Novos reatores LEM-CI para lâmpadas T5 disponíveis para venda.

Com 10 anos de desenvolvimento e produção própria e certificada de reatores eletrônicos, o Grupo Lumicenter Lighting disponibiliza para venda a nova linha de reatores LEM-CI para lâmpadas T5, sendo a boa relação custo-benefício um dos grandes diferenciais dos produtos.


Com o lançamento, além dos modelos já existentes para lâmpadas T8 e para fluorescentes compactas, a linha agora disponibiliza também reatores para lâmpadas T5 nas potências 1x14W, 2x14W, 1x28W e 2x28W.
As principais características do produto são: Sistema de partida rápida, com preaquecimento dos filamentos para maior vida útil das lâmpadas; Fator de fluxo luminoso entre 0,90 e 1,00; Média geração de THD, alto fator de potência para melhor eficiência energética; Sistemas de proteção para detecção do final da vida útil das lâmpadas com autodesligamento. Os reatores utilizam caixa plástica para maior leveza e versatilidade de instalação.
Todos os reatores da linha LEM-CI possuem dois anos de garantia. Os processos e rotinas de desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletrônicos do Grupo Lumicenter seguem rígidos padrões de qualidade, fundamentados nas normas ISO 9001:2000, NBR 14417 e NBR 14418, o que garante máxima confiabilidade nos produtos e qualidade assegurada ao consumidor.
Canais de Vendas: Abalux – exclusivo para lojistas 0800-7072977 e Lumicenter Engenharia (41) 2103-2750
E-mail: comercial@abalux.com.br / comercial@lumicenter.com
Site: www.abalux.com.br / www.lumicenter.com


Palestra sobre Leds em Curitiba

A tecnologia LED vem conquistando cada vez mais espaço em projetos de arquitetura e decoração. Pensando nisso, a Irmãos Abage, em parceria com a Interlight, reúne um seleto grupo de profissionais para um bate-papo com a arquiteta e lighting designer Juliana Ramacciotti, que irá falar sobre os últimos lançamentos do mercado e como fazer o melhor uso desta tendência. O evento acontece no dia 20 de maio, a partir das 19h, na Irmãos Abage Barigui.


Golden cria área de Trade Marketing para aumentar o giro de produtos LED

Empresa projeta crescimento de 50%

A Lâmpadas Golden promete aumentar a diferenciação de seus produtos nos pontos-de-venda e deixar sua marca mais comercial. É com esta finalidade que a empresa de iluminação criou a área de Trade Marketing, que aposta no aumento de sua presença nos canais de venda e em campanhas para estimular o crescimento de consumo do LED no varejo.

Entre as principais ações que começam a rodar pelo varejo alimentar, home centers e lojas de material de construção de todo o Brasil destacam-se campanhas de incentivo com presença de promotor, canal aberto de informação, treinamentos constantes para atualização de informações e positivação do PDV com materiais adequados. Este conjunto de ações com foco comercial faz parte de um esforço institucional para aumentar a visibilidade da marca Golden no segmento de LED e aumentar o giro de seus produtos.

Segundo a coordenadora da área, Renata Pilão, “o LED é uma tecnologia que evolui muito rapidamente, logo produto parado na prateleira vira sucata”.  Estimular a rotatividade e disseminar os benefícios desta tecnologia de ponta em iluminação é um dos principais desafios.

A área também passará a analisar os hábitos e preferências dos consumidores, através de relatórios de pesquisa para nortear a forma de exposição, o posicionamento da concorrência e o perfil de consumo. O comportamento do consumidor, com relação ao LED, varia de canal para canal, o que demanda atenção da empresa para entender as preferências do público-alvo. Ou seja, “enquanto no varejo alimentar o consumidor busca rápida reposição e comodidade, optando por comprar o que canal oferece para repor a lâmpada que queimou, no home center o público ‘pegue e faça’ é mais exigente e busca produtos diferentes e diversificados. A tecnologia é o principal apelo das lojas de materiais elétricos e de construção, onde o foco é para produtos novos e eficientes”, completa Pilão.

Com Trade Marketing, a Golden espera ter um crescimento de 50% em cada canal. Atualmente lojas de materiais elétricos  e de construção são responsáveis por 65% das vendas, seguida do varejo alimentar, com 20%, e do home center, com 15%.

A primeira ação para otimizar as vendas de produtos LED foi lançada em fevereiro na rede de supermercados Extra.


Intral entre as 100 Marcas do Rio Grande

Fabricante de soluções em iluminação ilustra livro das 100 marcas gaúchas que fazem história. Obra será lançada nesta quarta, 14, pelo Instituto Amanhã

A Intral, provedora de soluções em iluminação com 64 anos de tradição e vanguarda no segmento, é uma das 100 empresas que ilustram o livro “100 Marcas do Rio Grande: a história e os valores das marcas consagradas como ícones da identidade e da cultura empresarial gaúcha”, que será lançado nesta quarta, dia 14, pelo Instituto Amanhã (braço de educação executiva do Grupo Amanhã), em evento para convidados na ESPM-Sul, em Porto Alegre.

O livro apresenta as 100 marcas que se mantêm no coração dos gaúchos ao longo dos anos e que continuam fazendo história, colocando lado a lado as empresas que construíram um relacionamento duradouro com o consumidor. Ao longo das mais de 400 páginas, serão apresentadas a trajetória e o valor das marcas gaúchas, identificando o perfil da empresa, seu histórico, o lugar que ocupa como referência em sua região de origem e a evolução da sua identidade visual. Também serão apresentadas as estratégias utilizadas para tornar cada marca uma lembrança recorrente entre seus consumidores – em um material que almeja se tornar referência para o ambiente empresarial e estudantes das áreas de administração, planejamento e marketing.

As páginas dedicadas à Intral destacam a trajetória vitoriosa e pioneira da empresa que nasceu da necessidade de iluminar a Festa da Uva, em 1950, e tem sua história marcada pela inovação e evolução tecnológica constantes, responsáveis por tornar a marca sinônimo de tradição, qualidade e confiabilidade.

O livro 100 Marcas do Rio Grande é uma parceria do Instituto Amanhã com a ESPM-Sul, trazendo referenciais teóricos que fundamentam a história das marcas com os mais atuais conceitos de branding e valor de marca. Com tiragem de 25 mil exemplares, a obra será distribuída para os setores público e privado, lideranças empresariais da Região Sul, formadores de opinião e bibliotecas das principais escolas de negócios, administração e marketing do Brasil.


Brasil se prepara para a obrigatoriedade da eficiência energética de construções

Edifícios públicos serão obrigados a obter a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence)
Clipping/Universidade Federal de Viçosa

Ainda em 2014, a exemplo dos eletrodomésticos, os edifícios públicos serão obrigados a obter a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence). A etiqueta informa o consumo de energia da construção, que pode ter níveis de “A” a “E”. Os edifícios com maior eficiência energética recebem a etiqueta “A”.

A certificação de edifícios existe desde 2009. Inicialmente, ela era apenas para edifícios comerciais, de serviços e públicos. No ano seguinte, casas e prédios residenciais também passaram a contar com a possibilidade de obter a etiqueta. Até hoje a certificação é feita de forma voluntária. As construtoras podem solicitar a etiqueta para um prédio que está sendo construído, e para construções já existentes, o proprietário que desejar pode entrar com o pedido individual da etiqueta para o seu apartamento.

Entretanto, a previsão é que até 2030, a etiqueta seja obrigatória para todos os edifícios, como já acontece em vários países europeus. Em Portugal, por exemplo, para que um proprietário venda um imóvel, é obrigatório que ele tenha a certificação energética. Isso vai assegurar que o próximo morador saiba se está adquirindo ou não uma casa ambientalmente confortável e com baixo consumo de energia.

Para obter a etiqueta, o edifício passa por duas avaliações: uma do seu projeto e uma do edifício construído. A segunda avaliação verifica se o edifício construído corresponde ao projeto avaliado anteriormente. A professora do programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFV, Joyce Carlo, explica que esse processo é complexo, exige a visita de um consultor ao edifício para fazer a avaliação, e no Brasil existem poucos laboratórios credenciados. Acrescentando-se que esse processo envolve um custo para o proprietário.
A etiquetagem de edifícios é um processo novo e como tal, requer ajustes de procedimentos e rotinas. Visando contribuir ao aprimoramento da certificação, a professora Joyce acaba de iniciar um projeto de pesquisa em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais. Financiado pela Fapemig, o projeto “Desenvolvimento de Método Simplificado de Etiquetagem do Nível de Eficiência Energética para Edificações Existentes”, tem como um dos seus principais objetivos desenvolver parâmetros para a avaliação de prédios, trazendo agilidade ao processo de etiquetagem e reduzindo os custos da certificação.

O propósito da etiquetagem de edifícios é bem simples: redução no consumo de eletricidade refletindo em economia para o consumidor e em benefícios ao meio ambiente. Para se ter uma ideia, no Brasil, o consumo de energia elétrica nas edificações residenciais, comerciais, de serviços e públicas representa aproximadamente 45% do consumo total. De acordo com informações divulgadas pela Eletrobras, “o potencial de conservação de energia deste setor é expressivo.

A economia pode chegar a 30% para edificações já existentes, se estas passarem por reforma e/ou atualização. Nas novas edificações, ao se utilizar tecnologias energeticamente eficientes, a economia pode superar 50% do consumo”.

Para o uso eficiente da eletricidade, o ideal é que a construção de um prédio seja concebida desde o projeto inicial de forma a economizar energia. A professora Joyce avalia que a etiquetagem envolve uma mudança na concepção do projeto, o que exige profissionais preparados para aproveitar ao máximo as propriedades da envoltória e a capacidade de iluminação e ventilação natural das construções.

Além da mudança na concepção do projeto, exige também uma mudança na filosofia das construtoras, que nem sempre estão dispostas a investir em construções mais eficientes. Mas o apelo comercial pode ser um aliado, tendo em vista que imóveis sustentáveis apresentam uma maior valorização no mercado.

A expectativa é que a ENCE para os edifícios venha a ter impacto similar à etiqueta dos eletrodomésticos. Uma pesquisa do Inmetro revelou que cerca de 80% dos consumidores conhecem a etiqueta e a maioria inclui essa informação na sua decisão de compra.


ULTRALED AR111 pode ser ligada diretamente na rede sem a necessidade de transformador

Já é possível ter iluminação de destaque e decorativa sem o incômodo de esquentar demais ou gastar muita energia. Isto porque a Lâmpadas Golden lança a ULTRALED AR111 com 14 W de potência, uma alternativa até 70% mais econômica frente à halógena AR 111 de 50W e que não gera calor.

De fácil instalação, a ULTRALED AR 111 pode ser ligada diretamente na rede, sem precisar de transformador. A embalagem já vem com o soquete GU10 que permite a ligação diretamente na rede, o que facilita no retrofit da halógena AR111, cuja base é G53.

Com ela é possível ter uma iluminação dirigida com conforto visual e físico, sem perda da intensidade luminosa. É indicada para local com pé direito alto devido sua intensidade luminosa de 5 mil candelas.

Com estimativa de vida de 25 mil horas, é possível passar 11 anos sem uma única troca. Já a halógena dura apenas 2 mil horas.

O produto já pode ser encontrado em lojas de materiais elétricos e home centers. Para maiores informações contatar vendas@lampadasgolden.com.br ou ligar no (11)2122-6666.

Dados técnicos

Potência: 14 W

IRC: 80

Temperatura de cor: 3.000 K (luz branca morna) e 6.000 K (luz branca fria)

Duração: 25 mil horas

Tensão: bivolt

Base: GU10

Preço sugerido para o consumidor final: R$ 120,00


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