Inscrições abertas para a 8ª edição do Prêmio Abilux Projetos de Iluminação

Os profissionais ligados à área de iluminação interessados em participar da 8ª edição do Prêmio Abilux Projetos de Iluminação têm até o dia 1º de setembro para inscrever gratuitamente seus projetos. A cerimônia ocorrerá em outubro de 2017, durante o evento comemorativo do Dia da Iluminação, em São Paulo (SP). Aos três primeiros colocados de cada categoria serão atribuídos troféu, certificados e selo.

O Prêmio, organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) em parceria com a Associação Brasileira de Arquitetos de Iluminação (Asbai), foi criado para reconhecer o trabalho dos que se dedicam ao desenvolvimento de projetos luminotécnicos, no momento em que estão em curso transições de tecnologias, nas quais o LED avança em todas as aplicações.

O Prêmio será disputado nas categorias: Residencial, Comercial, Corporativa e Urbana, além do Prêmio Especial “Iluminação Eficiente”. Nesta categoria enquadram-se todos os projetos de iluminação, que na sua execução levaram em consideração a inclusão de tecnologias que têm como foco a economia de energia.

Os projetos de iluminação inscritos deverão ter sido implantados em território nacional, entre junho de 2015 e maio de 2017. É também pré-requisito que tenham utilizado 60% de produtos nacionais em valor ou quantidade.

Serviço

VIII Prêmio Abilux de Projetos de Iluminação

Telefone: 11 3251-2744

e-mail: abilux@abilux.com.br

Regulamento: http://www.abilux.com.br/portal/pdf/premios_iluminacao/2017/regulamento.pdf


Tudo que reluz é LED

Segundo estimativas da indústria, até 2023, o LED (Light Emitting Diode) representará 74% das vendas de lâmpadas para projetos de retrofit voltados ao segmento de iluminação comercial. Hoje, a tecnologia corresponde somente por 25% do total consumido em iluminação no Brasil, porém, a retirada do mercado das lâmpadas incandescentes e o alto custo da energia elétrica favoreceram a adoção do sistema no País, incentivando o crescimento do setor no primeiro semestre de 2017.

De acordo com Leonardo Arruda, diretor nacional de vendas da Brilia, empresa pioneira no desenvolvimento e comercialização de lâmpadas, fitas e acessórios LED no Brasil, “a Brilia registrou um crescimento de 61% nos primeiros seis meses desse ano, fruto da expansão comercial iniciada em meados do ano passado, de investimentos em uma distribuição mais horizontalizada em todo o Brasil e do lançamento de produtos alinhados com a expectativa dos clientes e consumidores”.

A estimativa é que o mercado global de iluminação LED movimente US$ 21 bilhões em 2018, mantendo o ritmo de crescimento dos últimos anos, como também ocorre no Brasil. “No entanto, existe um caminho a percorrer na conscientização do consumidor brasileiro sobre os benefícios dos produtos, como a economia no consumo de energia elétrica, bem como a durabilidade do produto que pode chegar a 25 mil horas”, completa Arruda.

Sobre a Brilia

Pioneira no desenvolvimento e comercialização de lâmpadas, fitas e acessórios LED no Brasil, a Brilia desenvolve novas tecnologias, sempre pautada nos pilares de design, durabilidade e sustentabilidade.

Por acreditar que “Luz Muda Tudo”, a Brilia tem como objetivo oferecer produtos inovadores, capazes de garantir emoção em cada momento vivido. Com mais de 4 mil pontos de venda pelo Brasil, a empresa garante soluções completas e inteligentes para projetos de iluminação.

Sediada em São Paulo, a empresa possui uma área dedicada ao design e desenvolvimento de produtos e conta com um moderno centro logístico em Itajaí, além de subsidiária própria em Hong Kong, responsável pela gestão da cadeia de suprimentos e controle de qualidade. Atualmente é uma das principais marcas no setor de iluminação nacional.


Lâmpadas LED sem certificação do Inmetro deixarão de circular no Brasil

Componente cada vez mais comum no mercado de iluminação, o LED conquista consumidores no país. Só em 2016 foram mais de 81 milhões de lâmpadas comercializadas no Brasil com esta tecnologia, 30% a mais que no ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux). E a popularização também trouxe uma mudança para o mercado. A partir desta segunda-feira (17) está proibida a comercialização por médias e grandes empresas de produtos sem certificação do Inmetro. Para as PMEs, o prazo para adequação encerra em janeiro de 2018.

Renan Medeiros, diretor comercial da Blumenau Iluminação, comenta que a decisão é essencial para elevar a qualidade de mercado e garantir que o consumidor final tenha à disposição lâmpadas seguras e eficazes. “Atualmente, os produtos de LED comercializados no país são, essencialmente, importados. A medida do Inmetro vai apoiar na busca pela oferta de produtos que sejam de qualidade e trazer para o segmento um controle mais eficaz em relação as peças”, avalia.

Com laboratório próprio, a Blumenau Iluminação testa internamente os modelos e também já conta com certificação das lâmpadas de LED do seu mix. Além do selo da entidade, que é impresso nas embalagens, o consumidor também deve ficar atento a outras questões em relação a qualidade do produto na hora de realizar a compra. “Deve-se atentar ao fluxo luminoso, que é a quantidade de luz que a lâmpada emite, pois este item é um dos fatores mais importantes na escolha da lâmpada hoje em dia. As opções de LED trabalham com uma potência muito menor que as incandescentes e também as fluorescentes, conseguindo um ótimo desempenho. Esse item é observado no campo Equivalência e o Inmetro solicita que a empresa deixe clara a comparação entre os diferentes componentes”, explica o gestor da Blumenau.

“Para facilitar, existe a Eficiência Luminosa, em que se divide o fluxo luminoso pela sua potência. Este valor fica destacado no selo de certificação do Inmetro. Para garantir que faça uma boa compra, o consumidor deve observar também a temperatura de cor da lâmpada desejada, porque isso não tem relação com quantidade de luz emitida.”, conclui Medeiros.

Entre as questões que são analisadas pelo Inmetro na hora da certificação das lâmpadas de LED estão a análise do fluxo e eficiência luminosa, o fator da potência, a temperatura de cor e a vida útil do produto.


Tramontina lança luminárias para atmosferas explosivas

A Tramontina, por meio de sua divisão Ex, anuncia o lançamento de uma linha de luminárias LED para instalação em refinarias, plataformas, silos e indústrias alimentícia e farmacêutica. Aliando tecnologia e economia da energia, as luminárias LED para atmosferas explosivas LLEx 875 e 876 possuem corpo de poliéster reforçado com fibra de vidro, difusor em molde único de policarbonato transparente e refletor de polímero branco.

O sistema de fechamento do difusor usa o princípio do cofre-forte e sua abertura é feita por chave de canhão. Quando o difusor é aberto, o circuito de alimentação é desligado por interruptor. O grau de proteção IP66 garante que as luminárias sejam instaladas com segurança em ambientes externos, sob sol e chuva, e possam também ser utilizadas em ambientes com grande incidência de poeira e em locais suscetíveis a jatos potentes de água.

Informações técnicas das luminárias LLEx 875 e 876

  • Lâmpadas: LED Philips bipino G13 de 10W e 18W, modelo master LEDtube;
  • Tensão: 100-240V AC, 50/60H;
  • Temperatura de cor: 4000K ou 6500K;
  • Bloco de terminais padrão com 3 terminais para condutores de 1,5 até 10 mm²
  • Proteção: Ex nA – Ex tb;
  • Zonas: 2 – 21 e 22;
  • Grupos: IIC – IIIC;
  • Classe de Temp. Gases e Vapores: T4;
  • Classe de Temp. Poeiras Combustíveis: T80 ºC;
  • EPL: Gc – Db;
  • Grau de Proteção: IP66;
  • Normalização aplicável: ABNT NBR IEC 60079-0 / ABNT NBR IEC 60079-1 / ABNT NBR IEC 60079-15 / ABNT NBR IEC 60079-18 / ABNT NBR IEC 60079-3.

Saiba os tipos de lâmpadas LED que serão proibidas a partir de julho

As lâmpadas LED já são realidade no mercado brasileiro e ganham cada vez mais a preferência do consumidor. É possível encontrar todos os formatos de lâmpadas justamente para facilitar a substituição do produto. Entretanto, também há diferentes níveis de qualidade, por isso, o consumidor deve ficar atento: no próximo dia 17 de julho, termina o prazo de comercialização por atacadistas e varejistas (*) de lâmpadas LED sem certificação do Inmetro, do tipo com regulador integrado à base, ou seja, aquelas que não precisam de outros dispositivos para ligação e/ou que podem ser ligadas diretamente na rede elétrica.

A certificação é a ferramenta que assegura, não só o consumidor como os distribuidores e varejistas, que uma organização independente, por meio da análise do processo de fabricação e ensaios em laboratórios, verificou que o produto está em conformidade com padrões específicos de segurança, desempenho e qualidade estipulados por um órgão certificador renomado. 

Mas como identificar uma lâmpada LED certificada?

A Abilumi (Associação Brasileira dos Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação) orienta o consumidor a verificar os seguintes itens na embalagem:

- Todas as informações devem, obrigatoriamente, estar em português;

- Nome do fabricante, CNPJ e telefone do SAC;

- Selo do Inmetro;

- Potência em Watts;

- Fluxo luminoso em lúmens;

- Eficiência luminosa em lúmens por Watt;

- A etiqueta deve conter ainda, na parte de segurança, um número de registro, pois alguns fornecedores estão colocando apenas XXXXXX (veja indicação na imagem). Caso isso aconteça, não tenha dúvida, a certificação é falsa!

A motivação para a certificação de lâmpadas LED não foi diferente das outras lâmpadas: expurgar do comércio importadores e fabricantes que encontraram no mercado brasileiro, desregulamentado, uma oportunidade de comercializar lâmpadas baratas, com baixa qualidade, não só em termos de desempenho, como de segurança.

Segundo o engenheiro eletricista e assessor técnico da Abilumi, Rubens Rosado, com o mercado irregular, os consumidores que observam apenas o preço perdem triplamente. “Primeiro, por colocarem em risco sua vida e sua instalação, com produtos que não têm, por exemplo, isolamento adequado e proteção contra curtos. Segundo, por estarem sendo enganados em relação as informações, como fluxo luminoso e potência inferiores. Terceiro, porque fica difícil para importadores e fabricantes comprometidos com a qualidade trazerem para o mercado as novas tecnologias que surgem no cenário internacional”, explica.

Vale ressaltar que após o fim do prazo estabelecido, ações de fiscalização ocorrerão e lojistas e distribuidores poderão ser autuados, sendo passiveis de apreensão das mercadorias sem certificação e multa. Dessa forma, é necessário agora que consumidores, lojistas e distribuidores se preparem para as novas regras, deixando de adquirir produtos duvidosos e comprando só produtos certificados.

Hoje as empresas com responsabilidade já oferecem produtos certificados, pois entendem a importância de garantir a qualidade de seus produtos.

(*) Atacadistas e varejistas cadastrados como Micro e Pequenas Empresas (MPE) terão o prazo para comercialização destas lâmpadas prorrogado até 17 de janeiro de 2018.


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