Nova luminária High Bay Eco da Golden para grandes áreas é 60% mais econômica

A nova High Bay Eco da linha Extreme LED da Golden é uma solução econômica em iluminação para áreas industriais e comerciais com pé direito alto que demandam luminárias de alta eficiência.

Indicada para grandes locais cobertos, ela pode ser usada em galpões industriais, logísticos, refrigerados e quadras cobertas com uma economia de energia de 60% em relação às luminárias de vapor de sódio e vapor metálico.

Possui três opções de potências (120W,150W e 180W) e temperatura de cor de 5700K, que além de estimulante, evita o ofuscamento da visão,  indicada para ambientes de trabalho ou locais em que as pessoas pratiquem esportes e atividades físicas, sem alterar a cor dos objetos.

Outra vantagem é que ao final de sua vida útil, estimada em 50.000 mil horas, a depreciação máxima de luminosidade da luminária é de 20%.

Com lentes de 60° e 120°, a High Bay Eco da Golden é composta por módulos de 18 LED’s. Possui suporte para fixação em estrutura e base de ligação. Utiliza chip Epistar e não possui driver externo. O produto, com IP 65, é certificado pela RoHS, o que atesta a qualidade da tecnologia.

O produto só pode ser adquirido por encomenda, pelo telefone (11) 2122-6666 ou pelo e-mail vendas@lampadasgolden.com.br.

Dados técnicos:

  • Potência: 120, 150, 180 W
  • Temperatura de Cor: 5.700 K
  • Tensão: 198/242V
  • IRC: ≥70
  • Eficiência luminosa– 90 lm/W a 93 lm/W
  • Vida útil: 50.000 horas

LED consome menos, reduzindo os gastos com energia elétrica

A lâmpada incandescente, inventada por Thomas Edison em 1879, será banida do Brasil em 2016, num processo anual gradativo de restrição de venda. Desde o dia 1º de julho a incandescente de 60W, a mais usada pelos brasileiros, ficou proibida de ser fabricada ou importada.

O comércio terá até o ano que vem para escoar seus estoques, quando então ela deixará de existir definitivamente. A grande dúvida dos consumidores das incandescentes é sobre as alternativas para substituir essas lâmpadas que são baratas, porém, consomem muita energia e ficaram tecnologicamente obsoletas.

Segundo Gilberto Grosso, CEO da Avant, empresa brasileira que há 16 anos é uma das líderes na oferta de soluções em iluminação, “a primeira alternativa é a tradicional lâmpada compacta fluorescente de 15W, que substitui com vantagens a incandescente de 60W”. Todavia, o executivo chama a atenção para uma opção mais moderna que é o LED, principalmente as lâmpadas chamadas de Pera, de 8W, ou o modelo que imita o formato da incandescente, de 6W.

“Essas lâmpadas duram até 25 mil horas e a tecnologia LED deverá dominar o mercado até 2020, com vantagens por consumir pouca energia. Por exemplo, passamos de um consumo de 60W da incandescente para 15W da compacta fluorescente e, agora com LED, 8W ou 6W, dependendo do modelo. Isso demonstra que há maior aproveitamento na transformação da energia elétrica em luz. Na incandescente, somente 3W dos 60W consumidos de energia são transformados em luz, isto é, consome 95% de energia elétrica para gerar apenas 5% de luz”, finaliza Grosso.


Osram traz ao Brasil nova luminária a LED para iluminação urbana

Divulgação/Osram

A multinacional Osram apresenta ao mercado a nova luminária StreetLight 30 (SL30), solução em LED indicada para substituir as tradicionais produtos para iluminação urbana, que utilizem lâmpadas a vapor de sódio e multivapores metálicos. Desenvolvida com um design moderno e funcional, o lançamento se destaca por sua vida útil superior, de 100 mil horas.

A SL30 está disponível em seis diferentes modelos de 4 a 12 metros de altura. Por ser desenvolvida em LED, a luminária oferece economia de energia de até 50% em comparação às tecnologias anteriores, com menor custo de manutenção.

Outras vantagens são a alta eficiência luminosa, de 116 lm/W, e o fluxo de luz, de até 15.000 lm. A temperatura de cor é de 4.500K, classificada como branco neutro – luz bastante natural, caracterizada por oferecer uma forte iluminação sem alterar cores de objetos.

“A nova Streetlight 30 representa um grande avanço no segmento, que, cada vez mais, busca produtos mais eficientes e econômicos, vantagens do LED em comparação às lâmpadas de vapor de sódio e multivapores metálicos. Tudo isso sem abrir mão, é claro, da potência da luz e o foco na segurança”, comenta Ronald Leptich, gerente de produto de luminárias da Osram Brasil.

Fonte: Jornal da Instalação


Luz natural a qualquer hora e lugar

Embora haja uma tendência de substituição de lâmpadas incandescentes e fluorescentes pelas “lâmpadas de estado sólido”, ainda há restrições quanto à qualidade da luz emitida por essas alternativas economicamente mais eficientes.

Agora, pesquisadores europeus afirmam ter encontrado a solução definitiva para que os LEDs produzam uma iluminação mais natural – uma “luz quente”, como eles chamam.

Usando materiais nanoestruturados – materiais fabricados com saliências, rugosidades ou outras características com dimensões na faixa dos nanômetros – eles criaram um sofisticado sistema óptico que recria os efeitos da luz natural.

Para isso, a luz originalmente produzida pelos LEDs passa pelo sistema óptico, que mede alguns milímetros de espessura, onde são simuladas a difusão e as interferências que a atmosfera gera na passagem da luz solar – um processo conhecido como dispersão de Rayleigh, responsável, entre outras coisas, pela cor azul do céu.


Janela de luz

O sistema todo tem uma forma plana, parecido com uma janela ou um teto solar, facilitando sua colocação em diversos tipos de ambiente. Segundo a equipe do projeto Coelux, financiado pela União Europeia, o resultado é um “maior conforto e bem-estar nos ambientes internos e subterrâneos”.

“Com o Coelux, você pode desfrutar céus ensolarados a qualquer hora, em qualquer lugar,” garante o professor Paolo Di Trapani, da Universidade de Insubria, na Itália e líder do projeto.

“Do mesmo jeito que tentar descrever o cheiro de um perfume ou a cor de um sol tropical, é difícil descrever os efeitos do Coelux devido à percepção do espaço infinito que a tecnologia produz,” garante ele.

Alguns desses efeitos podem ser vistos nestas imagens, que, embora pareçam renderizações feitas por computador, são fotos reais dos experimentos.

Anticlaustrofobia

Para tirar a prova definitiva da tecnologia, os pesquisadores fizeram um teste com voluntários que sofrem de claustrofobia. “Mesmo os indivíduos claustrofóbicos se sentiram bem e relaxados quando expostos à luz, apesar de permanecerem em uma sala sem janelas de poucos metros quadrados por um período razoável de tempo,” disse Trapani.

A equipe já criou uma empresa para começar a comercializar a tecnologia, que terá como foco inicial as aplicações na área de saúde. A Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou 2015 como o Ano Internacional da Luz, para criar uma consciência global de como a iluminação pode ter uma influência positiva sobre a saúde e o bem-estar das pessoas

Clipping/Inovação Tecnológica


Do soquete ao sistema LED

Têm coisas que fazem parte de nossas vidas há tanto tempo que sequer imaginamos ter o mesmo resultado de outra forma. No que se refere à iluminação, o LED veio para revolucionar a forma como concebemos a luz, não só pelo seu formato diminuto, como pela longa durabilidade e economia de energia de até 90% frente às tecnologias tradicionais.

O que surpreende a indústria é que as lâmpadas LED com formato rosca E27 estão cada vez mais caindo no gosto do consumidor, principalmente nas aplicações que dispensam o uso de gesso e, neste aspecto, tem nas moradias populares um grande mercado consumidor.

Criado para que a lâmpada incandescente pudesse ser rosqueada e assim gerar a luz, o soquete, apesar do LED, tem sua sobrevida garantida com a retirada gradual do mercado da lâmpada criada por Edson. Muda-se a tecnologia de geração de luz, mas mantem-se o mesmo sistema de funcionamento. Afinal faz parte da estratégia de popularização do LED os lançamentos adaptáveis aos soquetes.

Apesar disso, a indústria acredita na modernização e investe em sistemas LED com a solução completa. Este agrega em um único objeto lâmpada, luminária e a fonte de energia. Nas lojas de materiais elétricos e de iluminação já se pode encontrar uma gama destes produtos, cuja oferta só tende a aumentar. Mas o mercado ainda representa uma pequena fatia.

Se esta é a tendência, por que então os fabricantes estão lançando modelos LED com a base em rosca que permite o encaixe no soquete? Estes modelos adaptáveis vêm para conquistar a simpatia do consumidor acostumado às formas de iluminação nos moldes da incandescente. Comportamento não é algo que se muda do dia para a noite. É preciso que o LED ganhe a simpatia popular e que esta conquista advenha da percepção do quão vantajoso ele é em termos de economia de consumo de energia e maior durabilidade. Por isso os modelos LED mais acessíveis economicamente também possuem o formato arredondado, como a incandescente.

Neste primeiro momento, muda-se a tecnologia, mas mantem-se a forma.  O próximo passo é diversificar o uso do LED com aplicações e formatos que quebram paradigmas. Por isso o futuro da iluminação LED é a comercialização de soluções completas. Quando o consumidor perceber a vantagem disso, quem sabe o soquete entre para o passado da iluminação junto com a lâmpada incandescente. Mas até lá, temos ainda um longo caminho a trilhar.

Jani Sousa, analista de Produtos da Lâmpadas Golden


LIGHTING DETECTIVES + LIGHT UP NINJA

Por Silvia Carneiro e Marcos Castilha

Silvia Carneiro:
“Fizemos uma instalação temporária de iluminação no Edifício Copan, em São Paulo. (obra de Oscar Niemeyer). O exercício consistiu em um Night Walk, para identificar os “Heróis” e “Vilões” da nossa paisagem noturna. Foi bastante difícil de identificar os “Herois” nos arredores do edifício Copan, a cidade está mal cuidada, ”Vilões” tem vários, muito vandalismo, poluição luminosa, não existe uma real intenção em iluminar o centro, é inexplicável do ponto de vista técnico. Em alguns casos temos uma luminária com lâmpadas de tecnologias totalmente diferentes, tudo obsoleto. Não encontrei nada que realmente encanta, identificamos como “Herois” algumas luminárias consideradas como patrimônio histórico. Decidimos realizar a intervenção com uma instalação artística, para subverter o visual noturno.”

Marcos Castilha:
“A partir da determinação do local da intervenção, pelo Sr. Kaoru Mende, foram formados os grupos de trabalho que elaboraram suas proposições. As diversas propostas apresentaram vários pontos em comum, e podemos dizer que estes estão todos representados na intervenção efetuada: Primeiramente o desejo da recuperação e da resistência da “forma” da boa arquitetura, representado pela iluminação da curva da marquise e na iluminação em “uplightging” da escada. Temos também o destaque da grande árvore que baliza a entrada da alameda, via que praticamente acompanha a curva da implantação do prédio. Esta árvore  tem sua beleza diariamente “engolida” pelo caos de veículos, letreiros e luminárias plenas de ofuscamento. O volume curvo do embasamento do edifício ao lado do Copan, edifício este “intruso” à concepção original de Niemeyer, foi subvertido e integrado à composição por meio de uma projeção em azul, que faz fundo para a projeção da sombra da escada e do “filme” daqueles que sobem e  descem por ela, lembrando que cidade, arquitetura e luz são, ou deveriam ser, para as pessoas.”

ANTES

DEPOIS

NOSSO PATRIMÔNIO

EM IMAGENS…


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