LEONARDO HORTA É O NOVO PRESIDENTE DA FLC

São Paulo, novembro de 2015 – A FLC, líder de mercado em vendas de lâmpadas eletrônicas, anuncia ao mercado que o comando da companhia passará para as mãos de Leonardo Horta, profissional reconhecido no mercado por sua profunda experiência na implementação e gerenciamento de processos que levem ao incremento da produtividade e expansão dos negócios.

O executivo assume a direção da FLC em um momento de crescimento e em uma posição de destaque no mercado de LED, conquistada na gestão de João Geraldo, que deixa a presidência de acordo com o plano de transição estabelecido desde sua entrada, em 2014.

Leonardo Horta liderou empresas dos mais diversos segmentos em seus processos de estruturação e crescimento. Na FLC, além de implementar mudanças, ele dará prosseguimento à política da companhia em investir em inovação, qualidade e tecnologia para oferecer produtos e soluções eficazes em iluminação. Também estará em busca de novas oportunidades de negócios e fortalecerá as áreas comercial e de marketing.

O executivo espera ampliar o portfólio da empresa e disponibilizar novos serviços por meio do lançamento de produtos próprios, aquisições e parcerias no mercado de iluminação. Sua meta é reforçar a liderança da marca em vendas de lâmpadas eletrônicas e LED para conquistar a primeira posição em soluções de iluminação. Com isso, a FLC será uma companhia ainda mais sólida para clientes, colaboradores, representantes, parceiros e fornecedores.

Sobre a FLC

Fundada em 1992, a FLC é a líder de vendas de lâmpadas econômicas por vários anos consecutivos e, em 2013, recebeu o Prêmio Nielsen como a mais vendida do Brasil. Possui produção de linhas exclusivas e um portfólio com mais de 600 produtos, sendo modelos de lâmpadas e diversos refletores, luminárias de emergência, sensores, relés e dimmer. Atualmente, a FLC tem como carro chefe as lâmpadas eletrônicas compactas fluorescentes – conhecidas como lâmpadas econômicas – e as LEDs que têm design moderno e durabilidade 90% maior em relação às lâmpadas tradicionais. Em 2014, reforçou seu pioneirismo e inovação ao inaugurar a primeira fábrica de LED no Brasil.


Troca de iluminação ajuda empresas a driblar energia cara

Tema será apresentado em seminário em São Paulo

Elevado custo de energia leva empresários a investir em iluminação LED para reduzir custos. A previsão é que até 2024, a demanda por eletricidade aumente em 4,2% ao ano. O Plano Decenal de Expansão da Energia (PDE 2024), que entrou em consulta pública em setembro, estima um aumento na procura de energia a uma média anual de 5,1% no setor comercial e 3% no industrial.

Somado a outros fatores, como o aumento da tarifa de energia nos últimos 18 meses e a queda de desempenho da economia no mercado interno, tanto comércios como indústrias estão fazendo ajustes para reduzir custos, entre eles, a adesão a programas de eficiência energética.

Na indústria, o consumo de energia elétrica representa um dos custos mais elevados para o processo de produção. O segmento, que é responsável pelo consumo de 35,1% de toda energia consumida no Brasil, corre atrás de ações eficientes para economizar. E, neste campo, a eficácia passa pela troca de tecnologia, conhecida como retrofit. Ela permite usar melhor a energia, ou seja, consumir menos para iluminar até mais do que as fontes antigas. Mas com a elevação do preço do dólar impactando sobre o custo das lâmpadas, há quem questione quanto à eficácia da substituição de tecnologia. “Cada segmento tem uma necessidade diferente, mas o importante é o gestor considerar no sistema de controle de custos o peso do custo de iluminação em seu processo e identificar alternativas para reduzi-lo”, afirma Ricardo Cricci, diretor comercial da Celena, empresa especializada em projetos e soluções de iluminação para eficientização energética.

Um exemplo é um estabelecimento comercial de 10.000 m², que usa em média 4.000 unidades de lâmpadas tubulares T10 de 40 W. Se ligadas oito horas diárias, representariam um consumo mensal de R$18.163,00. No retrofit pelo modelo correspondente de LED com potência de 18 W, a economia proporcionada seria de 59%, gastando somente R$ 7.430,00 na conta de energia. A primeira troca só seria necessária após 13 anos de uso e o retorno do investimento se daria em 17 meses.

A vantagem também é grande no caso do retrofit LED sobre a lâmpada de vapor metálico, muito usada em galpões industriais. Para uma área de 15.000 m², por exemplo, é recomendada a utilização de 320 unidades de luminárias. Ao ficarem acesas 12 horas diárias, as lâmpadas de vapor metálico de 400 W de potência proporcionariam, com a tarifa energética atual, uma conta de luz de R$ 23.846,00. Nesse mesmo cenário, optar pelo LED de 200 W de potência, resultaria em uma economia de 57%, ou seja, R$ 10.368,00 mensais.

“Eliminar o desperdício é bom não somente para o bolso de quem investe como, numa visão conjuntural, para o sistema energético do país, que convive com geração de energia cara e elevado consumo”, avalia Cricci. O executivo ressalta ainda que a durabilidade cerca de 50% maior do LED reduz o ônus ambiental.

Mais de 10% da energia produzida no Brasil em 2014 foi perdida graças à ineficiência de sistemas elétricos. Esse é o cálculo apresentado pela Associação Brasileira de Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco). Segundo a estimativa, o desperdício correspondeu a R$ 12,64 bilhões, um valor que não pode passar despercebido.

A Celena levará no dia 12 de novembro este tema para o SIMAI, seminário que acontece simultaneamente com a FIMAI (Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial  Sustentabilidade) em São Paulo, e que terá como palestrante o diretor comercial da Celena, Ricardo Cricci. Na ocasião, o executivo irá abordar eficiência energética por meio do retrofit em iluminação. Saiba mais no site do evento: http://simai.rmai.com.br/


Casa Brilia abre as portas em São Paulo

Nova sede da empresa reforça o compromisso com o desenvolvimento sustentável e apresenta laboratório de iluminação LED

Referência no desenvolvimento e comercialização de soluções de iluminação LED no Brasil, a Brilia inaugura nova sede no bairro de Pinheiros, em São Paulo. A festa de abertura da Casa Brilia acontece no dia 12/11, a partir das 19h, em um espaço conceito, que conta com um laboratório desenvolvido exclusivamente para garantir uma experiência completa com a tecnologia LED.

Além da inauguração do Experience Lab Brilia, a empresa lança ainda a quinta edição da revista Brilia Insight com a cobertura completa da primeira Casa Cor Rio de Janeiro 100% LED, incluindo depoimentos dos arquitetos participantes da mostra sobre a experiência com a marca e aplicações em seus projetos.

A atração principal do evento será uma intervenção de LED Painting ao vivo, realizada pelo grafiteiro Bieto, que promete surpreender os convidados ao mesclar a arte do grafite às múltiplas possibilidades que a luz pode oferecer. Para completar as novidades, a Brilia também apresenta a primeira versão do catálogo 2016 com lançamentos exclusivos.

A Casa Brilia foi idealizada para proporcionar momentos de integração com a tecnologia LED. A ideia é mostrar aos nossos clientes e colaboradores o poder transformador da luz e, para isso, nada melhor que um ambiente afinado com nosso posicionamento de marca”, afirma Pamela Gerard, gerente de marketing da empresa.

A nova sede está localizada em Pinheiros, na Rua Ferreira de Araujo, 79. O evento de inauguração terá a presença de clientes, jornalistas e grandes nomes da arquitetura e decoração como Carlos Fortes, Guinter Parschalk, Vitor Penha, Gilberto e Carolina Elkis, João Jadão, entre outros.

Sobre a Brilia

Pioneira no desenvolvimento e comercialização de lâmpadas, fitas e acessórios LED no Brasil, a Brilia desenvolve novas tecnologias, sempre pautada nos pilares de design, durabilidade e sustentabilidade.

Por acreditar que “Luz Muda Tudo”, a Brilia tem como objetivo oferecer produtos inovadores, capazes de garantir emoção em cada momento vivido. Com mais de 2 mil pontos de venda pelo Brasil, a marca garante soluções completas e inteligentes para projetos de iluminação.

A empresa possui um centro administrativo e moderno centro logístico, localizados em São Paulo, além de subsidiária própria em Hong Kong, responsável pela gestão da cadeia de suprimentos. Atualmente é uma das principais marcas no setor de iluminação nacional.


Lutron mostrará soluções em otimização de energia na Expo Arquitetura Sustentável

A Lutron Electronics, especializada em soluções de controle de iluminação natural e artificial, participará em 12 de novembro de uma palestra na Ilha do Conhecimento, evento simultâneo à Expo Arquitetura Sustentável, em São Paulo. No painel “Automação aliada à otimização energética das edificações”, o supervisor de vendas da Lutron Brasil, Claudio Marraccini, mostrará importantes estratégias de controle de iluminação com foco na economia de energia.

O executivo da empresa norte-americana, que possui a credencial LEED Green Associate desde 2009, mostrará também como é possível contribuir para a obtenção da certificação LEED – Leadership in Energy and Enviromental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental), sistema de classificação iniciado em 1998 e administrado pelo United States Green Building Council (USGBC).

“O LEED fornece um padrão internacional objetivo para o que constitui um edifício sustentável. Ele oferece um conjunto de critérios de desempenho com base científica”, explica Marraccini.

Os sistemas de Classificação de Edifícios Sustentáveis LEED abordam sete tópicos e a Lutron pode contribuir com seis deles:

  • Espaços Sustentáveis, para seleção de espaços e estratégias de design responsáveis e ecologicamente corretas.
  • Energia e Atmosfera, para otimizar a eficiência energética do edifício inteiro.
  • Materiais e recursos, para promover a gestão responsável de resíduos e seleção de materiais.
  • Qualidade ambiental interna, para minimizar os contaminantes e otimizar o ambiente interno, incluindo o uso de controles de iluminação e luz natural.
  • Inovação no design, para o desempenho exemplar superior aos requisitos da LEED para recentes inovações de edifícios sustentáveis.
  • Prioridade regional, para incentivar a obtenção dos créditos da LEED que sejam importantes à geografia local.

Mas as soluções de controle de iluminação para uma melhor eficiência energética independem da certificação LEED. Todos os edifícios, sejam novas construções ou retrofit, podem receber as soluções de controle de iluminação da empresa.

A apresentação também abordará soluções escalonáveis de controle de iluminação desde um único ambiente para até um edifício inteiro, além de recursos de software e integração com outros sistemas prediais.

A palestra de Claudio Marraccini acontecerá em 12 de novembro às 13h, na Ilha do Conhecimento, Pavilhão Verde da Expo Center Norte (Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo).


LEDs são fabricados com restos de alimentos

Redação do Site Inovação Tecnológica -  21/10/2015

LEDs orgânicos são fabricados com resíduos alimentares

Os pontos quânticos de carbono podem ser visualizados quando iluminados com luz ultravioleta. [Imagem: Prashant Sarswat]

Pontos quânticos e pontos de carbono

Dois pesquisadores da Universidade de Utah, nos EUA, descobriram uma maneira de criar LEDs a partir de resíduos de alimentos e bebidas.

Além de reutilizar os resíduos alimentares, este desenvolvimento pode reduzir os resíduos potencialmente prejudiciais de alguns tipos de LED feitos a partir de elementos tóxicos.

Alguns tipos de LED são produzidos com pontos quânticos, pequenos cristais semicondutores que possuem propriedades luminescentes. Os pontos quânticos podem ser feitos de vários materiais, mas os melhores são raros, caros e com sérios problemas de descarte no fim da vida útil.

Por isso, nos últimos anos, alguns pesquisadores têm dado atenção a pontos quânticos feitos de carbono, que passaram a ser conhecidos como pontos de carbono.

Em comparação com outros tipos de pontos quânticos, os pontos de carbono têm baixa toxicidade e melhor biocompatibilidade, o que significa que eles podem ser usados em uma variedade mais ampla de aplicações e não terão problemas de descarte no final da vida útil.

OLEDs

Prashant Sarswat e Michael Free conseguiram transformar resíduos alimentares de um tipo de bolo de milho conhecido como tortilla em pontos de carbono e, a seguir em LEDs totalmente funcionais – a rigor, são OLEDs, ou seja, LEDs orgânicos, uma vez que seu constituinte básico é o carbono.

Para criar os pontos de carbono, os resíduos alimentares foram submetidos a uma síntese solvotérmica, na qual o lixo orgânico – pedaços de tortilla e refrigerante – foi colocado em um solvente, sob pressão e temperatura elevadas, produzindo diretamente os pontos de carbono.

Depois de confirmarem a formação dos pontos quânticos de carbono, foi só uma questão de ver os LEDs funcionarem – em múltiplas cores.

Atualmente, uma das fontes mais comuns de pontos quânticos é o seleneto de cádmio. Além de ser tóxico, o material também é caro – chegando a US$20.000 o quilograma.

“Com resíduos de comida e bebida que já estão por aí, a nossa matéria-prima é muito mais barata. Na verdade, é essencialmente grátis,” disse Sarswat.


Telas tensionadas podem ser a solução para projetos

A Lumitenzi, empresa especializada em soluções arquitetônicas, oferece aos consumidores as telas tensionadas da DPS Brasil, que possui mais de 120 opções cores, texturas e efeitos, permitindo que o ambiente seja renovado na sua totalidade, dimensão, qualidade e aparência.

Graças à memória molecular das telas tensionadas, é possível desenvolver qualquer tipo de projeto, o que elimina barreiras e oferece várias possibilidades na hora da criação. Com isso, elas podem ser aplicadas em tetos ou paredes – com efeitos 3D, na elaboração de luminárias dos mais diversos tipos e formatos (inclusive com luz branca ou em cores), as telas podem ser impressas, qualquer formato plano, curvo ou 3D com uso de perfis invisíveis.

Para a arquiteta Monica Spada Durante, o uso de telas tensionadas se tornará uma tendência. “Além de serem práticas e funcionais, elas são um recurso interessante que devemos explorar cada vez mais nos projetos”, afirma. Segundo ela, esta é uma ótima solução para diversas situações, oferecendo possibilidades inúmeras de explorar sua aplicação.

Para o apartamento do edifício Lorena, a arquiteta utilizou a tela tensionada translúcida com iluminação dimerizada aplicada ao forro, valorizando o projeto como um todo. “Nesse contexto, o uso das telas DPS Light para a iluminação da cozinha foi essencial”, conta. Na reforma, a cozinha ficou integrada aos ambientes de estar e, desta forma a Tela DPS Brasil da Lumitenzi configurou uma iluminação requintada e adequada à linha minimalista e contemporânea presente em todo o projeto.

A tela utilizada ilumina com uniformidade todo o balcão em U, que configura a área de trabalho. Possui recursos avançados de iluminação e dimerização, compondo vários cenários de iluminação. Tudo isso sem comprometer o visual estético na integração com os ambientes de estar. “O resultado final deste trabalho é um apartamento amplo, confortável e sofisticado”, conclui.

As telas são 100% recicláveis e fáceis de limpar. A instalação é feita por equipe especializada. Também podem ser aplicadas em áreas internas, além de receber a instalação de sprinklers, ar condicionado, câmeras, projetores, luminárias, entre outros elementos que o projeto necessitar, bem como a impressão de imagens.

Para demais informações, acesse: www.lumitenzi.com.br (em construção) e www.telasdps.com.br ou ou e-mails: contato@telasdps.com.br e contato@lumitenzi.com.br.


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