Belém tem iluminação especial para o Círio de Nazaré

Destaque fica com estrutura de 20 metros de Nossa Senhora de Nazaré. Anjos, arcos e estrelas iluminam e embelezam as noites na capital paraense

Estrutura montada na Doca para o Círio é composta por lâmpadas de LED e mede 20 metros de altura. (Foto:  Alessandra Serrão - NID/Comus)
Estrutura montada na Doca para o Círio é composta por lâmpadas de LED e mede 20 metros.
(Foto: Alessandra Serrão – NID/Comus)

O Círio de Nazaré é considerado o Natal dos paraenses. Realizado no segundo domingo de outubro, o clima da festa contagia a capital, seja com a chegada dos turistas, no colorido das fitinhas de promessas ou mesmo com o cheiro da maniçoba que exala pelas janelas das casas. Este ano, pela segunda vez, o Círio, assim como o Natal, é marcado por uma iluminação especial em Belém.

As mangueiras, símbolos da cidade, ganharam luzes e brilham a noite toda. As avenidas Presidente Vargas e Doca de Souza Franco também receberam decoração, com anjos, arcos e estrelas nos postes.

O destaque fica com a iluminação da estrutura de Nossa Senhora de Nazaré, que mede 20 metros, na Doca com a Marechal Hermes. Essa estrutura é composta por mais de 6 mil lâmpadas de LED, que são mais econômicas e não prejudicam o meio ambiente.

Avenida Doca está decorada para a festividade do Círio e Natal.  (Foto: Alessandra Serrão - NID/Comus)
Avenida Doca está decorada para a festividade do Círio e Natal. (Foto: Alessandra Serrão – NID/Comus)

“Essas luzes vêm abençoar a nossa cidade, neste momento tão importante para a população, são 223 anos do Círio de Nazaré e estamos muito felizes. Que essa iluminação também traga mais aconchego para os nossos turistas”, disse o prefeito Zenaldo Coutinho.

No início de novembro, a santa será transformada em uma árvore de Natal e ficará até as comemorações dos 400 anos de Belém, em janeiro de 2016.


Arrow Lighting Show, sua ponte com o futuro do lighting.


Físicos da UA descobrem emissão de luz branca em estruturas utilizadas no fabrico dos LEDs azuis comerciais

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) demonstrou, em parceria com as equipas do Instituto Superior Técnico, da Polónia e da Escócia, a emissão de luz branca nas chamadas estruturas quânticas de Nitreto de Gálio e Índio/Nitreto de Gálio (InGaN/GaN) com as quais se produzem os LED azuis existentes no mercado. O artigo que descreve a descoberta foi publicado na revista Science Reports.

Os estudos de fotoluminescência mostram que a estrutura quântica monolítica de InGaN/GaN emite simultaneamente nas regiões espectrais do amarelo e do azul. A combinação destas duas emissões é percepcionada como luz branca pelos olhos humanos.

Os díodos emissores de luz (LED) branca mais comuns no mercado, correspondem a sistemas complexos nos quais parte da emissão azul de um LED de InGaN/GaN, obtida por injecção eléctrica, incide num material fluorescente (YAG:Ce). Este absorve a luz azul e emite no amarelo. A combinação de ambas as emissões, azul e amarela, é então percepcionada como luz branca. No entanto, esta tecnologia, explicam os investigadores da UA, apresenta uma eficiência ainda baixa, dado combinar diferentes sistemas de materiais e conduzir a perdas elevadas por aquecimento.

A investigação desenvolvida nesta área tem evoluído com vista à substituição destes sistemas complexos por outros mais simples, baseados numa única estrutura. Entre os potenciais candidatos encontram-se as actuais estruturas de LED azuis, baseados em InGaN/GaN, cuja tecnologia está bem desenvolvida.

As tecnologias baseadas na designada ‘iluminação de estado sólido’ são particularmente relevantes para o desenvolvimento sustentável, enquanto soluções viáveis de impacto elevado para alguns dos desafios globais e da sociedade.

Comparativamente às lâmpadas tradicionais (de filamento e fluorescência), as lâmpadas de LED emitem luz branca de brilho elevado, possuem longos tempos de vida e são energeticamente bem mais eficientes. Os valores mais recentes traduzem-se na obtenção de 300 lm/W face aos 16 lm/W das lâmpadas de filamento e ~70 lm/W nas fluorescentes. Ou seja para a mesma luz emitida os LED gastam cerca de 20 vezes menos energia que as lâmpadas de filamento.

Assim, a iluminação por LED pode contribuir para uma melhoria significativa da qualidade de vida para cerca de 1,5 mil milhões de pessoas no planeta que não têm acesso à rede eléctrica, salientam os autores afiliados à UA. A sua baixa potência permite associá-las com sistemas locais de células solares de baixo custo. Para além disso, possuem tempos de vida de cerca de 100 mil horas, comparadas com as 10 mil horas das lâmpadas fluorescentes e as 1000 horas das lâmpadas de filamento.

Os investigadores confiam que, a este ritmo e num futuro próximo, ocorram vários avanços na produção de LED de luz branca baseados em estruturas monolíticas de InGaN/GaN. A evolução da situação para a produção comercial de larga escala depende da reprodutibilidade da emissão sob injecção eléctrica e da eficiência do dispositivo final, quando comparados com os dispositivos actualmente no mercado.

Via Universidade de Aveiro.


Lutron apresenta soluções de iluminação para residências e empresas

“Um dia de iluminação” reuniu designers, engenheiros e arquitetos em evento, em São Paulo (SP)

A Lutron Electronics, empresa especializada em soluções para controle da iluminação natural e artificial para imóveis residenciais e corporativos, reuniu em São Paulo, na tarde do dia 30 de setembro, arquitetos, engenheiros e designers para apresentar suas soluções para o mercado residencial e corporativo.

Durante o evento “Um dia de iluminação”, os profissionais da companhia mostraram toda a experiência da empresa norte-americana em controle de iluminação e, consequentemente, em economia de energia. “Não queremos apresentar nossos produtos aqui, mas sim as nossas soluções. Queremos educar o mercado e mostrar que os sistemas de iluminação não precisam ser complexos. As soluções são simples e a tecnologia tem que ser amigável”, afirmou Pedro Polo, diretor da Lutron no Brasil. Na abertura do evento, ele lembrou que a companhia possui 2,7 mil patentes e 15 mil diferentes produtos.

Entre os empreendimentos ao redor do mundo que utilizam os sistemas da Lutron estão a sede do jornal The New York Times; o Cabo Canaveral da NASA, a sede do Bank of China e o Capitólio norte-americano.

O gestor de vendas da Lutron Brasil, Ricardo Benucci, apresentou os dimmers – dispositivos que permitem variar o fluxo de luz emitido pelas lâmpadas -, com destaque para a utilização em lâmpadas LED. “A dimerização de LEDs aumenta a economia de uma fonte já eficiente, diminui a temperatura de operação e aumenta a vida do produto. Além disso, estende a vida dos componentes, melhora a ambientação do espaço e deixa a luz em um nível adequado para deixar o ambiente mais aconchegante”, explicou.

Benucci lembrou que as lâmpadas de LED apresentam alta eficiência, vida longa, menor carga térmica e formato mais compacto, além da ausência de materiais nocivos. “O mercado de LED está em desenvolvimento constante. Novos fabricantes estão chegando ao mercado e nem todos os produtos são dimerizáveis. E isso pode ser um problema”, alertou.

As soluções da Lutron para os mercados residenciais também foram apresentadas pelo gestor de vendas, como os sensores de presença e vacância e as cortinas para o controle da luz natural. “O controle de todos os sistemas integrados podem ser realizados através dos dispositivos Lutron. Os equipamentos podem ser aplicativos para Apple e Android ou teclados”, detalhou.

Já o supervisor de vendas da Lutron Claudio Marraccini apresentou as soluções para o mercado corporativo, mostrando que o consumo de energia com iluminação deve sempre ser levado em consideração, seja em um novo empreendimento, seja em um retrofit.

Foram apresentadas soluções escalonáveis stand-alone (com potencial de redução de 30% no consumo de energia), sala-integração (60%), andar completo (60%) e todo o edifício (mais de 60%).

Este foi o primeiro evento do gênero promovido pela Lutron, que pretende levar o Dia de Iluminação para outras cidades brasileiras e promover eventos específicos para diferentes segmentos, como residencial e hotelaria, por exemplo.


Brilia ilumina Casa Cor Rio de Janeiro

A edição carioca da mostra de arquitetura, decoração e paisagismo conta com iluminação 100% LED

A Brilia, companhia que desenvolve tecnologias de iluminação LED, fechou parceria com a Casa Cor Rio de Janeiro, tornando-se a empresa responsável por toda a iluminação do evento. A edição carioca da mostra de arquitetura, decoração e paisagismo acontece entre os dias 1º de setembro e 4 de outubro de 2015, e será a segunda do Brasil a contar com iluminação 100% LED, tomando como exemplo o sucesso da edição paulista.

“Estamos muito satisfeitos com o resultado dessa experiência na edição de São Paulo e ter a oportunidade de participar da Casa Cor Rio é uma grande honra para a Brilia, tendo em vista esse importante tempo de transição para uma tecnologia nova, eficiente e versátil”, afirma Vinicius Marchini, presidente da empresa.

Focada em sustentabilidade, a mostra terá os 40 espaços iluminados com tecnologia LED e estima uma economia de 75% de energia em relação aos anos anteriores, mas vale sempre lembrar que além de eficiência energética, o LED garante excelência no resultado de iluminação. A Brilia disponibiliza um vasto portfólio aos profissionais participantes do evento, com o objetivo de proporcionar perfeitas condições de efeitos luminosos e soluções personalizadas para qualquer tipo de ambiente.

Em breve, também estará disponível para o mercado de iluminação nacional, o novo catálogo da Brilia. Com o material, será possível verificar as últimas novidades desenvolvidas pela empresa, além de imagens dos produtos aplicados na Casa Cor SP 2015, a primeira edição 100% LED do evento.


LED rompendo barreiras

Um novo momento vem se desenhando para o mercado de LED no Brasil, impulsionado pelo maior entendimento das vantagens em detrimento do preço. Fornecedores precisam estar preparados para atender a demanda.

Por Gilberto Grosso*

Se até o momento o grande senão das lâmpadas de LED é o preço, tendo a dizer – e tenho me certificado disso cada vez mais – que não demorará muito e esta questão estará superada. Alguns acontecimentos importantes me levam a acreditar no que estou afirmando. Um em especial: a crise de energia acendeu a luz de LED no Brasil. A partir dessa demanda compulsória, as pessoas precisaram parar, de verdade, e fazer as contas. Quando o impacto está apenas e tão somente na seara dos números, no “ah, é melhor, mas é mais caro”, realmente fica difícil mudar. Mas, na hora do aperto, tudo muda de figura. Ao mesmo tempo, com a mídia divulgando LED para os quatro cantos por conta da questão energética, virou status ter LED em casa. E esse sentimento cresceu muito rápido. Até nas escolas os professores já estão falando em LED para crianças.

Obviamente que outros fatores também vêm contribuindo para esta nova realidade do LED por aqui, como o fim da comercialização das lâmpadas incandescentes. A substituição deste tipo de lâmpada está sendo feita de forma gradativa e acabará em 2017. As de 60W, as mais usadas, já não podem mais ser fabricadas ou importadas e, desde junho, têm sua venda proibida no país. O certo é que o tempo que se levou desde que o LED chegou – quase no anonimato – ao mercado brasileiro, no início dos anos 2000, para conhecê-lo, entendê-lo e aceitá-lo, será infinitamente menor daqui para frente. É preciso estar preparado. Especialistas estimam que, em 2017, pelo menos 50% do mercado brasileiro de iluminação seja dominado pelos produtos de LED.

O alto custo sozinho não tem mesmo como se sustentar quando comparado com tantas vantagens e benefícios. E este movimento está muito latente agora. Mais econômicas e com um tempo de vida bem mais longo, as lâmpadas de LED estão transformando o mercado mundial e estimulando o surgimento de uma nova indústria de iluminação no Brasil. Estão, ainda, revolucionando a forma como usamos a luz, permitindo fontes de iluminação controláveis, ajustáveis, inteligentes e comunicativas. E, para acelerar a demanda, existe uma grande aposta nos desdobramentos das políticas de eficiência energética que preveem a modernização da iluminação pública.

Troca que vale a pena

Lembram-se sobre parar e fazer as contas? Depois de perceber que há uma redução real nos custos energéticos, as pessoas começaram a mudar para as lâmpadas de LED. Mesmo com o investimento inicial bastante alto, os benefícios no seu uso fazem a troca valer a pena. São muito mais eficientes do que as comuns, pois produzem a mesma quantidade de luz (ou lúmem), utilizando bem menos energia. Além disso, a geração de calor durante esse processo é bem menor do que as lâmpadas tradicionais, o que ajuda na economia energética: enquanto uma incandescente gasta certa de 60W para produzir uma determinada quantia de lúmem, uma lâmpada de LED precisa de apenas 9W. Outra grande vantagem é que elas são muito mais resistentes do que as incandescentes e fluorescentes.

Por essas e por outras, por toda essa movimentação que vem acontecendo – e de maneira mais intensa – o segmento precisa se preparar para a crescente demanda dos próximos tempos. Vejo que este mercado está entrando em uma nova etapa, a de garantir o abastecimento para o que está por vir. Existem no mercado muitos produtos de LED, mas já começam a faltar os básicos que substituem as lâmpadas incandescentes…


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