtel Iluminação, que poderá aumentar ou diminuir a intensidade da iluminação e identificar possíveis falhas, entre outros recursos tecnológicos.

Aleksa Marques/Portal Bonde
Aleksa Marques/Portal Bonde

Projeto LED

A instalação desta nova tecnologia faz parte de um projeto da Sercomtel Iluminação que pretende substituir as lâmpadas das principais praças e avenidas da cidade. Hoje são usadas lâmpadas de vapor de mercúrio, de sódio, metálico ou mista.

A intenção é fazer a substituição por luminárias LED que proporcionam uma economia no consumo de energia que varia entre 60% e 90%. Estas lâmpadas também apresentam maior poder de luminosidade, rendimento cromático e durabilidade. Uma lâmpada de LED tem uma vida útil de 50 mil horas, quando ligada 8 horas diárias, enquanto que as outras duram em média de 6 mil a 18 mil horas.

A empresa já faz testes com luminárias LED em 4 pontos da cidade: em frente à Prefeitura Municipal; na avenida Higienópolis, entre as ruas Pará e Piauí; na avenida Saul Elkind; e em frente ao prédio da Sercomtel, no bairro Cervejaria. Nestes pontos estão sendo testadas e avaliadas diferentes marcas de lâmpadas LED.

Os testes seguirão até o final do ano e estão sendo acompanhados pelo departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A Sercomtel Iluminação e a Universidade assinaram convênio para que estudantes e professores participem da atividade.


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