Qual a lâmpada correta para energia solar?

Com a elevação do preço da conta de luz em média 50% pelo país, muitas pessoas estão buscando investir na instalação de placas de energia solar para reduzir a dependência da oferta pelas distribuidoras de energia.

O que pouca gente sabe é que não são todos os modelos de lâmpadas que funcionam com este tipo de fonte renovável de energia. A geração à base de energia solar exige uma lâmpada que funcione ligada a uma bateria de 12V, que é carregada a partir de um sistema fotovoltaico, ou seja,  que acumula energia do sol.   Neste caso, o modelo LED adequado é o ULTRALED A60 ECO da Lâmpadas Golden, produto que tem como diferencial a alimentação em 12V realizada em corrente contínua e alternada.

Possui as mesmas vantagens da A60 que usa tensão de alimentação de 127V ou 220V, como vida útil de 25 mil horas, durabilidade de 11 anos, baixa geração de calor e não altera a cor dos objeto, com economia de até 80% no consumo de energia.

O modelo também pode ser usado em embarcações, navios, ônibus e traillers. Um bom exemplo em moda é a aplicação em Food Trucks.

A preocupação com fontes alternativas de energia tem aumento a busca pela solar fotovoltaico, em cujo quesito o Brasil já é o 6º país com maior potencial. Isto deverá favorecer o aumento de consumo em médio prazo do LED com alimentação em 12V. Mas os especialistas orientam a reduzir a demanda, antes de fazer o investimento em energia solar. “Primeiro invista em produtos mais eficientes para saber o quanto precisará investir na geração de energia solar, evitando que tenha mais energia do que consome. Isto porque as leis brasileiras não permitem que você venda o excedente”, orienta o diretor comercial da Celena, empresa especializada em projetos de eficientização energética, Ricardo Cricci.

A ULTRALED A60 ECO da Lâmpadas Golden  pode ser encontrada a partir em lojas de materiais elétricos  e home centers. Para maiores informações contatar  vendas@lampadasgolden.com.br ou ligar no (11)2122-6666.

Dados técnicos

Potência: 10 W

IRC: 70

Fluxo luminoso: 810 lm

Temperatura de cor: 6.500 K

Duração: 25 mil horas

Tensão: 12 V

Preço sugerido pelo fabricante: R$ 32,00


Pesquisadores testam Li-Fi e conexão é 100 vezes mais rápida que Wi-Fi

Novos testes demonstram que as conexões sem fio Li-Fi, que usam luz para trocar dados, não só são absolutamente viáveis do ponto de vista comercial, como se mostraram extremamente mais rápidas que as redes Wi-Fi convencionais, que usam ondas de rádio para trocar dados. De acordo com os testes realizados na Estonia, no estágio atual de desenvolvimento, o Li-Fi pode transmitir dados a 1 Gbps (gigabit por segundo), velocidade 100 vezes maior do que a média do Wi-Fi atual.

Cientistas da Estonia estão levando sistemas que usam essa tecnologia para funcionar em casas e escritórios de Tallinn, capital do país. A pesquisa é patrocinada pela Velmenni, uma empresa de tecnologia interessada em comercializar a tecnologia.

Empresa estoniana começa a testar a aplicação de redes Li-Fi em empresas do país com resultados impressionantes (Foto: Divulgação/Velmenni)

A ideia por trás do Li-Fi é o uso de luz visível como meio de transmissão de informação. O sistema funciona usando luz de LED que modula sua intensidade a frequências muito altas, imperceptíveis ao olho humano. Esse piscar da luz é responsável por transmitir os 0 e 1 que fazem a estrutura da informação a ser captada pelos dispositivos conectados na rede.

A melhor analogia possível para entender o mecanismo é o código Morse, que pode ser transmitido com luz. Além da alta velocidade, o fato da luz não atravessar paredes faz do Li-Fi uma rede muito mais segura do que o Wi-Fi.

Além dos estudos realizados na Estônia, outras empresas europeias desenvolvem os primeiros dispositivos e interfaces com vistas a aplicações comerciais no futuro próximo. A Oledcomm, por exemplo, desenvolve uma rede Li-Fi para ser usada num hospital francês enquanto que a PureLiFi, criada pelo inventor dessa tecnologia, já oferece a instalação de redes que atingem velocidades de 11,5 MB por segundo.

No momento, os principais projetos em torno do uso de redes Li-Fi giram em torno da ideia de reaproveitar as estruturas atuais de transmissão wireless já instaladas em empresas e residências como forma de diminuição de custos.

Em todo caso, as perspectivas de atingir velocidades tão altas na transmissão de dados, e com maior segurança, devem despertar a atenção de investidores e novas empresas no curto prazo.


Especialistas estudam a possibilidade de reciclagem de LEDs

Clipping/Inovação Tecnológica

Divulgação

Os LEDs são a última palavra em eficiência energética, e avanços contínuos e quedas nos preços ao longo dos últimos anos finalmente os trouxeram para o campo da iluminação doméstica e automotiva.

Em princípio, são uma boa notícia à substituição das lâmpadas fluorescentes compactas, que desbancaram as antigas incandescentes, que gastavam muita energia, mas ao custo de “democratizarem o mercúrio” por todo o planeta.

Mas já começam as preocupações com a reciclagem dos LEDs, porque simplesmente não existe ainda tecnologia para lidar com eles ao final de sua vida útil. “Neste momento, os recicladores estão começando a receber produtos de LED, mas atualmente eles são simplesmente armazenados, já que não há nenhum processo de reciclagem adequado disponível ainda. O principal objetivo é recuperar os materiais valiosos,” relata o professor Jorg Zimmermann, do Instituto Fraunhofer, na Alemanha.

Componentes das lâmpadas LED

As chamadas lâmpadas LED são construídas com uma variedade de materiais. O invólucro externo é de vidro ou plástico, o dissipador de calor é de cerâmica ou de alumínio, e os resistores e cabos contêm cobre – até aí, não há problemas de reciclagem.

Contudo, os materiais mais valiosos são encontrados dentro dos LEDs propriamente ditos, as pequenas seções emissoras de luz. Os diodos emissores de luz são feitos de semicondutores, sobretudo, índio e gálio, e uma série de elementos de terras raras, como európio ou térbio, misturados ao fósforo. Todos materiais muito caros, mas é justamente aí onde faltam tecnologias de reciclagem.

Dada essa mistura de materiais, os pesquisadores estão se dedicando inicialmente a desenvolver técnicas para separar os diversos componentes.

Reduzir as lâmpadas LED ao nível de componentes individuais também torna mais fácil recuperar grandes quantidades de materiais, o que é essencial para viabilizar economicamente a reciclagem, que só será rentável se envolver grandes quantidades de material. “Para separar e reciclar de forma eficiente todos os componentes de uma lâmpada LED é necessária uma abordagem completamente diferente – uma abordagem que produza grandes quantidades de semicondutores e materiais de fósforo”, diz Zimmermann.

Eletrocominuição

A equipe de Zimmermann anunciou os primeiros passos nessa nova abordagem, testando a separação dos componentes com a ajuda de ondas de choque, um processo que eles chamam de “eletrocominuição”, que permite desmontar as lâmpadas LED nas suas partes constituintes sem destruir os próprios LEDs.

As ondas de choque são criadas por pulsos elétricos em um meio líquido onde as lâmpadas são mergulhadas. A eletrocominuição separa os componentes individuais conforme eles vão se quebrando, cada um em seu ponto de ruptura específico – uma espécie de “destilação mecânica”. Os componentes podem então ser reciclados individualmente. “Ainda estamos testando se o processo de trituração pode ser repetido até que os materiais desejados sejam separados”, diz Zimmerman. “Em particular, é o número de pulsos que determina como os componentes irão se separar.”

Depois disso, começará a luta em busca de um processo que permita separar as quantidades-traço dos materiais ativos do LED, os mais valiosos.


GE apresenta inovações em iluminação pública a serviço das cidades inteligentes

AUSA2

O mercado de iluminação tem passado por grandes transformações com novas tecnologias que reduzem custos e o consumo de energia. A iluminação pública é um dos principais setores nos quais esse cenário torna-se ainda mais suscetível a mudanças por conta de uma resolução da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) que determinou que a partir de janeiro de 2015 todos os ativos de iluminação passassem a ser geridos pelos municípios e, com isso, possam oferecer um serviço de qualidade aos cidadãos, além de possibilitar que as cidades tornem-se mais planejadas e inteligentes.

Para que esse novo conceito de iluminação pública seja colocado em prática é necessário promover debates para entender as necessidades brasileiras, os modelos de implantação dessas novas tecnologias e como as cidades devem se preparar para essa evolução. Este foi o objetivo do Fórum Luz, Cidade e Conectividade, realizado em São Paulo (SP) pela Hiria com patrocínio máster da GE Lighting na manhã do dia 24 de novembro. Com a presença de gestores municipais e desenvolvedores de soluções e projetos de iluminação, o evento buscou entender como a iluminação pública pode alçar as cidades brasileiras a um novo patamar, transformando luminárias em ativos de controle e gestão de municípios.

Segundo Rodrigo Martins, presidente e CEO da GE Lighting para a América Latina, luminárias LED associadas a sensores, controles, transmissores sem fio e microprocessadores estão transformando diferentes cidades ao redor do mundo, gerando benefícios que vão além da iluminação eficiente e do menor consumo energético. “A partir de luminárias já é possível monitorar informações referentes ao trânsito, vagas de estacionamento e até mesmo indicadores de violência. A cidade inteligente já é realidade”, comenta.

As oportunidades abertas pelos novos sistemas de iluminação pública são inúmeras, podendo acarretar em diferentes benefícios de acordo com o perfil da cidade e de suas necessidades. Um dos primeiros passos das cidades inteligentes pode ser a implantação do sistema de telegestão, que realiza monitoramento remoto e em tempo real do sistema de iluminação da cidade, agilizando reparos, customizando os níveis de iluminação e mensurando o consumo de energia. Em 2015, a cidade de Sonsonate, em El Salvador, tornou-se a primeira cidade da América Latina a adotar o sistema de iluminação inteligente da GE, o LightGrid, seguida pela cidade de Buenos Aires, na Argentina, que adotou o sistema da GE em algumas de suas rodovias.

Já nos Estados Unidos, a prefeitura de San Diego está utilizando tecnologia acoplada ao sistema de iluminação que permite monitorar remotamente carros estacionados em locais públicos sem o devido pagamento de tarifas. Com a iniciativa é possível acompanhar infrações e contribuir para a mudança de comportamento dos cidadãos em tempo real.

Em cidades brasileiras que sofrem com altos índices de violência, projetos pilotos de iluminação podem ser desenvolvidos a fim de contribuir com o enfrentamento da criminalidade. Por meio da solução de ambientes inteligentes para cidades da GE Lighting é possível acoplar softwares e sensores acústicos em luminárias que permitem detectar tiros no momento em que eles ocorrem e enviar alertas em tempo real para a polícia. Essa solução advém da recente parceria da GE com a SST, Inc., desenvolvedora do conjunto de detecção de crimes ShotSpotter.

Segundo Eduardo Polidoro, diretor de produtos da GE Lighting para América Latina, apesar de já estar funcionando com sucesso em San Francisco, EUA – com diminuição aproximada de 50% em violência registrada com armas de fogo desde a implantação do ShotSpotter – a tecnologia necessitava ter uma área de cobertura mais ampla para aumentar sua eficiência. “A iluminação pública é um importante aliado das soluções de ambientes inteligentes para cidades devido a sua capilaridade, já que está presente em toda a cidade e por ser de difícil acesso a vândalos”, complementa Polidoro.


Duas Belo Horizontes de eficiência energética

No Brasil, cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Vitória já buscam maneiras de modernizar seus sistemas de iluminação pública com base em soluções de LED e telegestão. O benefício imediato da implantação dessa solução traria a redução do consumo de energia e um maior nível de luminosidade por área iluminada. Cálculos da GE estimam que a substituição de todo o sistema de iluminação pública do País por LED acarretaria na economia de 98 TW por ano ou o equivalente ao consumo anual total (iluminação pública e privada) de duas cidades de Belo Horizonte.

Além de justificar o investimento no LED, a economia gerada por essa tecnologia poderia ser revertida no investimento em diferentes soluções para cidades inteligentes, já que as luminárias da GE já vêm preparadas para atualizações. “A GE deixa de ofertar apenas equipamentos de iluminação para oferecer soluções completas de gestão pública baseadas nas necessidades de cada cidade. A GE está acompanhando essa transformação do mercado e desenvolvendo soluções que possam endereçar esses desafios e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, salienta Martins.


4 passos do retrofit para economizar até 90% de energia com LED

Com o tempo, a deterioração do sistema elétrico e de iluminação é inevitável. O problema é quando esses conjuntos obsoletos ficam fora das instruções normativas estipuladas e promovem o alto desperdício de energia. Nesses casos, a opção mais adequada é modernizar o complexo sem alterar a estrutura, ou seja, um fazer um retrofit.

Muito utilizado na área de arquitetura e construção, o retrofit é comum no processo de revitalização de edifícios. A prática consiste na readequação das instalações existentes com o objetivo de corrigir os problemas provocados pelo longo tempo de uso. Frequentemente aplicado aos patrimônios históricos, em que não se pode alterar a estrutura, o método tem se tornado comum em locais que visam se adequar à legislação e diminuir consideravelmente os custos de manutenção.

Na iluminação, o conceito tem o mesmo objetivo: modernizar sem promover grandes e onerosas modificações. O procedimento é realizado em diversas etapas, que incluem desde os diagnósticos e propostas de alterações, até mensuração dos resultados obtidos.

Etapas do retrofit luminotécnico

1. Diagnóstico do local

O primeiro passo do processo é entender melhor o parque existente no local. Para isso, a equipe técnica precisa levantar cada detalhe, montando um verdadeiro inventário com os modelos e potências das lâmpadas, tempo médio de uso diário, o valor do kWh cobrado na conta de luz e a atividade realizada em cada ambiente.

Durante o procedimento também ocorrem medição e comparação dos níveis de iluminância do local conforme regulamentação das NBR, normas que regularizam a iluminação para cada tipo de ambiente. Ao medir a iluminância do ambiente, o especialista já começa a vislumbrar quais espaços permitem uma economia mais significativa.

2. Apresentação do projeto

Com os dados colhidos e análises feitas, os técnicos têm a capacidade de propor os ajustes necessários por meio de projetos luminotécnicos. As medidas podem englobar a substituição de lâmpadas antigas por modelos mais atuais, como o LED (diodo emissor de luz), o uso de reatores eletrônicos, ou até mesmo soluções mais elaboradas, como uma nova segmentação de controle por interruptores.

Um bom projeto de retrofit deve conceber também sustentabilidade, propondo alternativas para a utilização da iluminação natural em ambientes internos. Ao estudar o funcionamento diário do local, o especialista pode indicar a utilização de sensores de presença, em locais de uso não contínuo, ou até mesmo a alteração no número de pontos de iluminação.

3. Proposta de manutenção

Além do projeto detalhado, é fundamental apresentar um bom plano de manutenção. Dessa forma, é possível estipular os gastos e ver a viabilidade financeira das alterações propostas. Nesse relatório é preciso contemplar as despesas de limpeza dos equipamentos, além das trocas programadas e – as inesperadas, de lâmpadas e reatores.

4. Comparações e resultados

Não basta apenas ter um plano de modificações, a implantação do retrofit envolve também uma estimativa de resultado. Cabe ao especialista confrontar a potência atual com a que será utilizada no projeto proposto e assim, estipular o gasto de energia diário, mensal e anual dos dois sistemas. Desse modo, ele pode definir com precisão o payback do investimento realizado.

Por ser um processo que depende muito do local aplicado, é difícil definir o preço médio de um retrofit. Na hora de contratar o serviço é preciso ficar atento não apenas ao valor, mas aos responsáveis pelo procedimento. Muitos produtos à disposição no mercado não atendem às especificações mínimas de luminosidade e durabilidade, podendo comprometer toda a eficiência energética do trabalho.

Outro aspecto importante é que o método não visa apenas a economia, mas também a adequação às normas exigidas por órgãos como o Corpo de Bombeiros, Ministério do Trabalho e o Departamento de Controle do Uso de Imóveis (Contru). Quem opta por um serviço de segunda linha coloca em risco a licença de funcionamento e, consequentemente, a segurança das pessoas que trabalham no local.

Para evitar esse tipo de problema, é importante contar com especialistas capacitados que tenham alto nível de conhecimento. Assim, as alterações propostas resultarão em economia e maior qualidade de iluminação.

Fonte: Celena

Foto: Thiago Bergamasco -AgÍncia Phocus/ TCE-MT


« Previous Entries

Powered by Wordpress | Designed by Elegant Themes