Golden aposta na diversificação das lâmpadas eletrônicas na APAS 2013

Quando se trata de iluminação, lâmpada fluorescente compacta é o produto preferencial do consumidor em supermercados.

Lâmpadas Golden marca presença na APAS 2013, que acontece de 6 a 9 de maio em São Paulo, com a expectativa de crescer 20% no varejo alimentar, segmento que representa o segundo lugar no volume total de negócios da empresa.

Em seu portfolio de produtos, a Golden apresenta novos modelos na linha de lâmpadas fluorescentes compactas, cujo consumo tem aumentado com o processo de retirada das incandescentes do mercado, iniciado em julho do ano passado com previsão de conclusão para 2016.

A grande novidade deste ano para o consumidor final são as lâmpadas fluorescentes compactas da linha Espiral nos modelos Full e Half. Devido ao grande apelo sustentável, estas lâmpadas popularmente conhecidas pela economia de até 80% que oferecem frente aos modelos tradicionais, chegam ao mercado com novos formatos de bulbo e mais opções de potência para dar maior diversificação às possibilidades de aplicação. A primeira, com bulbo espiralado mais próximo da base cujo comprimento e diâmetro são ainda menores, permite a aplicação em luminárias de pequeno porte sem comprometimento estético. Já o modelo Half Espiral tem uma vasta gama de potências que permite oferecer alternativas amplas de aplicabilidade, que atende desde luminárias e plafons de uso doméstico a locais onde é grande a busca por lâmpadas de elevada potência. Estes produtos, com classificação A do selo Procel, indicam serem os melhores em termos de consumo e economia de energia.

A Golden decidiu apostar na lâmpada eletrônica com formato Espiral por ser o modelo mais procurado nas prateleiras dos supermercados. Segundo a analista de Marketing da Golden, Renata Pilão “o consumidor tem dificuldade de comprar a lâmpada ideal para cada ambiente, e, para facilitar a Golden informa de forma clara em suas embalagens a eficiência do produto, comparado com a tradicional incandescente, e também o ambiente indicado para cada tipo de luz”. Basta ler atentamente a embalagem para fazer a substituição correta, recomenda Pilão: “Espiral 15W substitui a incandescente de 75W, já Espiral 20 W é uma alternativa econômica frente à  incandescente de 80W e  Espiral 25W pode ser usada no lugar da incandescente de 100 W”.

Dados da Golden apontam que o consumidor prefere comprar lâmpadas em mercados. Isto porque o número de estabelecimentos espalhados pela cidade e próximos à região do consumidor favorece. Além disso, o supermercado atende prontamente a necessidade da compra rápida e facilitada, já que pode ser associada à compra de outros produtos. “Dificilmente o consumidor vai ao mercado somente para comprar lâmpadas, mas é motivado a fazê-lo quando é atraído visualmente”, afirma a analista.  Por isso a importância de uma exposição atrativa no ponto de venda, com informações claras e precisas sobre a vantagem da substituição e o retorno financeiro para o consumidor.

A decisão de compra do consumidor também varia de acordo com o local onde o supermercado está localizado, avaliou a empresa. Geralmente a classe “A” escolhe a temperatura de cor amarela, que tem maior apelo estético. Já a classe “C” tende a preferir a lâmpada de cor branca, cuja claridade passa a sensação de limpeza.

A Golden tomou a decisão estratégica de não levar a tecnologia LED para as prateleiras do supermercado por constatar que o consumidor não busca este tipo de produto no varejo alimentar.

Estande

Tendo como público-alvo também o próprio setor supermercadista, a Golden levará para a APAS deste ano um supermercado modelo com tecnologia LED, uma alternativa sustentável para retrofit em iluminação de supermercados que, por ficarem com as luzes acesas muitas horas do dia, são grandes consumidores de energia elétrica.

Como atração sustentável, o estande de 110m2 contará com uma bicicleta que transforma a energia cinética em elétrica e acende as lâmpadas de LED da Golden. O visitante que conseguir pedalar o suficiente para acender os produtos ganhará um brinde. A ação pretende mostrar ao público que com simples movimentos é possível energizar produtos sustentáveis que necessitam de pouca energia para funcionar. Um pequeno gesto, mas que mostra de forma lúdica a importância da sustentabilidade em nossas vidas.

O estande da Lâmpadas Golden na APAS fica na Rua 13F, estande 383.


Treinamento em automação gratuito em Salvador


Xperience Efficiency 2013


Arquitetura além do café com leite

Especialista em projetos de padarias e restaurantes, a arquiteta Rosinei Cristina, da Arquitetura Mix, fala sobre a sofisticação e a iluminação desses locais

Padaria Vitória Régia, de São Bernardo do Campo. |  Foto: Rubens CampoPadaria Vitória Régia, de São Bernardo do Campo. |
Foto: Rubens Campo

Até alguns anos atrás, padaria era local para se comprar pão e leite e a copa só servia para aquele cafezinho para despertar. O ambiente era sempre simples, entre os berros de “um pingado” ou “um café pequeno”. Um dos mais recentes trabalhos da arquiteta Rosinei Cristina prova que este tempo ficou pra trás. Em São Bernardo do Campo, a padaria Vitória Régia evoluiu seu estabelecimento e ganhou uma nova iluminação. Na entrevista a seguir, a arquiteta fala sobre a complexidade da iluminação em padarias e sobre sua experiência no ramo:

Por que você decidiu se especializar em padarias e restaurantes?

Rosinei afirma que "está quase mais fácil projetar hospitais do que padarias".Rosinei afirma que “está quase mais fácil projetar hospitais do que padarias”. | Foto: Divulgação

Eu iniciei nessa área em 1994, participando no projeto de uma padaria nos Jardins, Mercato del Pane. Na ocasião tive contato com alguns fornecedores, dentre eles a Indústria de Refrigeração São Luiz, que faz montagens comerciais para padarias até hoje. Iniciamos uma parceria onde cabia a mim apenas a especificação dos acabamentos das áreas comerciais, pisos, tampos, revestimentos, cores, etc. Comecei um trabalho árduo de convencer os clientes de que deveriam participar desse processo, opinar sobre o que gostavam (ou não) e saber como iria ser sua nova padaria antes de recebê-la pronta. Dia após dia passei a substituir os materiais “pesados” que eram usados na época, como madeira no teto, granito no piso e nas paredes, tubos de latão, espelhos jateados com pães e trigo e infinitas molduras de madeira em colunas e outros acabamentos que serviam como ninho de insetos. Contudo, à medida que ia me aprofundando na área, aliado ao fato de ser arquiteta de formação já com alguns anos de experiência, observei que havia falhas em layout, dificuldades em resolução de problemas de funcionalidade nas plantas, entre outras coisas. Até então, as plantas de padarias só eram produzidas por projetistas das empresas fornecedoras de equipamentos e mobiliário, que não tinham formação técnica. Havia ali uma lacuna de profissional para atuar nessa área e, desse modo, iniciei um trabalho de projeto completo, desde o layout até o acabamento final.

O que, na iluminação de padarias, é diferente de outros estabelecimentos, como restaurantes?

Na verdade, não se diferencia muito. Onde há produção, a eficiência ter que ser alta e a qualidade da luz não é tão importante. Onde há consumo, a luz tem que ser muito agradável.  A única diferença é que na padaria você mistura muitas vezes as duas coisas em alguns setores, especialmente na copa, no setor de frios, etc. Locais onde há produção e também exposição de mercadorias para venda e consumo é necessário conciliar as demandas: é importante que o funcionário corte os frios com um bom nível de iluminamento, assim como é bem importante que o presunto ou o salame pareçam bem atrativos ao olhos do consumidor.

Como a iluminação deve ser concebida para atender às demandas de cada setor dentro da padaria?

São poucos  os profissionais que sabem executar um projeto completo de padaria, que hoje é muito mais complexo do que qualquer cozinha industrial de um enorme restaurante. O programa da padaria foi ampliado pelas necessidades e exigências do mercado. Então você tem diversas indústrias dentro de uma única: panificação, confeitaria, salgadeiro, sala de chocolates, sala de sorvetes (essas duas climatizadas adequadamente), cozinha (do restaurante), cozinha de pizzaiolo (opcional), setores específicos de armazenamento separados, ultracongelamento de produção, áreas de serviços, de apoio, de funcionários, enfim, uma infinidade de setores. Além disso, temos que compatibilizar projetos e informações complementares, além das usuais: estrutura, elétrica (na maioria das vezes com cabine primária), gás, sistema de refrigeração central, ar condicionado, exaustão, insuflamento, automação, entre outras.  Isso tudo sem falar da área comercial propriamente dita, que deve ser prática, funcional, bonita, agradável, confortável e dinâmica. Ainda é necessário oferecer estacionamento, facilidade de deslocamento, adequação aos portadores de necessidades especiais, além de atender demais normas de Vigilância Sanitária.  Ou seja, está quase mais fácil projetar hospitais do que padarias.

O importante é ter experiência para saber o que e onde usar, da maneira mais simples e econômica possível. Quando digo econômica refiro-me muito mais à economia de energia do que à economia gerada pela compra de lâmpadas mais baratas.

Foto: Rubens Campo.Foto: Rubens Campo.

As padarias ganharam nova funcionalidade que tem como objetivo fazer com que o cliente fique mais tempo nelas. Como a iluminação e a arquitetura ajudam a valorizar este novo estilo?

Com o aumento da exigência do cliente, a arquitetura é fundamental. O papel do arquiteto é tornar viável esse conforto visual e espacial para os clientes na opção de materiais, como acabamentos, móveis, disposição de layout e escolha de itens de iluminação (nesse caso lâmpadas e luminárias). O efeito de luz produzido por uma arandela, por exemplo, pode ser fundamental na valorização de um revestimento ou mesmo de algum quadro ou foto inserida numa determinada parede. E assim por diante.

Quais são as vantagens em modernizar a estética da padaria? O bairro (ponto de atuação) deve ser levado em conta, pelo perfil dos clientes?

Essa decisão sempre é feita em conjunto com os clientes. Muitas vezes as padarias têm um alto valor de faturamento, mesmo estando em bairros de periferia e atendendo clientes de baixo poder aquisitivo. Há clientes que nos pedem para não sofisticarmos a padaria e não usarmos iluminação muito diferenciada para não “amedrontar” os clientes. Nesse caso, nos rendemos.  O cliente é nosso rei.

O que se deve e o que não se deve fazer em termos de iluminação para garantir a preservação dos alimentos?

Lâmpadas muito quentes e que geram alto índice de calor, como a família das halógenas (dicróicas, PAR, etc.),  se focadas diretamente sobre produtos perecíveis obviamente diminuem seu tempo de validade. Mas isso não ocorre nos nossos projetos.

Que tipo de iluminação recomenda usar dentro da cozinha da padaria?

Especificamos sempre luminárias blindadas (como as usadas em hospitais), que mantêm as lâmpadas protegidas da gordura, da mesma forma que os alimentos ficam longe e protegidos de detritos de vidro resultantes de eventual quebra da lâmpada. O vidro (ou acrílico) que protege a lâmpada também faz o papel de “segurar” materiais que eventualmente possam se desprenderem da parte interna da luminária, inclusive insetos, ou mesmo da quebra da lâmpada. Isso se faz necessário também por exigência de norma específica da ANVISA para iluminação de áreas de manuseio, preparo e armazenamento de alimentos.


Golden lança displays LED para pontos de venda

Golden lança displays LED para pontos de venda

Empresa pretende aumentar a visibilidade da linha Extreme LED com material de divulgação personalizado

A Lâmpadas Golden, empresa de iluminação, reforçará a estratégia de divulgação da linha Extreme LED nos pontos de venda a partir de junho.

Com base em um projeto piloto de 20 unidades que teve início no começo do ano, estão sendo confeccionados 200 displays no formato “torre”, destinado a homecenters, lojas de materiais elétricos e de construção. O material possui uma porta de vidro para proteção dos produtos e abriga um depósito que é trancado por chave, na parte traseira. Possui também informações sobre a troca da tecnologia comum por LED, além de apresentar modelos das lâmpadas da linha Extreme LED acesas, para melhor visibilidade do produto. Nas laterais, há uma porta “take one”, destinada a folhetos.

Segundo a analista de marketing da Golden, Renata Pilão, esses expositores vêm para “sanar as dúvidas sobre qual modelo e potência LED substitui uma tecnologia tradicional”. “Essa é uma das maiores dúvidas na compra”, afirma.

A empresa oferece também dois displays de balcão, um para lâmpada LED A19 e outro para fita LED RGB, que permite que o visitante da loja possa alterar a cor e os efeitos. Esses materiais de exposição são menores e atendem estabelecimentos pequenos que desejam dar visibilidade ao LED.


Rio terá até 2016 iluminação pública feita por lâmpadas de LED

Vladimir Platonow

Rio de Janeiro – A capital fluminense terá até 2016 toda a iluminação pública com base na tecnologia  LED (diodo emissor de luz – light emmiting diode ), 40% mais econômica que o sistema atual e com mais tempo de durabilidade. O anúncio foi feito hoje (25), durante assinatura de um acordo para promoção de economia sustentável entre diversos órgãos públicos, prefeituras e empresas com a organização não governamental (ONG) R20, do ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger.

A R20 é dedicada a promover projetos de desenvolvimento de baixa emissão de carbono e patrocina estudos de viabilidade de iluminação pública para diversas cidades no mundo. O Rio foi representado pelo secretário de Conservação, Marcus Belchior, responsável pelo serviço de iluminação pública do município.

“Hoje já tem LED na cidade, basicamente em pontos turísticos. No Cristo Redentor, na Lagoa Rodrigo de Freitas e no Parque Madureira, que é extremamente sustentável. Inegavelmente a tecnologia LED consome menos energia que as lâmpadas convencionais”, disse o secretário. Segundo técnicos da secretaria, uma lâmpada de vapor de sódio, que gera iluminação amarelada, dura de três a quatro anos. Uma de LED, que gera luz branca, dura de oito a dez anos. A troca diminuirá o custo com manutenção elétrica na cidade, que conta com 430 mil pontos públicos de luz.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, anunciou que a Ponte Rio-Niterói será iluminada por lâmpadas de LED até o final do próximo ano. “Um dos símbolos da adesão do Rio à R20 é que vamos colocar lâmpadas led em toda a extensão da Ponte Rio-Niterói, para receber autoridades e desportistas com este símbolo da união entre as duas cidades”, disse o secretário.

Schwarzenegger destacou que o objetivo de sua organização é incentivar soluções ecológicas e mostrar que as iniciativas partem do cidadão, das empresas e das universidades, sem necessariamente depender do poder central. O ator que governou a Califórnia entre 2003 e 2011 disse que o estado é um dos precursores em energias limpas nos Estados Unidos. Ele defendeu o uso do carro elétrico e os veículos movidos por células de hidrogênio, como forma de contribuir para reduzir as emissões de gases que provocam o aquecimento global.

“A Califórnia sempre esteve na vanguarda no uso de veículos de combustíveis alternativos. Qualquer tipo de energia que não seja combustível fóssil é bem-vinda. Os carros elétricos são atualmente muito populares, mas também estamos construindo uma rodovia do hidrogênio, onde instalamos a cada 20 milhas [32 quilômetros] um posto de hidrogênio. O programa ainda não está finalizado, mas o objetivo é poder rodar toda a Califórnia usando um carro movido a hidrogênio”, declarou Schwarzenegger.

Fonte: Agência Brasil


« Previous Entries Next Entries »

Powered by Wordpress | Designed by Elegant Themes