Com o Spot LED da Golden, halógena virou coisa do passado

Linha Ultra LED agrega lâmpada, spot e driver


Agora o consumidor tem uma alternativa à luminária de embutir com lâmpada halógena dicroica. Trata-se do Spot com tecnologia LED da Lâmpadas Golden, que chega ao mercado para eliminar de vez o incômodo do calor gerado pela halógena.  Além disso, tem a vantagem de reunir a solução completa em um único produto (lâmpada, spot e driver), o que facilita na hora da compra e da instalação.

O produto da linha Ultra LED dura até 30 mil horas, o equivalente a 13 anos sem troca, e ainda apresenta a vantagem adicional de ser 90% mais econômico.

Ideal para iluminação de destaque em passagens, bancadas, quadros, painéis paredes e nichos, pode ser embutido em teto de gesso ou madeira sem adaptações. Vem com driver bivolt incorporado e presilhas de fixação de fácil instalação. Como não emite ultravioleta nem infravermelho, não danifica nem altera a cor dos objetos que ilumina. O produto possibilita o direcionamento de até 15° do facho de luz.

Com 6W de potência e duas opções de temperatura de cor, branca morna e branca fria, o Spot Ultra LED substitui a dicroica de 50W sem prejudicar o meio-ambiente, pois não possui materiais nocivos.

O produto lançado na Feicon 2014 pode ser encontrado a partir de março em lojas de materiais elétricos, supermercados e home centers. Para maiores informações contatar  vendas@lampadasgolden.com.br ou ligar no (11)2122-6666.

Dados técnicos

Potência: 6 W

IRC: 80

Temperatura de cor: 3.000 K (luz branca morna) e 6000 K (luz branca fria)

Duração: 30 mil horas

Tensão: bivolt

Dimensões: 60 x 85 mm (C x D)

Preço sugerido para o consumidor final: R$ 70,00


Com dois prêmios nos EUA, luminária LED da GE é eleita o melhor produto do setor em 2013


A GE Lighting acaba de receber neste início de ano dois importantes prêmios para o seu produto Evolve™ LED Scalable. O Top Product, da revista Building Operating Management, reconhece as melhores soluções de 2013 para o mercado de construção nos Estados Unidos. Já o LightTrades™ Award, da EdisonReport, aponta os 10 melhores produtos de iluminação do ano no país.

O Evolve LED Scalable superou uma concorrência entre 465 produtos para vencer o Top Product. A revista Building Operating Management define os produtos finalistas por meio de uma pesquisa nacional feita com os executivos do setor. Após essa primeira escolha, os vencedores são determinados pelos leitores da publicação.

Já o prêmio da EdisonReport é realizado com um grupo de cinco juízes que avaliam os produtos de iluminação lançados durante os maiores congressos e feiras do setor em 2013, incluindo Lightfair International, IES Street and Area Conference, IES Annual Conference, Lux Live, Strategies in Light e The Guangzhou International Lighting Exhibition.

Sobre o produto

A Evolve™ LED Scalable é uma luminária LED para espaços ao ar livre que oferece maior flexibilidade e estilo, com duas alternativas de cores, de acordo com a preferência do usuário, e uma variedade de opções fotométricas.

Projetado com a participação de varejistas, concessionárias de automóveis, proprietários de imóveis comerciais e administradores de shoppings, entre outros, o Evolve LED Scalable oferece 30% de economia de energia em comparação com a tecnologia tradicional e possui vida útil de 50 mil horas – ou mais de 10 anos, considerando a média de 12 horas de operação por dia.


Tecnologia LED reforça conceito de sustentabilidade em projeto do Grupo SustentaX

Golden é parceira de iluminação no projeto Casa Sustentável


São Paulo ganha residência como referência de construção sustentável numa das áreas mais nobres da cidade. Trata-se de um apartamento duplex com 460m², localizado na Alameda Franca e construído na década de 60 que foi totalmente reformado pelo Grupo SustentaX, de forma a adequar as necessidades diárias dos futuros moradores com mínimo impacto sobre a saúde das pessoas e o meio ambiente.

“O projeto tentou tirar o máximo de proveito possível da iluminação natural, conciliando a criação de ambientes agradáveis com redução dos custos de energia”, explica a vice-presidente do Grupo SustentaX, Paola Figueiredo. A Lâmpadas Golden participou como parceira na área luminotécnica, atuando no  desenvolvimento do projeto,  serviços de consultoria e fornecimento de toda tecnologia LED presente no apartamento.

A iluminação geral do imóvel é dada por LEDs instalados em luminárias quadradas embutidas no forro de gesso. A iluminação complementar foi realizada por MR 16 e GU 10, aplicadas como destaque de elementos, tanto da parte interna como no terraço da cobertura, embutidas em anéis internos para direcionamento da luz e controle do ofuscamento. Fitas de LED foram usadas para iluminação decorativa, em pontos em que o projeto previa iluminação embutida em itens de marcenaria.

Luminárias de emergência LED foram aplicadas nas duas saídas do apartamento e em locais estratégicos  como área de serviço, hall de entrada, corredor e living superior.

O imóvel de dois andares possui duas cozinhas: a principal no piso inferior e o espaço gourmet no piso superior. Em ambos se buscou priorizar o bem-estar dos usuários através da boa ventilação, iluminação natural, espaços funcionais e materiais resistentes e de fácil manutenção. Na primeira, a iluminação artificial complementar tira partido da discrição dos painéis embutidos recortado no gesso, que valorizam a área de circulação central e distribuem a luz de forma uniforme pelo espaço que é integrado à sala de jantar. Tanto na cozinha inferior como na área de serviço foram usadas 19 Tubo LED para iluminação geral.

Nos seis banheiros, as instalações embutidas no gesso foram dispostas de forma a conciliar o uso do espaço com efeito estético desejado. Foram escolhidas duas temperaturas de cor diversas para se adequar às atividades aí desenvolvidas. Sobre o espelho, a lâmpada possui temperatura de cor branca, o que permite uma maior visibilidade para a pessoa se maquiar ou barbear, já na área do chuveiro a luz amarela auxilia no relaxamento.

Na área social o espaço foi integrado pela criação de aberturas em algumas paredes, o que favoreceu a ventilação e a iluminação naturais.

No living inferior foram usadas LED Dicroica, Extreme LED MR16 6,5W, Extreme LED GU10 dimerizadas (recurso que permite controlar a intensidade da luz) a fim de se adequarem as funções de uso do espaço.  Além disso, foram instaladas fitas de LED em recortes no teto que geram o efeito de demarcar o ambiente em duas áreas de convivência. As mesmas lâmpadas foram usadas no living superior, onde há uma área de convivência e um espaço gourmet. Recorte escultural no teto, contornado por fitas LED dá requinte ao ambiente.

O predomínio das cores claras nos quartos, um total de quatro, reforça a sensação de aconchego e atualidade dos ambientes, onde o destaque fica com o assoalho de jatobá que foi restaurado. Nos quartos do casal, de hóspede, do menino e da menina foram usadas as fitas de LED para iluminação complementar e decorativa, além da LED Dicroica de 6W, da Extreme LED PAR 20 e da Extreme LED MR16 6,5W.

Um dos extremos do corredor longo e estreito que levava aos quartos e a parte da antiga sala de jantar foram unidos e transformados em um office, dividido em área de trabalho com equipamentos de informática e arquivo móvel para evitar o acúmulo de poeira. Em ambos a LED Dicroica se incumbe da iluminação dirigida, onde a Extreme LED MR16 6,5W foi aplicada em destaque em áreas de trabalho como bancada e no espaço entre o armário deslizante.

O andar superior é dedicado ao lazer, onde tanto o acabamento como a decoração dá uma composição leve e descontraída ao home theather, espaço gourmet e terraço com jardim. As luminárias com lâmpadas LED Golden foram integradas ao sistema de automação, onde a luz foi aplicada de forma a criar vários cenários.

No terraço, a tecnologia LED também foi escolhida, onde a PAR 20 foi aplicada de modo a gerar focos de luz difusos ou concentrados, em branco suave e monocromático, de forma a valorizar a vegetação e dar leveza e charme ao ambiente. Graças ao sistema de automatização é possível a criação de cenários próprios para refeições, festas, leitura ou apenas para relaxar. Foram aplicadas luminárias focais e balizadores com controle de luminosidade. O local, que também possui um ofurô, foi planejado para permitir o controle das tonalidades da luz para uso da cromoterapia.

A iluminação aparece como uma grande aliada na redefinição dos espaços. A antiga distribuição marcada por cômodos rigidamente compartimentados deu lugar a um projeto que favorece a integração e o convívio entre os moradores. “Neste contexto a luz ambienta, cria efeitos e ajuda a dar funcionalidade ao espaço”, avalia o diretor da divisão LED da Lâmpadas Golden, Ricardo Cricci.

No ambiente predomina o branco nas paredes e nos móveis, o piso claro no chão e tons pastéis na decoração, escolhidos para dar leveza ao ambiente e favorecer propagação da luz. As cores aparecem em pequenos detalhes, como quadros e almofadas.

As diretrizes gerais de luminotécnica do apartamento foram estabelecidas pela design de interiores Cilene Monteiro Lupi, que desde o princípio estabeleceu a proposta de utilizar lâmpadas de baixo consumo, alto rendimento e dimerizadas, o que justifica o suo do LED. Ele foi escolhido como complemento da iluminação natural por seu desempenho em termos de eficiência energética, visto que em média consome 70% menos energia que a tecnologia convencional.  Este é um dado relevante se levarmos em consideração que “as lâmpadas representam cerca de 20% do consumo doméstico de energia no país, ficando atrás somente do chuveiro, com 33% e da geladeira com 30%”, revela Cricci, com base em dados da Coelce.

Outro aspecto favorável do LED é o fato de a tecnologia ser sustentável, tanto por não conter gases nocivos nem materiais pesados, não emitir ultravioleta nem infravermelho, como por sua durabilidade até 5 vezes maior que a tecnologia tradicional, o que contribui para reduzir os impactos ambientais. Este último aspecto é uma tendência mundial e o Brasil já desponta como o quarto país com o maior número de obras certificadas por sustentabilidade. Segundo dados do GBC (Green Building Council Brasil), o país fica atrás de Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.

O predomínio de lâmpadas com temperatura de cor de 3 mil Kelvin, cuja luz branca amarelada é muito semelhante à luz das incandescentes, foi estabelecido com um requisito por Lupi por considerar mais adequado a projetos residenciais devido à sensação de conforto e aconchego, como também pela maior fidelidade na reprodução de cores.

Segundo Figueiredo, a intenção do projeto foi “incorporar os conceitos e padrões de construções sustentáveis sem abrir mão da modernidade, conforto e estética”. E, neste aspecto, para obter-se o melhor resultado em termos de eficiência energética o LED apresentou-se como a melhor opção: possui baixo consumo, garante economia de energia, com redução do custo de manutenção e, por conseguinte, de geração de lixo, garantindo o bem estar e a saúde dos moradores.

O projeto “Residência Sustentável” foi conduzido pela SustentaX, que é especializada em sustentabilidade de negócios, de empreendimentos imobiliários, de produtos e serviços. A empresa, que se notabiliza por seu pioneirismo e liderança em certificação de empreendimentos e produtos sustentáveis na América do Sul, procurou disseminar o tema de forma prática, mostrando que é possível reduzir os impactos ambientais mesmo quando a reforma ocorre campo doméstico.

Ficha técnica

Projeto: Grupo SustentaX

Designer de interiores e projeto luminotécnico: Cilene Monteiro Lupi

Lâmpadas, fontes e reatores: Lâmpadas Golden

Fotografia: André Bittencourt – ABDESIGN


Lumicenter Lighting comemora participação na Feicon 2014

Para a direção da empresa, o objetivo principal foi alcançado e existem boas perspectivas de negócios a serem gerados a partir das ações no evento. “A resposta do público a respeito de nossos novos catálogos e lançamentos foi muito positiva”, revela Thiago de Salles, Vice-Diretor de Marketing e Design do Grupo Lumicenter Lighting.
O Grupo está lançando 4 novos catálogos em 2014: o catálogo Lumicenter Lighting de luminárias de uso corporativo e industrial, o catálogo Abalux dedicado exclusivamente à lojistas e os catálogos Lumidec Iluminação Decorativa e Lumidec Iluminação Técnica.
Thiago diz que agora os esforços e expectativas do Grupo estão voltados à Expolux, que acontecerá no final de abril. “Temos boas perspectivas em relação à Expolux. Vamos contar com um grande espaço destinado à exposição de nossos lançamentos e ainda um espaço exclusivo onde ofereceremos mini-seminários sobre diversos temas ligados à tecnologia LED”, finaliza.


Oportunidade de ganhos no setor de eficiência energética

Empresas com interesse em desenvolver projetos de eficiência energética ou de redução de impactos ambientais podem recorrer às linhas de financiamento por meio da Agência Estadual de Fomento (AgeRio). O valor do financiamento pode chegar a R$30 milhões por projeto, se o recurso for captado diretamente pela agência, com taxa mensal de 0,93% ao mês e até cinco anos para pagar o empréstimo.

Além disso, os dois principais bancos federais: Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – preparam novas linhas de financiamento para o setor. A Caixa pretende lançar, em parceria com o banco alemão KfWBankengruppe, uma linha de crédito de  €150 milhões (cerca de R$480 milhões) para médias e grandes empresas, destinada à eficiência energética e energias renováveis.

Já o BNDES estuda aperfeiçoar a linha de crédito existente, o Proesco. A meta, na prática, é simplificar o processo, já que muitas empresas que recorrem ao banco são de pequeno e médio porte e possuem dificuldades burocráticas e de depósito de garantia para terem acesso aos recursos.

“Investir e criar soluções nesse setor propicia ganhos para o transporte, indústria, construção civil, entre outros setores da economia. A eficiência energética possibilita a produção de bens cada vez mais baratos e competitivos, poupa recursos naturais como o petróleo e o gás, mitigando seus respectivos impactos ambientais. Reduz os custos de produção e aperfeiçoa o desempenho econômico das empresas, e assim, diminui a necessidade de investir em infraestrutura e energia”, explica Rodrigo Aguiar, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco).

No início do segundo semestre de 2014, durante o 11º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética e ExpoEficiência (Cobee), evento voltado à disseminação de tecnologias e oportunidades em eficiência energética, as empresas interessadas em investir neste setor poderão participar de palestras, debates e conhecer novas tecnologias, produtos e serviços. A feira destinará uma área para o Cobee Experience, espaço dedicado à apresentação de inovações tecnológicas promovidas pelas empresas participantes da ExpoEficiência.

Potencial de economia de energia

Como a eficiência energética e o uso sustentável de recursos naturais estão na pauta global, o Cobee apresentará um panorama desses temas e o quanto é possível evoluir. Segundo o Plano Nacional de Energia PNE-2030, o potencial de conservação de energia tem como responsáveis: a indústria, com aproximadamente 42%; o setor residencial com 37% e; comércio e serviços, com 22%.

O Cobee e o ExpoEficiência são eventos indicados para profissionais das áreas de engenharia, produção, manutenção e financeira, responsáveis pela gestão de custos, insumos e energia. Esses profissionais podem atuar em inúmeras atividades – tanto de setor público como do privado -, dedicadas às atividades de conservação de energia, prestação de serviços e em instalações, atuantes em todas as regiões do Brasil.

Fonte: Jornal da Instalação


Encontro em SP discute modelos de gestão dos ativos de IP

A empresa especializada em projetos de iluminação, Celena, em parceria com a operadora de iluminação pública, Inova Lúmen, participou em 18 de março do encontro “Gestão de Transferência de ativos de iluminação pública”, realizado no Hotel Golden Tulip Paulista Plaza (SP). O evento, promovido pela VIEX Américas, contou com a participação de prefeituras, órgãos reguladores, investidores, distribuidoras de energia, empresas de tecnologia, manutenção, gestão e consultorias interessadas em discutir os aspectos e impactos da resolução 414/10 da ANEEL, que estabelece aos municípios brasileiros a responsabilidade pelos serviços de iluminação a partir de janeiro de 2015.

“Para as empresas do setor é uma oportunidade para debater e apresentar novas tecnologias, além de buscar parcerias para desenvolver estudos e propostas com menor custo e maior eficiência para o sistema de gestão da iluminação de cidades”, afirma o diretor executivo da Celena e palestrante, Ricardo Cricci.

A partir do momento em que a concessionária de energia transfere o parque de iluminação pública ao município, passa a ser de responsabilidade deste todos os ativos no ponto de entrega da energia pela distribuidora, o que inclui relé-fotoelétrico, reator, braço da luminária, luminária e lâmpada.

Segundo o executivo, 71% dos municípios brasileiros já absorveram ou estão prestes a absorver seu parque de iluminação pública. Entre os estados mais atrasados neste quesito estão Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco e São Paulo. Este último é o pior no ranking, onde 572 localidades ainda têm a gestão do sistema a cargo da distribuidora e 73 como propriedade do município. Em nível nacional,  1.598 dos 5.570 municípios brasileiros (29%) ainda não adotaram soluções para se enquadrarem à resolução da ANEEL,  o que demonstra o potencial deste mercado para as empresas de iluminação na avaliação de Cricci.

A escolha do modelo mais adequado para contratação do sistema de gestão e manutenção da iluminação pública impacta no crescimento do orçamento da cidade, e algumas ações como Plano Diretor de Iluminação Pública, cadastramento Georeferenciado (individual não por amostragem) de todos os pontos de luz e redução da tarifa B4b para B4a podem reduzir de imediato a conta de energia em cerca de 30%.

A oportunidade atual, segundo Cricci, é que “as cidades que não fazem a gestão do parque de IP e as concessionárias vão precisar conhecer os parques de iluminação pública que administram. Hoje a cobrança da conta de energia elétrica consumida pela prefeitura com IP, na maioria dos casos, é feita por estimativa. Há uma grande chance das informações estarem defasadas, o que gera dúvida para quem paga e para quem recebe ”. A isso se soma o alto índice de apagamento, o parque defasado e o baixo grau de ineficiência energética. Desperdício e falta de controle, de informação e de investimento explicam, em parte, o elevado custo com iluminação pública no país. “Alguns municípios dependem muito das informações das concessionárias e isto deverá mudar”, na avaliação do executivo.

Algumas cidades estão com o seu parque de iluminação fora das novas normas técnicas vigentes, já que acaba de ser publicada uma nova versão. Este movimento pode ser importante para que as cidades se adequarem. Como resultado, elas poderão entregar para os cidadãos uma melhor qualidade luz. Para o executivo, “isso refletirá diretamente na diminuição da violência e no bem estar dos cidadãos”.

Solução integrada

Para ajudar as prefeituras neste assunto, a Celena elaborou um pacote de soluções integradas para gestão e manutenção do sistema de iluminação pública, que pode ser implementado através de concessão ou Parceria Público-Privada (PPP).

A gestão de iluminação pública é a inteligência atrás dos processos de manutenção. É a central de atendimento que atende o usuário, que controla as equipes de campo, que gera relatórios gerenciais e de performance, através de um software de gestão próprio. Já a manutenção é o processo em si, tais como troca de lâmpadas, ou componentes defeituosos, instalação, implantação, e toda a parte operacional e de logística que mantém a cidade acesa.

O pacote proposto pela Celena inclui iluminação com tecnologia LED de última geração, telegestão, instalação e gestão (com centro de controle operacional). “Firmamos parcerias com empresas do segmento e montamos um pacote de soluções para IP LED, com preço econômico onde o retorno do investimento é mais rápido”, explica Cricci.

Além de permitir o controle sobre o sistema de iluminação pública instalado no país, o sistema de telegestão permite um monitoramento em tempo real, relatórios para medição de consumo, índice de falha, dimerização etc. Ele inclui um hardware de comunicação que fica na luminária; um amplificador de sinal e um concentrador.  “Ao interligarmos estes equipamentos com as luminárias Extreme LED Golden IP, por exemplo, conseguimos reduzir o custo de manutenção, o consumo de energia e a qualidade da iluminação pública. Com isso, a prefeitura sai de uma posição reativa para pró ativa”, explica Cricci.

Este sistema de telegestão da Celena tem a vantagem de trabalhar com protocolo aberto e não proprietário. Na avaliação de Cricci, muitas empresas de iluminação trabalham com protocolos proprietários, o que gera um maior risco para a prefeitura, pois ficará sempre refém da tecnologia e infraestrutura do fornecedor.

Através da infraestrutura de telegestão da iluminação pública a cidade terá condições para a oferta de outros serviços, como: parquímetro, controle da frota de transporte urbano (com monitoramento on line e informação ao usuário em telas nos pontos de ônibus sobre trajeto, tempo de chegada, tempo de viagem etc), controle internet WiFi banda larga pública em toda cidade, câmeras e monitoramento de segurança, chamada de emergência, painéis de informação ao usuário pela cidade com mensagens institucionais e publicitárias, recarga de veículos elétricos, monitoramento meteorológico, entre outros.

“Tudo isso a prefeitura poderá contratar ou licitar de empresas especializadas que subcontratarão a infraestrutura disponível, gerando receitas financeiras à cidade”, finaliza Cricci.

Além de palestrante, a Celena foi uma das patrocinadoras do encontro.

Sobre a Celena

A Celena é uma empresa de projetos de iluminação e soluções em LED, situada em São Paulo, voltada para atender clientes corporativos de todos os segmentos que precisam aliar economia de energia com baixa manutenção e, que traz inteligência ao sistema de gestão em iluminação pública.


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