NOVAS TECNOLOGIAS MARCARÃO A 14ª EDIÇÃO DA EXPOLUX

Novos números indicam que, em 2013, o Brasil importou mais de 14 milhões de lâmpadas com tecnologia LED

SP, Fevereiro de 2014 – A Expolux de 2014 deverá ser lembrada como a edição em que novas tecnologias marcaram presença em praticamente todos os produtos apresentados pelas marcas expositoras, transformando-se em um divisor de águas para o setor de iluminação no Brasil. A preocupação com a redução do consumo de energia, com o meio ambiente, com a segurança e a mobilidade urbana, a estética dos ambientes e a durabilidade está transformando o uso de produtos de iluminação com tecnologia LED no preferido pelos consumidores ao redor do mundo e não é diferente para os brasileiros.

Informações anteriores de que o mercado brasileiro de lâmpadas com LED era de 500 mil foram revistas. Em um primeiro momento, as estimativas são de que este número é bem maior. Já é possível afirmar que em 2013 a entrada de lâmpadas LED foi superior a 14 milhões de unidades. A informação é da Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação).

Motivados pelo consumo da nova tecnologia, atualmente mais de 20 indústrias brasileiras de iluminação estão fabricando no País algum tipo de produto com tecnologia LED: lâmpadas, luminárias ou fontes de luz (drivers). De acordo com Ivan Romão, gerente da Expolux, muitas dessas empresas estarão presentes na Expolux e escolheram o evento para apresentar ao mercado seus mais recentes lançamentos.

Isac Roizenblatt, diretor técnico da Abilux, lembra que mostras de iluminação realizadas recentemente nos EUA e em países europeus apresentaram ao mercado as mais novas tecnologias para produtos do setor e que a Expolux seguirá essa tendência. “O design das luminárias, lustres e projetores para áreas residenciais, comerciais e públicas, por exemplo, deverá surgir remodelado com o uso dos LEDs. Fontes de luz diminutas, eles podem ser inseridos em quaisquer formas ou estar incrustados em superfícies internas ou externas”, menciona o diretor Técnico da Abilux.

Organizada e promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria de Iluminação) acontecerá de 22 a 26 de abril. Será a maior edição da mostra desde a sua criação, em 1988. Realizada no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), ocupará 34 mil metros quadrados, uma área 50% superior à da anterior (2012).

Sobre a Reed Exhibitions Alcantara Machado

Criada em 2007, a Reed Exhibitions Alcantara Machado é resultado da joint-venture entre a maior promotora de feiras do mundo, a Reed Exhibitions, presente no Brasil desde 1997, e a maior da América Latina, a Alcantara Machado Feiras de Negócios, fundada em 1956 e líder no mercado latino americano.  Com eventos em 34 setores ativos da economia, no biênio 2010-2011 a empresa realizou somente no Brasil 57 grandes Feiras de Negócios e Consumo, ocupando assim o 1º lugar em quantidade de eventos, volume de visitantes e compradores, e metragem total de expositores, dentre as empresas associadas à UBRAFE (União Brasileira dos Promotores de Feira).

Sobre a Reed Exhibitions

A Reed Exhibitions é a principal organizadora de eventos do mundo, reunindo mais de 6 milhões de profissionais ao redor do planeta, gerando bilhões de dólares em negócios. Hoje, 500 eventos da Reed estão presentes em 39 países, distribuídos pelas Américas, Europa, Oriente Médio e Ásia e organizados por 33 escritórios próprios que empregam mais de 3 mil funcionários.

A Reed Exhibitions pertence à Reed Elsevier Group, uma companhia listada entre as TOP 100 da Bolsa de Valores de Londres, e que apresentou em 2012 um total de £6,002Bi (ou €6,902Bi). O Grupo Reed Elsevier é líder na geração de soluções de informação profissional nos setores de Ciência e Medicina, Direito, Análise de Riscos, Educação e Negócios em Geral.

Serviço

EXPOLUX 2014 – 14ª Feira internacional da indústria de iluminação

Data: 22 a 26 de abril de 2014

Horário: terça à sexta-feira das 10h às 19h | Sábado das 9       h às 17h

Local: Expo Center Norte – Pavilhões branco e verde

Mais informações: http://www.expolux.com.br/pt-br/Home/


Golden muda sua plataforma de cursos em 2014

A Lâmpadas Golden traz novidades na área de treinamentos para 2014. A empresa de iluminação decidiu focar suas ações para atingir o pessoal que compõe a força de vendas e cuja capacitação visa a oferecer melhores conhecimentos técnicos para auxiliar no varejo.

Os cursos serão montados de acordo com a demanda do cliente no ponto de venda, como parte da estratégia da empresa para preparar os vendedores a atender as mais complexas dúvidas do consumidor, pois na avaliação da analista de Marketing da Golden, Renata Pilão, “um bom atendimento é decisivo para transmitir a marca da empresa e também para ouvir os hábitos e preferências, além de sugerir aplicabilidades possíveis para tirar o máximo de proveito dos recursos técnicos disponíveis”.

Com isso, a Golden foca os treinamentos e cursos especializados como um braço da área de trade marketing e como ferramenta para auxiliar a maximizar a diferenciação dos produtos e serviços Golden no ponto de venda. Afinal, “quem é mais eficiente em chamar a atenção do consumidor sai na frente”, conclui Pilão.

Os cursos serão ministrados por Leandro de Barros, especialista em iluminação e responsável pelas capacitações na área há sete anos.


Solução LED CrispWhite da Philips destaca a verdadeira cor das roupas

Crispwhite é uma solução exclusiva que oferece renderização sem paralelos de lâmpadas brancas e coloridas com uma única fonte de luz

Düsseldorf, Alemanha – A Phillips, líder mundial em iluminação, apresentará a sua solução inédita para varejo CrispWhite na Euroshop 2014, a primeira solução de lâmpadas LED que alcança a tradução perfeita de cores que resulta em brancos brilhantes, intensos e vívidos, cores ricas. A novidade será apresentada durante o evento que acontece de 16 a 20 de fevereiro, em Düsseldorf (Alemanha).

Todas as pessoas já estiveram em boutiques mal iluminadas, na qual viram uma roupa perfeita, provaram-na e somente depois de levá-la para casa descobriram que aquela roupa parece completamente diferente à luz do dia. No caso das lojas de moda, pode ser particularmente difícil encontrar a iluminação correta para seus produtos, pois enquanto uma saída branca pode parecer perfeita sob um tipo de luz, o terno azul escuro pode parecer levemente verde quando sob a mesma iluminação.

O que a solução CrispWhite da Philips permite é que os lojistas iluminem todos os seus produtos nas condições mais favoráveis, o que significa que o clientes verão todas as roupas em suas cores verdadeiras. Isso acontece por meio de uma tecnologia desenvolvida pela A Phillips que fornece diferentes pontos coloridos, mas somente uma única temperatura de cor que, por sua vez, fornece uma luz branca viva e fresca sem ter de comprometer a renderização da cor. O resultado é um produto que seja a fonte de luz perfeita para lojistas exibirem todos os seus produtos em uma luz ideal.

A CrispWhite foi projetada para ser usada em duas principais aplicações na iluminação para o varejo: acentuar refletores ou reduzir a iluminação geral, criando consistência de cores em todas as fontes de luz na loja. Os resultados permitem que os lojistas aproveitem todas as vantagens do LED, sendo uma redução de mais 40% no consumo de energia em comparação com a iluminação convencional, qualidade de luz surpreendente e uma vida útil do produto de 50.000 horas, porém com benefício adicional de melhoria de reprodução de brancos e coloridos.


5º LEDforum vem ai…

A Revista L+D e a Editora Lumière apresentam a 5ª edição do LEDforum, que reunirá entre os dias 21 e 22 de agosto grandes nomes do lighting design nacional e internacional para discutir a aplicação da tecnologia LED, conceitos e rumos da iluminação.

O evento congregará em suas palestras e área de exposição a linha de frente da indústria, da pesquisa e da prática da iluminação.


Itaipu opta por iluminação LED em seus escritórios

O cálculo se refere aos gastos com energia de 2013 comparados aos de 2012, nos escritórios de Foz do Iguaçu e Curitiba. Desde o ano passado, já foram substituídas 430 lâmpadas. A instalação prossegue em todos os prédios de Itaipu abastecidos com energia fornecida pela Copel, de acordo com o projeto desenvolvido a pedido da SG.AD.

“A previsão dos fabricantes é que elas durem 50 mil horas, o equivalente a 12 anos de uso, diante das 7.500 horas – ou dois anos – das fluorescentes”, comenta o gerente do Departamento de Infraestrutura (SGI.AD), João José de Souza.

A eficiência do LED chega a ser 25% superior à das lâmpadas fluorescentes usadas nos escritórios da Itaipu. Por isso, as antigas lâmpadas de 40W ou 32W estão sendo trocadas por LEDs de 18W. Só nessa mudança, a economia já é de até 22W por unidade.

Em andamento

A mudança começou pela sala da gerência da SGII.AD, para avaliação da qualidade do material e teste. Aprovadas, as lâmpadas LED foram instaladas no Centro Executivo (copa, parte da Jurídica e no Bloco 3), no Centro de Recepção de Visitantes (auditório), na Assessoria de Planejamento Empresarial (sala de videoconferência) e na escadaria do escritório de Curitiba.

A substituição prossegue neste ano. No último fim de semana, foram substituídas 60 lâmpadas do Refúgio Biológico Bela Vista. O trabalho é executado pela Divisão de Infraestrutura (SGII.AD) e pelo Departamento de Infraestrutura (SGI.AD).

Um novo lote com 1.000 lâmpadas está sendo adquirido. Em Curitiba, serão instaladas mais 580 unidades – 280 já adquiridas e 300 em processo licitatório. Em Foz, será feita a licitação para mais 700 lâmpadas.

A meta, segundo a SG.AD, é instalar essa tecnologia inicialmente nos locais onde o fornecimento de energia é contratado junto à Copel e, em um segundo momento, aplicar em todos os prédios mantidos pela área.

Menos consumo, menor descarte

Por mês, a SG.AD substitui cerca de 400 lâmpadas fluorescentes. Após a remoção, o material é devolvido ao almoxarifado para envio à empresa que efetua a descontaminação e o descarte adequado do produto.

A ideia é que, com a mudança para o LED, este número de descarte seja reduzido, uma vez que a durabilidade do novo material é maior.

“A utilização deste novo modelo de lâmpadas reduzirá a manutenção, além de reduzir a reposição e custos de armazenagem e descarte. Contribuirá também para a saúde das pessoas, pois não emitem radiação ultravioleta”, concluiu Reni Delavy, gerente da SGII.AD.

Fonte: Jornal da Instalação


Vale a pena trocar lâmpadas

Como ter a luz na medida certa com o fim do horário de verão

Com o fim do horário de verão as lâmpadas ficarão acesas por mais tempo. Isto significa maior gasto com energia. Para compensar este aumento de despesa, a troca de tecnologia é uma alternativa que o consumidor precisa sempre estar atento para saber aproveitar o máximo de vantagens.

Contudo, com a chegada dos avanços tecnológicos ao universo das lâmpadas, ficou para trás o tempo em que só se prestava atenção na potência e voltagem. Consumo, durabilidade, temperatura de cor, índice de reprodução de cor (IRC), aplicabilidade, efeito luminotécnico são questões que envolvem a decisão de compra, o que a torna um gesto muito mais complexo na avaliação do diretor de Marketing da Lâmpadas Golden, Flávio Takeda. “Com tantas opções na prateleira, o consumidor já arrisca buscar outros modelos, mas sente-se perdido com tantas informações nas embalagens e quais considerar para ter um melhor custo benefício e valorizar seu espaço doméstico”.

A incandescente não mudou muito desde que foi inventada por Thomas Edson. E apesar de sua elevada capacidade de reprodução de cor dos objetos, dura apenas 1 mil horas e somente 10% da energia que consome é usada para gerar luz. O resto é dissipado na forma de calor. Não é por acaso que os modelos de elevada potência e baixo rendimento estão sendo retirados do mercado brasileiro.

As halógenas, que são muito usadas para iluminação de destaque, cênica, complementar ou reflexiva também consomem muita energia e possuem materiais nocivos ao meio-ambiente. “Já tentou ficar sentado sob uma halógena durante horas?”, questiona Takeda.  Elas geram muito calor, o que é muito desconfortável e em muitos casos não recomendado, principalmente em local onde se lida com alimentos perecíveis. A falta de popularização deste modelo em parte deve-se ao encaixe, que nem sempre se adequa à base da incandescente. Alguns modelos demandam transformador. Além disso, elas só duram 2 mil horas.

As fluorescentes compactas, que se tornaram mais populares após o apagão de 2001, revolucionaram o mercado de iluminação com a promessa de durabilidade 8 vezes maior e economia de 80%. Porém seu bulbo em formato U e a luz branca meio azulada, que lhe valeu o cognome de luz fria, foram responsáveis por uma resistência ao seu uso. “Quem nunca se incomodou com a lâmpada que sobressaia da luminária e deixava o ambiente pouco aconchegante?”, avalia Takeda. Para isso a indústria se esforçou em desenvolver modelos compactos e até com bulbo arredondado, além da temperatura de cor amarela para aquecer o ambiente e permitir um detalhe arquitetônico. A existência de um reator acoplado permite o encaixe no soquete padrão, com uma vantagem no quesito substituição, mas preocupante quanto ao descarte devido à presença de gases nocivos.

O LED – Diodo Emissor de Luz – representa um passo à frente de todas estas tecnologias. Com uma durabilidade que pode chegar a 50 mil horas e economia de até 90%, o produto vem chamando a atenção do consumidor também por recursos como possibilidade de dimerização e de controle de cores, encaixe nos soquetes existentes sem a necessidade de adaptação e pela ausência de geração de calor. Também não emite raios ultravioleta nem infravermelho, logo não desbota as cores dos objetos, e dispõe de modelos que podem aplicados em qualquer ambiente. A tecnologia vem evoluindo e o mercado já disponibiliza modelos com IRC de até 90%. Segundo Takeda, “o preço, que há pouco tempo representava um empecilho ao consumo, vem caindo drasticamente e deve diminuir ainda mais com o aumento da procura pelo produto, cujo consumo vem dobrando ano a ano”.

É importante o consumidor não só levar todas as variáveis em conta como fazer a conta da economia ao escolher o modelo. “O LED dura até 50 vezes mais que a incandescente, mas não custa 50 vezes. O consumidor precisa entender que a economia de 90% que o LED proporciona no consumo de energia paga o investimento em pouco tempo e o resto significa redução de custo real com energia”, finaliza o executivo.


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