Parque Celso Daniel ganha “Banho de luz”

Após nove meses de obras, o Parque Celso Daniel em Santo André (SP) ganhou nova iluminação no mês de abril. Parte do projeto de remodelação do Parque envolvendo melhorias estruturais, adequações e criação de novas áreas para lazer, inclui o sistema de iluminação LED que é considerado um marco pela gestão local porque inaugura o programa municipal de investimento em qualidade e economia de energia. Denominado de “Banho de Luz”, o programa visa atingir o máximo de investimento na cidade com tecnologia LED.

A Lâmpadas Golden foi parceira do projeto, responsável pelo fornecimento de 253 luminárias para iluminação púbica da linha Extreme LED, modelo Square de 44 W, que foram utilizadas no passeio interno do parque. Elas substituíram as lâmpadas Vapor de Sódio de 150W e Vapor de Mercúrio 150W que estavam no local. Além da depreciação luminosa, após 14 anos de uso sem retrofit das tecnologias usadas, não atendiam mais as demandas dos usuários do parque, pois o baixo Índice de Reprodução de Cor (IRC) do sistema com Vapor de Sódios contribuía para um aumento da sensação de insegurança. O nível de iluminação existente possuía baixos níveis com pouca uniformidade e, após a remodelação, passou para 34 lux de média, com uniformidade de 0,49, o que garante um sistema de iluminação excelente na avaliação do coordenador Comercial da Lâmpadas Golden, Ricardo Longarço.

As lentes ópticas da luminária LED proporcionam uniformidade na distribuição da luz, cuja temperatura de cor branca contribui para aumentar efetivamente a luminosidade, sem danos à fauna e à flora.

Do ponto visto de gestão de recursos públicos, as lâmpadas com aproximadamente 14 anos de uso tinham um elevado consumo e pouca eficiência.   “Devido à precariedade do sistema anterior, é difícil de dizer com precisão qual o nível de consumo existente, mas com o novo projeto pode-se afirmar que a economia de energia está em torno de 76%”, afirma Longarço.

Outra vantagem do “Banho de Luz” que recebeu o parque é a redução dos custos de manutenção em decorrência da maior longevidade dos produtos LED. No sistema convencional trocava-se lâmpadas a cada dois anos e meio e com a luminária IP LED da Golden esta ocorrerá somente daqui 11 anos, considerando doze horas diárias de uso.

Além de trocas de postes e luminárias, foram adicionados mais pontos de iluminação para melhorar o resultado do projeto. No total, o espaço recebeu 720 pontos de Iluminação, sendo 84 lâmpadas convencionais (brancas) e 636 de LED. Também foram instalados 200 balizadores com tecnologia LED para demarcação da pista de corrida.

Com 67.500 m2 de área e uma média de 25.000 usuários por mês, o Parque Celso Daniel é um espaço urbano para uso público dos mais importantes de Santo André, reunindo em um único local pista de cooper, campos de futebol, quadra de tênis, espaço para leitura, estacionamento, redário,  lagos, área para academia e brinquedoteca.

Ficha técnica

Projeto: Luz Urbana

Lâmpadas e luminárias: Lâmpadas Golden

Órgãos envolvidos: Prefeitura de Santo André e Secretaria de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos

Fotografia: Rubens Campo


Projetos Cubos leva agilidade a projetos arquitetônicos na área hospitalar

Golden é parceira da L+M na padronização da especificação luminotécnica

A L+M acaba de lançar mostra na Feira Hospitalar 2014 (SP) sobre o Projeto Cubos, criado como benchmarking para arquitetura hospitalar. A empresa desenvolveu com parceiros de três cadeias produtivas – construção civil, indústria moveleira e equipamentos e tecnologias médicas – projetos dedicados de ambientes hospitalares, clínicas e ambulatórios com especificação detalhada das tecnologias possíveis e requisitos necessários para sua instalação.

Para isso, o ambiente hospitalar foi desconstruído em cubos que contemplam uma vasta gama de montagem em função da especificação exigida. O projeto possui cerca de 500 e já conta com 100 ambientes especificados, que podem ser aplicados tanto em projetos novos como em reformas de instalações já existentes.

O intuito desta nova concepção de projetar, na avaliação da diretora de Marketing e Comunicação da L+M, Iside Falzetta, é desenvolver propostas que atendam desde o centro de saúde simples até o hospital de elevada complexidade, através de módulos previamente projetados. “Não queremos fazer um projeto padronizado, mas padronizar a especificação”, explica.

Entre as principais vantagens do Projeto Cubos destacam-se a precisão e a agilidade na obtenção de orçamentos, visto que todos os itens necessários já foram previamente estudados e planejados, além da segurança para o arquiteto que dispõe de detalhada especificação. O projeto que vem sendo concebido há dois anos, também avaliou do ponto de vista técnico e humano todos os itens necessários para promover o conforto de todos os usuários do sistema.

A Lâmpadas Golden é uma das empresas parceiras da L+M no campo luminotécnico. A partir de seus estudos, cada ambiente do setor hospitalar tem um projeto dedicado com especificação de desempenho, o que contempla o tipo e a quantidade de tecnologia adequada às atividades e às normas técnicas, as luminárias (com avaliação da matéria-prima usada e corpo ótico), instalações necessárias e previsão do tempo de vida para facilitar o planejamento de manutenção. Desenvolvido com o auxílio do lighting designer da Golden, Felipe Marcili, o projeto vem para otimizar o tempo de especificação e dar agilidade na execução dos mesmos.


Exportações de luminárias e reatores cresceram 80% em 2013

Luminárias foram 85% dos negócios realizados. Os outros 15% foram de reatores

Exportações da ordem de USD 5.907.569,00 em luminárias e reatores foram registradas, em 2013, pelas 20 indústrias que integram o Lux Brasil, programa de incentivo às exportações da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) em parceria com a Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação). O crescimento, se comparado a 2012 quando as exportações foram de USD 3.252.015,00, foi superior a 80%. Luminárias foram 85% dos negócios realizados. Os outros 15% foram de reatores.

De acordo com o gerente executivo do Lux Brasil, Arnaldo Galvão, esse valor representa mais do que 18% do total das exportações de luminárias e reatores realizadas, em 2013, pelas indústrias brasileiras do setor, que neste período exportaram USD 31.768.568,00 (USD 25.191.549,00 em luminárias e  USD 6.577.019 em reatores).

Na liderança do ranking dos países que mais negócios fizeram com as indústrias do Lux Brasil estão: Paraguai, Bolívia e Uruguai. Chile, Alemanha, Colômbia, Costa Rica e Peru vêm na sequência.

“Os bons resultados são consequência de um trabalho que vem sendo realizado há cinco anos”, argumenta Galvão. Segundo ele, as indústrias de luminárias e reatores que fazem parte do  Lux Brasil tiveram a oportunidade de, através do programa, participar de feiras internacionais e nacionais e de rodadas de negócios realizadas no Brasil e no exterior. Em 2013 foram dois eventos com foco na geração de negócios.  Vinte compradores de países-alvo do Lux Brasil participaram de projetos Compradores e Vendedores.


Lâmpadas incandescentes mais comuns serão extintas do mercado

A partir de 1º de julho, as tradicionais lâmpadas incandescentes de 60W que não atendem a exigência de eficiência energética do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) deixarão de ser produzidas e importadas. A regra é da Portaria interministerial 1007, publicada em 2010, que de 2012 a 2016 prevê a retirada do mercado das lâmpadas que não atendam a valores mínimos especificados na regulamentação.

A extinção da incandescente pelos fabricantes decorre do fato de a tecnologia da lâmpada, que foi inventada em 1879, ter estacionado na escala evolutiva e não conseguir ser mais eficiente do que já é. Segundo o engenheiro de produto da empresa de iluminação Lâmpadas Golden, Fábio Oliveira, “os valores indicados na portaria são impossíveis de ser atingidos pela incandescente, inviabilizando sua produção”, diz.

O Brasil optou restringir a comercialização por um processo gradual, assim como a União Europeia, composta por 28 países, que extinguiu o modelo progressivamente de 2009 até o fim de 2012. Alguns países já baniram o modelo de uma só vez, como Cuba, em 2005; Austrália, em 2010; Argentina, em 2011 e Estados Unidos, no início de 2014.

O objetivo é diminuir o consumo de energia e a emissão de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa. A tecnologia LED emite muito menos CO2 que a incandescente. A lâmpada tradicional agrava o aquecimento global por usar a energia consumida muito mais para emitir calor (95%) do que para iluminar (os 5% restantes).

A opção que reúne melhor os atributos positivos da incandescente é o LED (sigla em inglês para diodo emissor de luz). A tecnologia tem opção de tom de luz amarela, semelhante ao da incandescente ou branco, oferecendo economia de energia, durabilidade, possibilidades de personalização da luz, como suporte à dimerização e a vantagem de 98% dos componentes serem recicláveis. “De fato, o LED reúne o melhor de cada tecnologia existente”, afirma Oliveira. O mercado de LED brasileiro terá que em breve passar por outra adaptação. Portarias que preveem a regulamentação da tecnologia estão em fase de conclusão e devem ser publicadas ainda este ano. Com isso, produtos de baixa qualidade não terão mais espaço no mercado brasileiro.

A lâmpada fluorescente compacta é uma opção mais popular para a substituição da incandescente. Consome cerca de 80% menos iluminando mais, tem durabilidade cerca de 8 vezes maior, além de não oferecer só a luz branco frio, mas também as de tom amarelado e branco morno. Só não é vantajosa ecologicamente, pois é preciso descartá-la corretamente, para que não contamine os aterros sanitários com mercúrio, um dos gases que compõem o seu interior.

Uma política de descarte, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), está sendo estudada pelo governo federal, que trabalha em conjunto com entidades representativas e com empresas do setor.

As incandescentes com 40W ou menos não serão retiradas do mercado, permitindo ainda o uso em estufas e equipamentos hospitalares. Nesta exceção também se enquadram as lâmpadas utilizadas para iluminação de fornos e geladeiras, as “bolinhas” que iluminam abajures e todos os modelos de halógenas.

Fonte: Jornal da Instalção


Lâmpadas Golden está entre as mais lembradas em lâmpadas LED

A pesquisa Top of Mind da revista Revenda Construção revelou a Lâmpadas Golden como uma das marcas mais reconhecidas de 2013 na categoria LED para o revendedor.

Foram mais de 19 mil votos válidos de pontos de venda de materiais de construção espalhados pelo país, em 88 categorias. A apuração foi realizada pela Quinta Essência Pesquisa & Inteligência de Mercado que, por intermédio de mais de 38 mil ligações, coletou as marcas mais reconhecidas no canal de revenda em construção.

A premiação aconteceu em 27 de maio, no Clube Monte Líbano, em São Paulo, onde o diretor administrativo da empresa, Alexandre Cricci, recebeu o troféu Ruy Ohtake, desenhado pelo arquiteto especialmente para o evento. “Este prêmio é um reconhecimento pelo trabalho que a empresa vem desenvolvendo junto ao PDV para fazer da marca Golden referência em LED e da política de distribuição iniciada há 4 anos. Todas estas ações não se sustentariam sem o investimento forte da Golden na qualidade de seus produtos”, afirma.

Detalhes sobre a metodologia da pesquisa podem ser acessados no link. A lista completa das marcas vencedoras sairá na edição de junho da Revista Revenda Construção.


Inovação na iluminação

A Irmãos Abage Barigui promove mais um bate-papo especial para profissionais das áreas de arquitetura, design e decoração. Na próxima terça-feira, dia 10 de junho, Umberto Boggian, consultor técnico da Stellatech, realiza uma palestra sobre a Revolução do LED. Mais eficientes e econômicas, as lâmpadas com esta tecnologia prometem uma revolução no setor de iluminação. O evento acontece a partir das 19h.


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