Direitos do consumidor na troca de lâmpadas

Com o aumento das tarifas de energia, o consumidor está preocupado em economizar. A iluminação tem um grande peso na conta e é possível encontrar lâmpadas fluorescentes compactas ou LEDs com até 90% de economia de energia.

Como todo produto, é natural ocorrerem defeitos, mas é importante que o consumidor fique atento para realizar uma compra mais segura e saber como proceder em caso de troca.

O primeiro passo é ter certeza que escolheu o produto corretamente. “Verificar principalmente fluxo luminoso, potência, temperatura de cor e tensão para ter certeza se atende às necessidades antes de levar o produto ao testador”, afirma Renata Pilão, coordenadora de marketing da Lâmpadas Golden.

Se o consumidor comete enganos na compra presencial, ele pode não ser ressarcido. A advogada especialista em direito do consumidor da G. Friso Consultoria Jurídica, Gisele Friso Gaspar, afirma que o Código de Defesa do Consumidor “não obriga o comerciante ou o estabelecimento a trocar produtos comprados em lojas físicas em casos de arrependimento”. Gaspar ressalta que, quando a compra acontece online, por telefone ou catálogo, o direito de arrependimento prevalece e é possível trocar ou devolver o produto em até sete dias após o recebimento.

Se a lâmpada apresentar algum defeito aparente, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que o fabricante deve realizar a troca em até 90 dias da data da compra com a apresentação do cupom fiscal. Se o problema acontece posteriormente, o prazo começa a partir do momento que o consumidor detecta a falha, caso seja constatado um vício oculto (problema de fabricação de difícil constatação para o comprador). O estabelecimento não é obrigado a fazer essa troca, mas há quem a ofereça como um benefício ao consumidor. “Se porventura, ele concede um prazo para troca do produto, deve avisar sobre o prazo que oferecido. Se não tiver nada escrito, via de regra o local não precisa trocar, mas deve orientar o consumidor a entrar em contato com o fabricante”, acrescenta Gaspar.

Além disso, as lâmpadas atendem às normas do Inmetro que estabelecem também um parâmetro de garantia. De acordo com Pilão, “a lâmpada fluorescente compacta atende a Portaria 489, que determina que o modelo deve ter no mínimo um ano de garantia e essa informação deve estar explícita na embalagem”, afirma.

As lâmpadas LEDs estão prestes a passar pelo processo de certificação, que começa no fim do ano e vai até 2017. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) não exige garantia mínima deste produto, mas qualquer prazo estabelecido não deve ser menor que os 90 dias estabelecidos no CDC. Já os LEDs que levam o selo Procel devem oferecer no mínimo três anos de garantia.


LED é a mais econômica de todas as lâmpadas

Mais moderna tecnologia em iluminação, o LED é também a mais econômica de todas as lâmpadas existentes atualmente no mundo.

“Hoje, quem instala uma lâmpada de LED em sua casa ou escritório é chique e ganha o status de estar na vanguarda dos acontecimentos”, afirma Gilberto Grosso, CEO da Avant, fabricante brasileira há 20 anos atuando em iluminação.

“O mercado brasileiro estava muito atrás da Europa, EUA e Ásia, já que até o começo deste ano o LED engatinhava. Todavia, de uma hora para outra, o LED alçou voo e passou a ser a vedete de todas as lâmpadas, sendo um dos produtos mais desejados e cobiçados por consumidores e profissionais da iluminação. Com isso, o mercado avançou rapidamente e já se estima que até o final de 2016 cerca de 50 milhões de lâmpadas instaladas terão essa nova tecnologia, que é a mais eficiente na economia de energia elétrica”, explica Grosso.

Segundo o executivo da Avant, “alguns comparativos mostram que o LED veio para ficar: uma lâmpada de LED Pera de 9W substitui uma incandescente de 60W, portanto, reduz em 85% o consumo de energia. Por outro lado, uma casa que substitua dez lâmpadas incandescentes por outras dez LED Pera verá seu gasto com energia elétrica cair de cerca de R$ 66,96 para apenas R$ 10,04. Essa diferença mensal de R$ 56,92 cobre folgadamente os custos do LED, que hoje ainda é superior ao preço de uma incandescente”.

Para facilitar a escolha do consumidor, a Avant apresenta um quadro com a equivalência comparativa entre as três principais lâmpadas conhecidas e mais usadas hoje em dia: incandescente, compacta fluorescente e LED Pera.


LINHA CONEXLED SELO PROCEL

LINHA CONEXLED COM SELO PROCEL


As lâmpadas tubulares LED CLN T14 Conexled são fabricadas com alta tecnologia eletroeletrônica e design moderno. Utilizadas em diversas aplicações, seja em novos projetos ou em retrofit, podem ser instaladas nas mesmas luminárias das tubulares convencionais. A linha LED CLN T14 possui SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA, isto significa que o produto apresenta MELHOR DESEMPENHO ENERGÉTICO em sua categoria, além de contribuir para o desenvolvimento tecnológico e a REDUÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Possui baixo consumo de energia elétrica, não emite calor o que a torna ideal para iluminar ambientes como indústrias, escritórios, hospitais, supermercados, escolas e locais onde seja necessário manter a produtividade e a atenção. Garantia de 3 anos.

Luminária Tubular LED com SELO PROCEL DE ECONOMIA DE ENERGIA

Modelo: Linha CLN T14

Potência: 18W  | Tensão: bivolt | IRC: >80  | Temperaturas de cor: 5 000K

Fluxo Luminoso: CLN T14 18W (1 850 lm)

Fabricante: Conexled

Acabamento: Alumínio anodizado, plástico.

Observação: Garantia de 3 anos; Instalação em luminária convencional para lâmpadas fluorescentes, soquete tipo G13 / Não utilizar com reatores.


Santil amplia linha de luminárias

Eficiência energética, decoração e funcionalidade são aspectos fundamentais na escolha de luminárias. A Santil, distribuidora de material elétrico, considerou essas exigências para ampliar a linha de luminárias disponíveis aos clientes. Dispõe de variados modelos, indicados para os mais diversos ambientes e perfis de consumidores. A iniciativa visa agradar os clientes e ampliar o giro dos produtos.

O segmento de luminárias representa, aproximadamente, 10% das vendas da Santil e tem se tornado cada vez mais significativo, especialmente com o aperfeiçoamento da tecnologia LED (Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz), que oferece mais benefícios aos consumidores. Nos últimos dois anos, com a introdução de novos itens, esse segmento cresceu em média 40%.

Atualmente, a Santil oferece duas mil opções para iluminação, de aproximadamente de 30 marcas, entre plafons, arandelas, balizadores, spots, pendentes, lustres, espetos para jardim, entre outros tipos selecionados pela qualidade, funcionalidade e beleza. “Procuramos trabalhar com fornecedores que oferecem produtos com um ano ou mais de garantia, além de modelos que representem as mais modernas tendências de decoração e tecnologia”, destaca Veridiana Bernaba, responsável pelo Departamento de Compras da Santil.

Foco e capacitação

De acordo com Veridiana, atualmente, um dos critérios para a escolha de uma luminária é a economia de energia. “As luminárias com LED são mais caras do que as tradicionais, mas quando o cliente verifica o consumo e durabilidade, ele opta por elas, o que contribui para a ampliação das vendas neste segmento”, afirma.

A constante atualização do portfólio de produtos e a maior presença das novas tecnologias exigiram a intensificação da qualificação dos vendedores. Por isso, o apoio ao departamento de vendas também é determinante na formação de parcerias com as indústrias.

A Santil só trabalha com produtos certificados, que estejam de acordo com as normas de fabricação vigentes ou dentro dos programas de qualidade e eficiência energética, daí a necessidade de contar com profissionais que realmente conheçam os produtos que comercializam.“Os investimentos no mix de produtos não trariam os resultados esperados se não investíssemos, também, em recursos humanos”, observa Veridiana.


Uma reinvenção do LED?

Redação do Site Inovação Tecnológica -  31/08/2015

Uma reinvenção do LED?

A grande vantagem do novo LED é que ele é construído por impressão, depositando-se os materiais como se fossem tintas.

LED híbrido

Uma equipe da Universidade Estadual da Flórida (EUA) desenvolveu um novo LED altamente eficiente e de baixo custo que pode ajudar a estimular a adoção mais generalizada da tecnologia, que é muito eficiente, mas ainda muito cara.

“Ele pode potencialmente revolucionar a tecnologia de iluminação,” disse o professor Zhibin Yu. “O custo da iluminação por LEDs tem sido uma grande preocupação até agora. A economia de energia não é compensada pelos custos elevados. [Nosso novo LED] pode mudar isso.”

A equipe desenvolveu a nova tecnologia para a fabricação de diodos emissores de luz utilizando uma combinação de materiais orgânicos e inorgânicos, e cuja estrela principal é a perovskita, um material que pode ser célula solar ou LED, dependendo do projeto – ou seja, ela pode absorver ou emitir luz.

Depois de misturado, o material híbrido é dissolvido, podendo ser aplicado como uma tinta, a exemplo da tradição na eletrônica orgânica, o que barateia muito o processo de fabricação.

Junção p-i-n

O novo LED é formado por uma película de perovskita e óxido de polietileno ensanduichada entre uma camada de óxido de índio-estanho (ITO) e índio-gálio.

A estrutura exige uma baixa tensão elétrica para emitir luz e apresenta alta luminosidade porque a estrutura forma uma homojunção p-i-n, o que significa a inserção de uma camada “intrínseca” (sem elementos dopantes) entre as camadas p (positiva) e n (negativa), que impede a fuga de elétrons, gerando uma corrente uniforme na camada i.

Os LEDs emitem luz nas cores azul, verde ou vermelha, o que permite sua utilização na fabricação de lâmpadas de iluminação comuns, emitindo luz branca.

Mas o que torna a técnica realmente especial é que o processo de fabricação é muito mais simples do que o processo tradicional dos LEDs existentes no mercado – a maioria dos LEDs requer quatro ou cinco camadas de material, depositadas umas em cima das outras, enquanto o novo LED híbrido requer apenas uma camada do material completo já dissolvido.


Lâmpadas Golden completa 25 anos

Neste mês de agosto, a Lâmpadas Golden completa 25 anos de atuação no mercado brasileiro de iluminação. Quando iniciou suas atividades, em 1990, o propósito era ser uma empresa que trouxesse produtos que o mercado nacional não conhecia. Com atuação em vários segmentos, decidiu focar em iluminação e três anos depois, ao criar a marca própria Golden Plus, se voltou para o setor luminotécnico. A empresa iniciou as atividades com o comércio de starters, fluorescentes tubulares e transformadores e a partir de 1994 começou a ampliar o portfólio de produtos.

O grande marco na história da empresa foi quando em 1998, interrompeu a comercialização de lâmpadas incandescentes. O advento da crise energética de 2001 e o investimento em qualidade colocaram a empresa ao lado dos principais players de mercado. Nessa época a lâmpada eletrônica Golden tornou-se uma presença consolidada no varejo de iluminação.

As rápidas mudanças tecnológicas fizeram com que a iluminação galgasse mais um degrau no quesito “eficiência energética com o LED”. A empresa vem trabalhando para que a luz digital seja acessível a todos. A Lâmpadas Golden triplicou de tamanho em 10 anos e chega aos seus 25 anos, projetando um salto de crescimento estratégico. Segundo a Golden, sua meta é chegar a 2017 como a marca número um em LED do País.


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