FLC recebe certificação ambiental de movimentação de resíduos

A FLC foi certificada com o Cadri (Certificação de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental) para descarte de lâmpadas, baterias e reatores. O Cadri é uma ferramenta utilizada pela Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) para regularizar e aprovar a correta destinação de resíduos de empresas com atividades que impactam o meio ambiente, bem como armazenamento adequado desses produtos, de acordo com normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

No caso das lâmpadas eletrônicas, esses cuidados são importantes porque, ainda que essas lâmpadas sejam mais econômicas e eficientes que as tradicionais incandescentes, possuem metais necessários para a reação química geradora de luz.

Em nota oficial, a empresa declarou: “O que faz uma marca de sucesso não são apenas seus produtos, as vendas e sua representatividade no mercado. As responsabilidades que assume para com o consumidor e o mundo que a cerca também fazem parte desse processo. A FLC busca desenvolver produtos cada vez mais eficientes e econômicos, com o compromisso de sempre respeitar o consumidor”.

Fonte: Jornal da Instalação


É hora de trocar as lâmpadas

Divulgação / A fita de LED tem chip que emite luz, não gera calor e pode ser de várias cores
A fita de LED tem chip que emite luz, não gera calor e pode ser de várias cores

As incandescentes deixam de ser fabricadas para dar lugar a produtos mais modernos e econômicos. Saiba como fazer a transição de forma correta.

Está chegando a hora de mudar tudo no quesito iluminação. A transição não será fácil: cerca de 80% dos das casas brasileiras ainda usam as tradicionais lâmpadas com filamento de tungstênio, conhecidas como incandescentes. Até 2016, porém, a familiar lâmpada amarela deixará de ser produzida, importada e vendida no país. A extinção acontece porque a tecnologia que sustenta o produto está obsoleta.

“A incandescente é menos eficiente. Tem menor durabilidade, gasta mais e ilumina menos do que os novos tipos”, explica Patrícia Passo, arquiteta especialista em iluminação. A lâmpada amarela é, também, foco de calor. “Há ambientes em que é preciso usar equipamentos para equilibrar o conforto térmico causado pela iluminação”, exemplifica Patrícia.

Jonathan Campos/ Gazeta do Povo

Jonathan Campos/ Gazeta do Povo / A light designer Patrícia Passo explica as diferenças entre os tipos de lâmpadas disponíveis

A light designer Patrícia Passo explica as diferenças entre os tipos de lâmpadas disponíveis

Entenda

Quais os tipos e preços de lâmpadas

• Incandescente: Tem excelente reprodução de cor: é a que mais se aproxima da luz do sol. Desvantagem: consumo alto e vida útil baixa. Para criar luz, a energia que vem da rede elétrica aquece o filamento de tungstênio da lâmpada, que brilha e é capaz de iluminar. Preço: a partir de R$ 0,90.

• Fluorescente: Mais longeva e econômica, tem a luz gerada pela energia ultravioleta produzida pela descarga elétrica no interior do tubo, que contem mercúrio e um gás interno (argônio ou neon). Desvantagem: o descarte. No Brasil só há quatro recicladoras desse tipo de lâmpada e o custo para reutilizar é o mesmo de fazer uma nova. Preço: a partir de R$ 3,50.

• LED: Sigla para Lighting Emitted Diodes. São as lâmpadas mais modernas. Convertem a energia elétrica diretamente em energia luminosa por meio de pequenos chips. O consumo de energia é extremamente baixo e a vida do produto é longa. Desvantagem: peca na reprodução de cor. Em compensação, dá margem a mais formatos e cores. Preço: a partir de R$ 18.

Fonte: Patrícia Passo e Lâmpadas Golden.

Informações

Ao comprar, preste atenção na embalagem da lâmpada, que traz informações como a cor predominante e o gasto energético do produto. Repare na temperatura que ela alcança e no tempo de vida útil. Nas embalagens das LED e das fluorescentes, devem constar informações sobre a equivalência com as lâmpadas incandescentes.

Serviço

Novit Light – tel (41) 3320 7750 - www.novit.com.br

Patrícia Passo – tel (41) 3077-7226 -www.ntz.arq.br

Lâmpadas Golden –www.lampadasgolden.com.br

Transição

No lugar das amarelas, o consumidor terá que optar entre as fluorescentes, halógenas ou LED (abreviação da sigla Lighting Emitted Diodes).

Em quatro anos de transição – de 30 de junho de 2012 até 30 de junho de 2016 – os fabricantes devem parar de produzir e distribuir as incandescentes, enquanto os comerciantes deixam de vender o produto. Mas os brasileiros ainda estão confusos com a troca.

Há quem faça estoque do produto antigo para adiar a transição. A explicação é simples: estamos familiarizados com a luminosidade da lâmpada tradicional.

Cor

“A principal análise do consumidor é a diferença com relação ao conforto térmico. As novas tecnologias não têm índice de reprodução de cor igual às amarelas”, comenta o light designer Bender Barbosa, da Novit, empresa especializada em projetos de iluminação.

“A lâmpada incandescente foi a primeira a ser criada, e as novas tecnologias, embora mais eficientes, ainda não se comparam com a luz que ela proporciona”, diz Patricia Passo. Mas a economia que as lâmpadas novas proporcionam torna a mudança indiscutível. “A incandescente tem vida útil de 800 horas, enquanto a fluorescente chega a seis mil horas e a LED a 25 mil”, observa.

Economia

Leandro Barros, especialista em iluminação das Lâmpadas Golden, traz dados que indicam a necessidade de mudança. “A simples troca pode reduzir em até 80% o consumo doméstico de energia relativo às lâmpadas. A incandescente usa apenas 10% da energia que consome para gerar luz, o resto é dissipado em forma de calor. Já a fluorescente compacta usa 25% da energia total consumida para gerar luz. Isto significa uma economia real de energia elétrica de 75% por lâmpada”, aponta.
Para comprar certo é preciso observar detalhes

Muita gente se atrapalha na hora de comprar lâmpadas fluorescentes. Para evitar confusão, o consumidor deve estar atento aos detalhes na embalagem. “Tem gente que compra lâmpada pela potência (W). Mas potência é consumo, e não luminosidade. Isso se vê na medida de lumens nas embalagens”, explica Leandro Barros, da Lâmpadas Golden. De acordo com ele, não necessariamente um potência maior ilumina mais.

Outra dica é observar a tensão – 127V, 220V ou 12V. “Isso provoca, muitas vezes, a queima desnecessária da lâmpada”, aponta.

O consumidor também precisa observar a temperatura de cor, ou seja, se a lâmpada produz luz amarela ou branca. “Esse item é determinante sobre como vão ficar os ambientes”.

Outro problema para o comprador é que, no caso das LEDs, há dezenas de marcas no mercado. Os preços variam muito, para produtos visualmente muito parecidos, confundindo a escolha. Especialistas apontam que há LEDs de qualidade e outras com mau desempenho.

A compra errada leva a problemas como queda abrupta da intensidade luminosa logo depois da instalação, queima precoce, ao redor de 2 mil horas de uso, queima ou baixa intensidade de luz de um ou outro diodo, quando a lâmpada tem mais de um ponto emissor de luz, e perda da cor da luz emitida.

Para regular o mercado de consumo desses produtos, o Inmetro publicará um Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ) para as lâmpadas LED, visando eficiência energética e segurança.

Fonte: Gazeta do Povo


Shammaluz busca expansão de pontos de vendas

Em franca expansão, a Shammaluz, indústria no segmento de luminárias decorativas no Brasil tem gerado um crescimento de 30% ao ano com mais de 1000 pontos de vendas em 22 estados. Os produtos custam em média de R$ 30 a R$ 300, onde a maioria de suas consumidoras são mulheres das classes C e D. Hoje os produtos são comercializados em 95% em lojas especializadas em iluminação e material de construção e 5% Médias e Grandes varejistas.

Hoje, os mercados das regiões Sul, Nordeste e Norte se tornaram os principais emissores da indústria, que busca se consolidar por todo o Brasil. “Estamos em franca expansão de produção e hoje temos capacidade de fazer negócio com as grandes home-centers do país. Queremos dobrar nosso numero de pontos de venda em um ano e para isso queremos inserir nosso produto no PDV destas grandes Redes varejistas especializadas em iluminação e materiais de construção”, destaca Marcos W. Aquino, Diretor de Planejamento e Operações da Shammaluz.

De capital 100% nacional, toda a tecnologia na fabricação das luminárias foi desenvolvida na própria empresa, desde o projeto das máquinas, passando pelos processos de trabalho e até a qualificação e treinamento de mão de obra. Hoje, a Shammaluz é responsável pela elaboração de um dos materiais mais utilizados na produção das unidades: o acrílico aglomerado, utilizado em alguns modelos clássicos como os populares lustres de folhas e gotão e os modernos pendentes jarro, bola e Ovni.

O conceito de inovação na companhia é frequente desde o seu início, como o pioneirismo em adaptar componentes para acrílico, antes só fabricados em vidro. A Shammaluz é a única fábrica a produzir a versão retrô do lustre de pingos, muito popular na década de 70.

Sobre a Shammaluz: Fundada em 2006, pelos irmãos Marcos, Márcio e Marcelo Aquino, a empresa de origem familiar é uma das que mais crescem no segmento de luminárias do país. De acordo com as regras da Anvisa, é uma companhia pertencente ao grupo IV, que valoriza a produção 100% nacional e aplica a inovação para desenvolvimento de novos produtos. Atualmente responde por um crescimento de vendas de 30% ao ano. Com mais de 120 modelos diferentes de luminárias decorativas, conta com um mix de materiais bem atualizados, como vidro decorado, acrílico, metais, componentes anti-chama e também com um catálogo composto de linhas exclusivas.

Serviço: www.shammaluz.com.br / Tel.(55-11) 2851-9800


O Natal Iluminado pelos LEDs

O Natal se aproxima e já é possível ver a cidade iluminada pelas luzes natalinas. Desde as luzes mais baratas que sequer piscam, até as mais caras em que é possível controlar cores e sequências ao gosto do usuário, a iluminação natalina costuma atender a todos os gostos e bolsos. Mas há quem tenha deixado de realizar a decoração dos sonhos por restrições no orçamento e quem tenha transformado seu lar em um verdadeiro espetáculo de luz, sem, no entanto, pensar no gasto de energia que toda essa decoração traz.

A iluminação natalina convencional – composta pelas pequeninas lâmpadas incandescentes –, além de gerar um consumo relativamente alto de energia, queima facilmente, muitas vezes antes de terminar o ano. Uma alternativa bastante vantajosa para substituição dessa iluminação são as lâmpadas a LED.

As lâmpadas LED duram mais – por vários natais –, consomem até 90% menos energia e proporcionam efeitos e cores inimagináveis! Cada lâmpada dos pisca-piscas convencionais costuma consumir cerca de 5W. Um acessório com 100 lampadazinhas, por exemplo, gera um gasto adicional de R$ 66,60 na conta de energia a cada mês em que a iluminação ficar ligada (considerando que a mesma fique ligada das 18:00 às 00:00 e o custo do KWh seja R$ 0,37). Se a iluminação costuma ficar ligada também pela madrugada, esse valor dobra!

A iluminação natalina a LED costuma ser 30% mais cara que a convencional, porém este gasto a mais é compensado na economia de energia e na ausência de lâmpadas queimadas. Além disso, as lâmpadas LED são bem mais robustas que as convencionais e não têm filamento que causa aquecimento, significando mais segurança para a sua árvore de Natal. Pense nisto e opte pela iluminação natalina a LED.

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Fonte: LEDO Brasil


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Em evento promovido pela Philips, Fernando Meirelles fala sobre a construção de cenários por meio da iluminação

Durante o Lights On 2013, o cineasta e seu parceiro em fotografia, César Charlone, abordam a relação entre o cinema e vida real na criação de espaços para um público formado por Lighting Designers e profissionais do setor de iluminação

São Paulo, novembro de 2013 – A segunda edição do “Lights On”, encontro promovido pela Philip entre os principais designers de iluminação do Brasil e convidados do setor, recebe nesta quarta-feira (27/11), a partir das 19h30, o premiado cineasta Fernando Meirelles, que vai falar sobre a iluminação técnica no cinema, atendendo ao tema do evento deste ano: “A Cidade como Cenário”. O evento exclusivo para convidados acontece no Cinépolis do JK Iguatemi.

O diretor de “Cidade de Deus” (2002), longa-metragem indicado ao Oscar, e de “O Jardineiro Fiel” (2005), que tem formação em arquitetura e urbanismo pela Universidade de São Paulo, vai apresentar sua visão sobre as relações entre o cinema e a vida real na construção de cenários por meio da iluminação, elemento que gera sensações e impacta fortemente no comportamento das pessoas.

Todo esse conteúdo apresentado ao longo do evento será reforçado por César Charlone, fotógrafo e parceiro de longa data de Meirelles em projetos como o próprio “Cidade de Deus” e “Ensaio Sobre a Cegueira”. Charlone também abordará o conceito de que a iluminação, ao transformar cenários, é capaz de causar os mais diferentes sentimentos.

“Este encontro é uma das formas de avançarmos nos nossos objetivos de oferecer soluções de bem estar para as pessoas, por meio da troca de ideias e reflexões sobre o desenvolvimento do espaço urbano”, diz Henk De Jong, presidente da Philips na América Latina. “O ‘Lights On’ reforça nossa parceria com os profissionais de lighting design, que são importantes agentes de mudanças positivas nas cidades e podem contar conosco para apoiá-los e inspirá-los nessa missão”, completa o executivo.

A parceria da Philips com lighting designers foi responsável por grandes projetos de alta tecnologia, como a iluminação do Pelourinho, em Salvador (BA), do Jardim Botânico de Curitiba, da Avenida Faria Lima (SP) e do Estádio do Maracanã (RJ). Dessas experiências, entre muitas outras, fica cada vez mais evidente como a iluminação é decisiva para melhorar a vida de pessoas por meio dos espaços e as sensações por ela geradas.

“Falar sobre a experiência do cinema e seu princípio fundamental de utilizar a luz como expressão artística é um meio de contribuir com a evolução do setor, cada vez mais preocupado com a oferta de soluções sustentáveis de ambientes que colaborem com desenvolvimento humano”, diz Flávio Guimarães, diretor de Iluminação Pública da Philips do Brasil.

O Lights On 2013 será realizado para convidados na Sala VIP Cinépolis do Shopping JK, em São Paulo. A programação conta com alguns projetos de sucesso da Philips ao longo do ano em parcerias com grandes artistas da iluminação que serão brevemente apresentados em um vídeo sobre como a iluminação tem o poder de mudar a vida das pessoas.

Lights On 2013

Horário: 19h30

Local: Sala VIP Cinépolis do Shopping JK

Data: 27/11

Fechado para convidados


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