Curos Automação Residencial no Rio de Janeiro

Automação Residencial

É um mercado em crescimento constante e com muitas oportunidades de negócios despontando.

O Integrador de Sistemas Residenciais é o profissional que reúne as condições plenas de atender as construtoras e os moradores em todos os requisitos de um projeto de Automação Residencial.
AURESIDEAssociação Brasileira de Automação Residencial - criou este Programa de Certificação que tem capacitado profissionais de todo o Brasil desde 2001.
Mais de 80 turmas já foram realizadas e o programa tem reconhecimento nacional.

Por que participar

Num mercado emergente, a capacitação é um importante diferencial para se tornar um profissional bem sucedido. Através deste Programa, o participante não só se prepara tecnicamente mas desenvolve uma rede de contatos consistente e capaz de habilita-lo a desenvolver seus primeiros projetos com êxito.

Informações e Inscrições: http://www.cursodeintegrador.com.br/


Abilux entrega Plano de Modernização da Indústria para presidenciáveis

Com a meta de melhor capacitar as indústrias que atuam no segmento de iluminação, a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) fez chegar às mãos dos presidenciáveis um documento com propostas para a implementação de um plano nacional de modernização das empresas instaladas no País, para que se tornem mais competitivas em relação à concorrência internacional tanto no mercado interno como externo.

Além da desoneração de impostos, da simplificação do sistema tributário, de medidas de defesa comercial e a correção de deficiências na infraestrutura, demandas necessárias para a implementação de políticas setoriais de estímulo à produção nacional como um todo, o plano elaborado pela Abilux concentra suas reivindicações na adoção de medidas que permitam que o setor atinja os mais altos níveis de eficiência energética, sustentabilidade ambiental e socioeconômica por meio de uma política de desenvolvimento produtivo local.

O documento, segundo o presidente da Abilux, Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, alerta os presidenciáveis sobre a necessidade de se adotar, com urgência, medidas que permitam à indústria de iluminação capitalizar as oportunidades de crescimento com as novas tecnologias.

A adoção das ações propostas é fundamental para que a indústria brasileira de iluminação retome a sua posição no mercado internacional, ampliando o número de empresas e volte a gerar empregos. “O mercado local deve ser abastecido por produtos nacionais considerando a existência de capacidade tecnológica no País. Há ainda que se considerar que com o desenvolvimento de uma indústria local forte e moderna o setor se transforme em um importante aliado na redução do consumo de energia, da emissão de CO² e do custo da energia direcionada a iluminação para a população de menor poder aquisitivo”, argumenta Uchôa Fagundes. 

Pleitos que integram o documento:

  • Alocação de recursos para renovação do parque instalado. Incentivo à produção local.
  • Direcionamento de compras governamentais para produtos etiquetados pelo Inmetro/Procel.
  • Revisão da tributação incidente em componentes e produtos finais para iluminação produzidos no país e importados.
  • Compulsoriedade de programas de conservação de energia em edifícios.
  • Linha de financiamento para renovação do parque instalado.
  • Direcionar recurso da RGR para financiamento de projetos de eficientização energética.
  • Revisão da tributação incidente em componentes e produtos finais para iluminação produzidos no país e importados.
  • Condições fiscais e tributárias mais favoráveis para a implantação da produção de produtos mais eficientes no Brasil (LEDs e CFLi).
  • Geração de centros de pesquisa e desenvolvimento nacionais.

FLC apresenta novo presidente

A empresa se prepara para ingressar em outros mercados, como o de iluminação pública.


A FLC, empresa que atua no mercado de lâmpadas eletrônicas, apresenta João Geraldo Ferreira como o novo presidente da companhia. A empresa, agora, faz parte do fundo de investimentos Victoria Capital Partners. A chegada do executivo acontece no momento em que a empresa se prepara para ingressar em novos mercados, como o de iluminação pública e corporativa, além de fortalecer sua atuação nos setores que já atua por meio de novas tecnologias para seus produtos.

“Estou muito contente em assumir o desafio nesse momento de expansão e crescimento para a FLC. O objetivo é preparar a companhia para entrar em novos negócios, fortalecer a marca e reforçar a busca constante pela inovação”, detalha o novo presidente da FLC.

João Geraldo Ferreira foi presidente da GE Oil & Gas para América Latina e tem mais de 25 anos de experiência em negócios no Brasil, Venezuela e EUA. Também passou por outras empresas, como Procter & Gamble, Danone Nike e, Souza Cruz em cargos de liderança.


Vale a pena trocar uma incandescente por uma lâmpada de LED?

A lâmpada de LED dura mais de 25 mil horas e não polui o meio ambiente.

As lâmpadas incandescentes, inventadas por Thomas Edison em 1879, serão banidas do Brasil em 2016, num processo anual gradativo de restrição de venda. Desde o dia 1º de julho a incandescente de 60W, a mais usada pelos brasileiros, ficou proibida de ser fabricada ou importada. O comércio terá até o ano que vem para escoar seus estoques, quando então ela deixará de existir definitivamente.

Muitos consumidores têm se manifestado preocupados sobre qual lâmpada substituirá a tradicional gastona de energia elétrica, bem como com o preço que pagarão pelos novos modelos. Segundo Gilberto Grosso, CEO da Avant, empresa brasileira e há 16 anos uma das líderes na oferta de soluções em iluminação, todas as opções de lâmpadas substitutas das incandescentes são mais caras porque possuem tecnologia mais avançada e oferecem inúmeras vantagens sobre essa centenária e obsoleta consumidora de energia elétrica.

“Uma lâmpada incandescente tem vida mediana entre 700 e 1000 horas. Uma compacta fluorescente dura ao redor de 6 mil horas e uma LED, cerca de 25 mil horas. Ao optar por uma lâmpada de LED o consumidor adquire um produto com durabilidade quase 25 vezes maior do que uma incandescente. Somente essa vantagem já justifica um preço entre 7 a 10 vezes superior ao de uma incandescente”, assegura Grosso.

Assim, para o executivo, “o custo versus o benefício que uma lâmpada de LED proporciona compensa a substituição, já que o LED dura muito mais; não é poluente, pois não contém metais pesados como o mercúrio; gera menos calor e, com isso, menos dióxido de carbono (CO², responsável pelo efeito estufa); não emite radiação UV; e gera 25 vezes menos lixo contaminante do meio ambiente, já que a troca devido ao fim da vida mediana útil da lâmpada é de longo prazo – 25 mil horas.”


Troca de tecnologia de lâmpada no verão ajuda a economizar energia

Com a chegada do horário de verão voltam à tona discussões acerca da economia de energia. Considerando o longo período de estiagem e o aumento anunciado de tarifa, esta é uma preocupação que afeta todos os setores da sociedade este ano.

Recentemente o brasileiro tem notado que uma das estratégias para reduzir as despesas na conta de luz é trocar a tecnologia de iluminação por outras mais eficientes. As lâmpadas de LED vêm ganhando mercado e estão em ascensão. Em 2013, o consumo deste tipo de lâmpada foi de 17 milhões, mais do que o dobro comercializado em 2012, segundo dados da Abilumi (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação). Isto ainda representa pouco diante de um mercado estimado em 300 milhões de unidades por ano, porém a Associação avalia que os preços do LED têm caído em torno de 50% ao ano em função da evolução da tecnologia e que se esse ritmo perdurar, no prazo de 3 anos uma lâmpada LED deverá custar o equivalente a uma fluorescente compacta.

Com a recente popularização do LED, por conta de seus preços mais acessíveis e durabilidade até 50 vezes maior que a incandescente, muitos consumidores têm migrado da incandescente diretamente para o LED, sem passar pela eletrônica. “Acreditamos que isso acontece porque a tecnologia ganhou competitividade, uma grande diferença de economia de energia e possui modelos variados para atender às diferentes necessidades do consumidor”, avalia o presidente da Lâmpadas Golden, Alvaro Diniz.

E razões para isso não faltam. A simples substituição da incandescente pela fluorescente compacta oferece uma economia de R$ 2 por ponto de luz ao ano. Se a residência tem 10 pontos de luz, a economia será de R$ 200 em um ano. No caso do LED esta conta é ainda mais vantajosa. “Cada ponto de luz com uma incandescente de 60W consome R$ 8,64 por mês, enquanto o modelo LED de 10W consome R$ 1,44 no mesmo período, uma economia mensal de 83%”, calcula Diniz.

A empresa afirma que o LED deverá representar 50% do valor das vendas de produtos de iluminação no Brasil em três anos, segmento este que corresponde atualmente por 21% dos negócios da empresa, com a meta de chegar a 60% em 2017. Nas residências, a iluminação é responsável por cerca de 20% do total de energia, atrás dos equipamentos elétricos e chuveiros.


Projeto de iluminação da cidade de São Paulo apresenta avanços

Foi anunciado no dia 10 de outubro, pelo prefeito Fernando Haddad, o início da consulta pública do edital da PPP da iluminação. A meta do projeto é modernizar o parque de iluminação pública da cidade com a troca de cerca de 600 mil pontos em cinco anos, além de melhorar a sua infraestrutura com a criação de um centro de controle remoto e em tempo real da rede. O lançamento aconteceu durante a 7ª Reunião Ordinária do Pleno Conselho da Cidade. O investimento será de aproximadamente R$2 bilhões.

Fernando Haddad enfatizou a importância do projeto de iluminação. “Esse é um projeto inovador, moderno, eficiente e sustentável. A Secretaria de Serviços conseguiu remodelar mais de 180 mil pontos de iluminação e ampliar mais de 40 mil, e isso contribuiu para que as reclamações no 156 caíssem drasticamente. Com a PPP, São Paulo ganhará mais, pois essa será a maior Parceria Público Privada municipal do mundo. Teremos mais luminosidade, segurança e qualidade de vida. Além disso, economizaremos recursos na conta de energia elétrica”.

A PPP eliminará as atuais lâmpadas amarelas (vapor de sódio) das ruas pelas brancas. São Paulo já conta com o LED em alguns pontos como na Av. 23 de maio (Corredor Norte-Sul -> Anhangabaú ao Aeroporto de Congonhas), entorno do Estádio do Corinthians, Córrego Ponte Baixa (região de M´Boi Mirim), monumentos especiais, como: Viaduto do Chá, Ponte Estaiada, Biblioteca Mário de Andrade, Monumento às Bandeiras, Ponte das Bandeiras e Ponte Padre Avelino (Estaiada do Tatuapé).

A consulta pública será publicada no Diário Oficial na próxima terça-feira (14) e ficará à disposição para a população no site www.prefeitura.sp.gov.br/servicos durante 40 dias.

Benefícios econômicos e ambientais

A PPP representará uma economia no gasto de energia elétrica. Serão reduzidos pelo menos 50% do consumo, o que permitirá abastecer totalmente uma cidade de 100 a 150 mil habitantes. As lâmpadas de LED apresentam maior tempo de vida útil – cerca de 12 anos – o que reduzirá a frequência e o custo das intervenções no sistema.

A mudança também permitirá a redução na emissão de dióxido de carbono (CO2) pois as novas lâmpadas não possuem metais pesados em sua composição.

Para relembrar

Por meio de um Chamamento Público, em outubro de 2013, 41 empresas se cadastraram como interessadas em apresentar estudos técnicos e modelagem de projetos de Parceria Público-Privada para modernização, otimização, expansão, operação e manutenção da infraestrutura da rede de iluminação pública do município de São Paulo.

Destas, 34 foram habilitadas e passaram a ser identificadas como agentes empreendedoras. Em março desse ano, foram recebidos 11 estudos preliminares que foram submetidos à análise de uma Comissão Especial de Avaliação. Em 14 de julho, essa comissão conclui suas observações e encaminhou um relatório para o Conselho Gestor do Programa de `Parcerias Público-Privadas (CGP), formado pelos secretários das pastas de Serviços, Finanças, Governo, Negócios Jurídicos e de Planejamento para a emissão de um parecer.

Fonte: Jornal da Instalação


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